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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Seminário discute inovação e tecnologia na área de alimentos


O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), em conjunto com a Embrapa Agroindústria de Alimentos, promovem no dia 23 de outubro de 2014, o "III Seminário em Inovação e Tecnologia na Área de Alimentos". Esse evento tem como objetivo apresentar para empresas, profissionais e estudantes do setor de alimentos as principais tendências e inovações da área, bem como ressaltar a relevância da pesquisa para geração de novos produtos e para o aumento da produtividade, com a atenção às questões sociais e ambientais.
A programação é ampla, e inclui palestras sobre o tema Inovação e Tecnologia na Área de Alimentos, nas perspectivas do ensino, da pesquisa e da indústria, além de apresentar perspectivas e tendências do processo de inovação e instrução para quem procura fazer mestrado profissional.
O prazo para inscrição e submissão de trabalhos encerra-se no próximo dia 25 de agosto. A Embrapa Agroindústria de Alimentos será representada pela Chefe Geral Lourdes Cabral, pela pesquisadora Rosires Deliza, que serão palestrantes no evento; além do pesquisador Eduardo Walter, que integra o comitê científico.
Para ver a programação, clique aqui.  Para orientações sobre submissão de resumos, clique aqui.
Mais informações pelo e-mail: sita.cmar@ifrj.edu.br

http://www.suinoculturaindustrial.com.br/noticia/seminario-discute-inovacao-e-tecnologia-na-area-de-alimentos/20140806091438_Q_295

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Começa a operar no Ceará sistema para produção de biopeixe

 
A Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (Nutec), em Fortaleza, inicia o Projeto Máquina de Biopeixe, que visa dar um destino ambientalmente adequado aos resíduos da atividade da pesca e incrementar a renda de produtores de tilápia de açudes do Estado, com a venda de óleo de peixe (biopeixe), extraído dos resíduos, para a produção de biodiesel.

De acordo com o gerente de Suprimento Agrícola da Usina da Petrobras Biocombustível de Biodiesel em Quixadá, Silvano Cavancante, "trata-se de matéria-prima com potencial para produção de biodiesel com ganhos ambientais, além de promover inclusão social".

Segundo o coordenador do projeto pelo Nutec, Tarcísio Costa Filho, a máquina está em processo de transferência de tecnologia para uma futura produção em escala comercial. A concretização dessa etapa será iniciada ainda este mês no Laboratório de Pesquisa do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs), em Pentecoste, Ceará. O equipamento foi desenvolvido pelo Nutec com apoio do Banco do Nordeste do Brasil.

A Petrobras Biocombustível e o Ministério da Pesca e Aquicultura acabam de assinar memorando de entendimentos para ampliar programas cooperativos com foco na pesquisa e produção de biodiesel a partir de matéria-prima residual do pescado.

O acordo tem como principais objetivos aumentar o aproveitamento e a produtividade dos recursos naturais, pesqueiros e aquícolas, incrementar a renda dos pescadores e agregar valor à sua produção, além de promover o desenvolvimento técnico, científico e de inovações tecnológicas para a atividade.

http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/noticias/0,,OI6331614-EI10411,00-Comeca+a+operar+no+Ceara+sistema+para+producao+de+biopeixe.html

Instituto testa produção de iogurtes de café e de abacaxi com hortelã


A produção é feita na agroindústria implantada dentro do campus Colorado.
Bebidas lácteas e sorvetes também são testados para comercialização.

Flávio Godoi Do G1 RO

Produtos são feitos e testados para o comércio (Foto: Nélio  Ferreira/Divulgação)Produtos são feitos e testados para o comércio (Foto: Nélio Ferreira/Divulgação)
Há cerca de um ano, o campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (Ifro) em Colorado do Oeste, a 700 quilômetros de Porto Velho, iniciou uma pesquisa na área de laticínios voltada para a elaboração de novos sabores de iogurtes, bebidas lácteas e sorvetes.
Os testes feitos na agroindústria montada no campus da instituição buscam valorizar as essências de frutas e grãos cultivadas em Rondônia. De acordo com o engenheiro agrônomo e coordenador do curso de ciência e tecnologia em laticínios, Nélio Ferreira, os resultados mais satisfatórios e inovadores foram obtidos nos testes com iogurte de café e abacaxi com hortelã.
A produção, ainda em pequena escala dos iogurtes exóticos, acompanha também o desenvolvimento das bebidas lácteas e sorvetes. Estas, segundo Nélio, tiveram mais aceitação nos sabores convencionais de morango e chocolate.
“Toda a bebida láctea vendida no estado vem de outras regiões do país. Nossos testes não são apenas para ficar dentro do instituto, mas a pretensão é apresentar a laticínios e empresas ligadas aos derivados de leite para a comercialização em massa, já que nosso município é a maior bacia leiteira do Sul do estado”, ressaltou o coordenador.
Além da demonstração com a comunidade de Colorado do Oeste, os produtos lácteos começaram neste ano a serem expostos em feiras agropecuárias.
Com 19 anos de existência o campus de Colorado do Oeste é o mais antigo de Rondônia e, de acordo com o coordenador geral de pesquisas do instituto, Ricardo Teixeira Andrade, mais de 80 alunos e 20 professores trabalham em pesquisas agrárias na instituição.
http://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2012/11/instituto-testa-producao-de-iogurtes-de-cafe-e-de-abacaxi-com-hortela.html

Empresa fatura com produção de alimento típico da Indonésia

Aposta no mercado de produtos naturais fez lucros crescerem.
Empresária de Brasília investiu R$ 120 mil e hoje fatura R$ 8 mil por mês.

Uma pequena empresa de Brasília está faturando alto com a produção do tempeh, um alimento à base de soja. A comida é típica da Indonésia e muito apreciada pelos vegetarianos, por causa do alto valor nutritivo.
A empresa desenvolveu um ingrediente especial para o tempeh, com apoio de um programa de inovação, e os lucros dobraram.
O tempeh é um alimento feito com grãos de soja cozidos e fermentados pela ação de um fungo, chamado Rizopus. O tempeh é rico em proteína, tem textura firme e sabor de cogumelo e nozes.
A empresária Ana Cristina Neves enxergou no alimento que faz bem à saúde uma excelente oportunidade no mercado de produtos naturais.
“Eu fiz 5 quilos, 10 quilos, depois 50 quilos. Também tive que ir redimensionando maquinário, espaço, o meu conhecimento”, conta.
Para inovar, a empresária de Brasília procurou a ajuda do Sebrae. Ela participou do Sebraetec, um programa que facilita o acesso dos empreendimentos às novas tecnologias. Isso é feito através de linhas de crédito especiais e subsídios que podem chegar a 80% do valor dos projetos.
“A gente percebeu que ela precisava de um planejamento estratégico para posicionar a empresa dela num cenário de três anos, que foi o que a gente propôs. Inicialmente, ela não tinha uma noção de qual seria o público-alvo dela, então a gente fez uma definição de público trabalhando mercados A e B”, explica Flávia Firme, do Sebrae de Brasília.
Após a capacitação, Ana Cristina teve uma ideia que impulsionou o negócio. No início a empresária importava o fungo para o tempeh da Indonésia, da Bélgica, dos Estados Unidos. Ela pagava mais de € 20 por apenas 15 gramas do produto.
Como o custo ficou alto, ela decidiu pesquisar sobre o processo de reprodução desse fungo e fazer tudo aqui no Brasil. Ana Cristina construiu um laboratório e até contratou uma especialista em micologia
“Eu fiz um curso de formação de preço no Sebrae e constatei que precisava conhecer a reprodução do fungo para abaixar esse custo e aí sim investir numa empresa de tempeh, né?”, relata a empresária.
A empresária investiu R$ 120 mil na construção do laboratório e aquisição de equipamentos. O fungo que serve como fermento biológico é colocado numa incubadora por sete dias para reprodução. Depois, ele é transformado em pó.
Em outro local da fábrica, a soja pré-cozida e em grãos é lavada, centrifugada e misturada ao fermento em pó. O produto é colocado em embalagens apropriadas e vai para a estufa por 24 horas. Depois, o tempeh é congelado e já pode ser vendido.
O quilo do tempeh sai da fábrica por R$ 35. São feitos 30 quilos por dia. Mas o objetivo é atingir em 2013 uma produção mensal de uma tonelada e meia. O faturamento atual é de R$ 8 mil por mês.
“É um produto extremamente inovador e dentro dessa consultoria de planejamento estratégico já foram definidos novos produtos que ela pode comercializar”, diz Flávia, do Sebrae.
O tempeh é vendido principalmente para restaurantes especializados em produtos naturais. Um estabelecimento de Brasília consome 10 quilos do produto por semana. O chefe de cozinha André Dias prepara pratos vegetarianos com o alimento.
O produto é considerado um antibiótico natural e uma fonte de nutrientes única para os vegetarianos.
“O vegetariano não come a carne vermelha e a vitamina B-12 a gente encontra na carne vermelha. Então, ele acaba que fica com a necessidade de suprir essa quantidade. E com o tempeh ele consegue, porque na fermentação da soja ela produz a vitamina B-12. Então, é muito importante para o vegetariano o tempeh”, diz a nutricionista Renata Manganelli.
O restaurante de Brasília trabalha com o tempeh há um ano. A procura triplicou neste período. A fermentação da soja com o fungo especial deixa o alimento repleto de minerais e vitaminas que fazem bem à saúde. O apelo dos produtos naturais torna o
tempeh lucrativo.
“Acima de tudo é um alimento saudável. Acho que é a palavra do milênio. A gente tem de pensar em saúde. Sabor e saúde”, diz a cliente Zen Yamatucan.

http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2012/11/empresa-fatura-com-producao-de-alimento-tipico-da-indonesia.html

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