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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Gestão da qualidade: dica de livro


Gestão da qualidade

Autor(es): Agliberto Alves Cierco, Alexandre Varanda Rocha, Edmarson Bacelar Mota, Isnard Marshall Junior, Sérgio Roberto Leusin Amorim

Sinopse: O livro oferece ao leitor uma noção ampla da importância da gestão da qualidade para as organizações. Conceitos fundamentais, modelos de gestão, estratégias para padronização e melhoria de sistemas, ferramentas para gerenciamento e aperfeiçoamento de processos organizacionais são alguns dos assuntos abordados. O livro traz, ainda, bibliografia sugerida para quem deseja um maior aprofundamento em assuntos ligados à temática.

ISBN: 978-85-225-0851-8
Edição: 10
Ano: 2011
Número de páginas: 204


Apresentação 13
Introdução 17
1 | Evolução do processo da qualidade 21
Inspeção 23
Controle estatístico da qualidade 24
Garantia da qualidade 26
Gestão estratégica da qualidade 31
A qualidade nos dias de hoje 32
2 | Conceitos básicos 35
Fundamentos 35
Principais linhas de pensamento 37
3 | Prêmio Nacional da Qualidade 45
Histórico 46
Processo de premiação 49
Fundamentos de excelência 51
Modelo de excelência 54
4 | Normas ISO 67
Histórico 67
Certificação 71
Normalização 73
Normas ISO 9000 75
Sistemas integrados de gestão 85
5 | Padronização e melhoria 89
Trilogia Juran 91
Ciclo PDCA 94
Gerenciamento da melhoria e gerenciamento da rotina 97
Ciclo PDCA na análise de problemas 98
6 | Ferramentas de gerenciamento 103
Brainstorming e variações 104
Cartas de controle 105
Diagrama de causa e efeito 106
Diagrama de dispersão 108
Estratificação 109
Fluxograma 109
Folha de verificação 111
Gráfico de Pareto 111
Histograma 112
Matriz GUT 113
Outras ferramentas 116
7 | Métodos específicos de gestão 121
5S 121
Programa 8S 125
Seis sigma 126
DMAIC 139
QFD — o desdobramento da função qualidade 141
Benchmarking 152
Reengenharia 157
Análise de valor 160
Outros métodos 169
8 | Qualidade em projetos 171
Qualidade e projetos 171
Planejar a qualidade 176
Realizar a garantia da qualidade 181
O controle da qualidade 185
Conclusão 189
Referências 193
Os autores 201
 

segunda-feira, 16 de maio de 2016


Seu Futuro - Educação Financeira e Atitudes Para Conquistar Sua Independência - José Pio Martins 
Autor: José Pio Martins 

Editora: FUNDAMENTO

"A felicidade resulta de um caráter reto, uma consciência tranquila e um coração pacificado." Confúcio.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Veja a lista de livros imprescindíveis para mulheres que desejam chegar ao topo em suas carreiras.

Os 10 livros que toda mulher de sucesso deve ler

Vários são os fatores que fazem uma mulher alcançar o sucesso, dentre eles, o conhecimento é um dos pontos chaves que embasa tanto habilidades como atitudes, pois leva a refletir sobre nossas ações e assim podemos ajustá-las de acordo com as oportunidades que nos surgem,  sendo esta uma das premissas para o sucesso de qualquer pessoa.
A lista que apresento aqui, não tem a pretensão de se tornar uma bibliografia obrigatória para mulheres,  até porque excelentes livros ficaram de fora, e vários outros ainda estão por vir, mas quero que com estas sugestões você possa ampliar seus conhecimentos para assim vencer e ter sucesso não somente na carreira, mas em todas as áreas que uma mulher deseja se destacar.
1 - Faça Acontecer – Mulheres, trabalho e a vontade de liderar, de Sheryl Sandberg
O livro lançado em 2013 pela Chefe Operacional do Facebook, apontada como a 10ª mulher mais poderosa do mundo pela revista Forbes, despertou polêmica ao levantar a questão da estagnação das mulheres em suas carreiras, apontando fatores relacionados a forma de agir e pensar como algo fundamental para o sucesso da mulher no âmbito profissional. O livro trás ainda sugestões  práticas de como resolver questões pessoais  para atingir um alto  potencial de desempenho e assim chegar ao topo nas organizações.
2 - Feito Homem – A jornada de uma mulher ao universo masculino, de Norah Vincent
Norah Vincent queria saber como realmente era a vida dos homens, pois muitas mulheres sempre acreditaram que eles vivem melhor do que elas. Para descobrir por si mesma se isto era verdade, por dezoito meses ela se disfarçou de homem e relatou tudo o que pode perceber neste livro, acerca do universo masculino. Tendo estado onde certamente nenhuma mulher esteve, Norah Vincent narra de forma bem humorada e cativante os muitos mistérios singulares da identidade de gênero.
3 - Nos negócios jogue como homem,  vença como mulher, de Gail Evans
De forma direta, Gail Evans faz uma análise realista e sincera do segredo para o sucesso nos negócios e ensina mulheres de todos os níveis de uma organização através de exemplos práticos, como participar do “jogo” aumentando assim as chances de sair vencedora.
4 - Homem líder, mulher líder, de Michael Gurian & Barbara Annis
O livro apresenta ferramentas científicas para que os leitores possam compreender o cérebro feminino e masculino além de entender a si mesmo e uns aos outros. Analisando a diferença de homens e mulheres e como através do equilíbrio de uma equipe mista, as empresas podem alcançar maior vantagem competitiva, utilizando o que cada gênero tem de melhor.
5 - Mulheres, elas fazem historia, de Mayla Di Martino
Com coragem e comprometimento social, 64 executivas integrantes do Espaço Mulheres Executivas (MEX-Paraná),  relatam os desafios enfrentados para chegar a posições de liderança. Além de refletir sobre as condições que podem tornar o mundo corporativo, mais afável ao equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, tanto para homens quanto para mulheres.
6 - Executiva, a heroína solitária, de Emerson Ciociorowski
Escrito de forma leve, cativante e fluída, o autor busca levar mulheres, a uma reflexão profunda, sobre a importância de seu papel na vida e sua responsabilidade na concretização de um mundo melhor. Através de temas instigantes, a leitora é convidada a explorar o potencial que cada mulher tem mas que consequentemente é esquecido por falta de tempo e coragem.
7 - Mulheres que correm com lobos – Mitos e Histórias do arquétipo da mulher selvagem, de Clarissa Pinkola Estes
Este livro propõe que toda mulher tem em si um lado a ser descoberto, uma essência selvagem e poderosa que procuramos esconder, ou não entrar em contato por medo de nós mesmas, no entanto, a autora descreve, através da análise de mitos que este lado feminino nos coloca frente a frente com nosso eu verdadeiro, transformando a realidade através da força que está por trás de cada mulher, contribuindo assim para que a essência feminina se fortaleça e possa guiar cada uma para o sucesso e realização pessoal.
8 - Marketing da Mulher,  de Vanda Neves
De forma clara e reflexiva, Vanda Neves desafia elas a promoverem mudanças que muitas desejam, mas acabam não concretizando. Com a proposta de ser um guia para mulheres o livro mostra através de princípios do marketing que é possível ser mulher e amante, ter uma carreira e ser mãe, abraçar muitas causas e ser uma pessoa mais feliz.
9 - Mulheres no topo – Como mulheres bem sucedidas conciliam trabalho e família, de Diane F. Halpern e Fanny M. Cheung
Através do depoimento de profissionais influentes, as autoras buscam mostrar que é possível conciliar família e trabalho através da discussão dos principais dilemas vividos pelas mulheres na sociedade contemporânea: ser uma boa mãe e esposa e ao mesmo tempo conquistar o sucesso profissional.
10 - A era da mulher – Entenda e prepare-se para a mudança econômica em curso, de Alison Maitland
O livro aponta a importância e a força econômica das mulheres, argumentando que a posição feminina como consumidoras, profissionais e lideres tem sido reconhecida como um indicativo de saúde, maturidade e viabilidade econômica. Apontando que as mulheres atualmente exercem um papel essencial para as soluções do mercado de trabalho, para a diminuição das taxas de natalidade e para a escassez de qualificações.
http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/os-10-livros-que-toda-mulher-de-sucesso-deve-ler/71217/

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Udesc e Celesc realizam projeto em parceria para minimizar danos à rede elétrica



Convênio proporcionará a construção de um equipamento para melhorar a qualidade da tensão em redes aéreas de distribuição de energia elétrica
Lâmpadas piscando, equipamentos elétricos com variações no funcionamento e até queima de eletroeletrônicos. Estes fatores normalmente são ocasionados pela oscilação de energia elétrica e podem gerar transtornos tanto para os consumidores quando para a companhia de energia elétrica que, nos casos mais críticos, tem o prazo de até 15 dias para solucionar o problema.
Um convênio firmado entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e a Celesc proporcionará a construção de um equipamento para minimizar danos ao sistema.
Marcello Mezaroba, professor de Engenharia Elétrica da Udesc Joinville e coordenador do projeto, explicou que, quando o problema na rede é diagnosticado pela concessionária, a solução só é encontrada mediante análise precisa do local e, em alguns casos, a troca de transformadores e cabos de alimentação.
"Muitas vezes este processo demanda mais do que o prazo estipulado pela legislação, gerando necessidade de ressarcimento aos consumidores. Nosso equipamento consiste em uma solução temporária, estabilizando a rede até que toda a infraestrutura seja melhorada e os distúrbios minimizados."
Por determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), todas as concessionárias de energia devem investir anualmente em projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Neste sentido, a Celesc lançou um edital em 2011, processo no qual foi inscrito o projeto proposto pelo Núcleo de Processamento de Energia Elétrica (NPEE), em parceira com o Laboratório de Planejamento Energético (Laper), ambos da Udesc Joinville.
O projeto de pesquisa, intitulado "Desenvolvimento de um dispositivo móvel autônomo para regulação e melhoria da qualidade da tensão em redes aéreas de distribuição de energia elétrica", receberá verba de aproximadamente R$ 1 milhão e deverá ser finalizado até o final de 2014. Atualmente o projeto está em fase inicial de desenvolvimento da pesquisa.
Dentre as destinações da verba, estão à compra de equipamentos, materiais de consumo e bolsas de mestrado e pesquisa. "Abrimos processo para seleção de três bolsistas de mestrado que nos ajudarão no desenvolvimento do projeto", destacou Mezaroba.
Esses três alunos farão parte da equipe de dez integrantes da Udesc. Além do professor Mezaroba, também fazem parte do grupo os professores Yales Rômulo de Novaes, Fabiano Ferreira Andrade, Fernando Buzzulini Prioste, Alessandro Luiz Batschauer, Joselito Anastácio Heerdt e Sérgio Vidal Garcia Oliveira.
http://www.economiasc.com.br/index.php?cmd=industria&id=12578

Livros contam histórias das canções de Chico Buarque e Tom Jobim

No box, além de explicações sobre o contexto histórico e pessoal de cada música e histórias de suas principais parcerias, conhecemos um pouco mais sobre outros grandes artistas



Por Redação, Administradores.com

Os livros "Histórias de Canções – Chico Buarque", de Wagner Homem, e "Histórias de canções – Tom Jobim", este em parceria com Luiz Roberto Oliveira, serão parceiros em um único box de luxo, lançado pela editora LeYa. O escritor Wagner Homem, que é responsável pelo site de Chico Buarque, se vale do seu conhecimento para nos contar, com detalhes, episódios que explicam as canções dos músicos.
Nos livros, além de explicações sobre o contexto histórico e pessoal de cada música e histórias de suas principais parcerias, conhecemos um pouco mais sobre grandes artistas como Vinícius de Moraes, Gilberto Gil, Caetano Veloso, João Gilberto, Elis Regina, Toquinho entre outros grandes nomes que marcaram a música brasileira.
box
(imagem: divulgação/LeYa)

Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim nasceu no bairro da Tijuca, em 1927. Poderia ter sido arquiteto, mas a paixão pelo piano mudou o rumo de sua vida e consequentemente a história da MPB. Chico nasceu bem depois, em 1944, e com 9 anos já sabia – ou imaginava – o que poderia ser no futuro: em recado à Vovó Heloísa, quando saía do Brasil para morar com a família na Itália, disse "Olhe, vozinha, não se esqueça de mim. Se quando eu chegar aqui você já estiver no céu, lá mesmo veja eu ser um cantor de rádio". E acabou sendo muito mais que isso.
O box conta 'causos' inesquecíveis, como o da música "Garota de Ipanema", que foi composta para um musical de Vinícius que se chamaria Blimp. Ao contrário do que se imagina, a canção brasileira mais executada no mundo não enriqueceu os compositores. Enquanto Chico, que em suas músicas demonstrava um forte vínculo com o período histórico do país e foi um dos porta-vozes contra a ditadura, nunca assumiu quem era sua musa para a música "Morena dos Olhos d'água", dava a deixa para suas irmãs que diziam que, ao terminar a composição, várias mulheres receberam uma ligação de Buarque, dizendo que elas haviam sido a fonte de sua inspiração. 
 
http://www.administradores.com.br/informe-se/entretenimento/livros-contam-historias-das-cancoes-de-chico-buarque-e-tom-jobim/68786/

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

5 tecnologias emergentes para o segmento corporativo


Recentemente, assisti ao Gartner IT Symposium, que é o evento mais próximo a uma reunião anual de CIOs que se pode imaginar. Embora se trate de uma empresa essencialmente de consultoria, o Gartner faz um bom trabalho direcionando as atividades de sua conferência a discussões sobre tendências corporativas e desenvolvimento.
Parte do fórum é dedicada a apresentação de sua lista anual das principais tecnologias corporativas, que eu abordei em outra coluna. Por mais sólida que seja a lista,  acho que suas análises deixaram de fora cinco grandes desenvolvimentos. Alguns deles foram recentemente destacados durante a conferência de tecnologias emergentes, EmTech, do MIT, que eu assisti logo depois do evento do Gartner.
Esses cinco desenvolvimentos deveriam estar em seu radar corporativo:
1.Sistemas Digitais de Manufatura – Ainda grande parte da economia dos EUA, a manufatura vale cerca de US$ 2 trilhões, de acordo com Rodney Brooks, fundador da Rethink Robotics. Brooks liderou o desenvolvimento de um robô industrial seguro, fácil para humanos lidarem e tão simples de programar quanto baixar um aplicativo na app store da Apple. (Eu testei e realmente é simples assim).
Com um robô de US$ 22 mil que pode ser configurado e funcionar em questão de minutos, a empresa, definitivamente, tem um trunfo. Mas a Rethink é apenas uma das pernas que compõem o tripé da reformulação da manufatura. Outra perna é composta pelas impressoras 3D, que criam protótipos rapidamente. E, por fim, o desenvolvimento de um mercado de manufatura pequeno e de curto prazo (como o Fab Lab, do MIT, por exemplo) para inovadores que querem suas ideias em produção rápida estão se unindo pra criar um sistema de manufatura que tornará essencial para empresas funcionarem mais perto de seus clientes.
Qualquer executivo C level, na indústria da manufatura, que não estiver de olho nesses sistemas vai ter um choque. O trabalho de produção em outros países, por mão de obra mais barata, está prestes a perder sua vantagem econômica.
2. Wireless de alta velocidade – A força de trabalho móvel parece ser uma boa ideia – até você ter de encarar capacidade de dados, controle de fluxo e baixas velocidades de conexão. E se, em dez anos, sua rede wireless celular for dez mil vezes mais rápida do que a de hoje – parece impossível?
Na verdade, nem tanto. Os avanços no uso do espectro digital, enormes quantidades de repetidores ligados às linhas de retorno e, mais importante, estações de base operando dentro de prédios estão todos dentro de nossas possibilidades técnicas. Matt Grob, CTO da Qualcomm, explica tudo isso nesse vídeo. Se você acha que a Internet móvel será, para sempre, a prima pobre da Internet fixa, você vai se surpreender.
3. Design responsivo – O crescimento da Internet móvel significa que cada vez menos pessoas acessam seu website corporativo de um desktop. Essa mobilidade sugere, também, que você precisa de um design que alcance smartphones e tablets, cada um com seu aplicativo específico e sistema de gerenciamento de conteúdo web.
A melhor solução é um design que se ajuste ao dispositivo por onde é acessado: Responsive Web Design. RWD deve se tornar o novo acrônimo de três letras parte de toda área de desenvolvimento Web corporativa.
4. Educação sobre tecnologia – Big data, computação em nuvem e mobilidade corporativa exigem conjuntos de habilidades técnicas que a grande maioria das empresas não possui. O número de cargos necessários é previsto para ser enorme. Os analistas do Gartner estimam que desenvolvimento e análise de grandes conjuntos de dados devem abrir cerca de 4,4 milhões de vagas em TI por todo o mundo, o necessário para suportar big data até 2015.
Pode parecer uma boa notícia, especialmente porque pessoas de fora de TI serão necessárias para suportar o novo ambiente rico em dados. Nos EUA, o movimento big data deve criar 1,9 milhão de empregos em TI até 2015, de acordo com o chefe de pesquisas da Gartner, Peter Sondergaard.
O lado negativo – é um grande negativo – é que apenas um terço dessas vagas será preenchido devido à falta de profissionais habilitados.
Vamos imaginar, por um momento, que as previsões do Gartner estejam muito próximas da realidade. As empresas tendem a fazer uma boa campanha em favor do treinamento de funcionários, mas um péssimo trabalho no oferecimento desse treinamento. Nesse cenário entra um novo conjunto de empresas, como a Udemy, que busca a interrupção do modelo atual de educação. Enquanto tais empresas tendem a focar no conserto da educação pública, suas plataformas e técnicas são igualmente aplicáveis aos negócios. CIOs precisam direcionar os programas de treinamento corporativos ao oferecimento dos conjuntos de habilidades que a empresa precisa para crescer.
5. Small Data – Muitas expectativas de big data são baseadas em acordos unilaterais. Clientes permitem que empresas discretamente coletem informações nas atividades de websites, em troca de serviços gratuitos e aplicativos no Google, Bing, Facebook e outros. O mito do anonimato é perpetuado por páginas repletas de regras de privacidade que ninguém, em sã consciência, pode ler e compreender.
Em troca, os usuários recebem propagandas direcionadas e mais consciência de que a “privacidade por acesso livre” é uma barganha faustiana, já que suas identidades são leiloadas no mundo digital.
E se houvesse uma forma dos usuários recuperarem sua identidade e parte de suas informações em troca de algo mais do que e-mail gratuito? Este é pensamento por trás do Personal.com. Em sua apresentação no EmTech, o presidente Shane Green fez um argumento convincente sobre os usuários que, em seu direito, esperam se tornar parte da mistura mídia/propaganda, não um alvo.
O crescimento dos usuários e a recuperação da identidade e dos direitos de privacidade se tornarão um assunto importe para as empresas conforme elas adotam plataformas de comércio digital. O controle do cliente sobre informações pessoais e identidade vai reorganizar o conceito de gestão de liderança, cuidados com consumidor e outras atividades que exigem o conhecimento persistente das atividades do usuário.
http://informationweek.itweb.com.br/11486/5-tecnologias-emergentes-para-o-segmento-corporativo/

Empreendedorismo nas escolas


Nunca no Brasil se viveu uma oportunidade como agora para o ensino do empreendedorismo nas escolas. Esse fato se deve principalmente a dois fatores: Primeiro: A falta de mão de obra qualificada dos jovens em todas as regiões do País. Segundo: O envolvimento dos jovens no empreendedorismo.


Educação e empreendedorismo – Estratégia para o desenvolvimento e inovação
Nunca no Brasil se viveu uma oportunidade como agora para o ensino do empreendedorismo nas escolas. Esse fato se deve principalmente a dois fatores:
Primeiro: A falta de mão de obra qualificada dos jovens em todas as regiões do País – Com o grande aumento da competitividade mundial, estamos necessitando essencialmente de mão de obra qualificada para manter esse crescimento em todos os setores da economia. Em algumas regiões, estima-se que 56% das ofertas de emprego não são ocupadas devido a tal escassez de qualificação dos candidatos.
Segundo: O envolvimento dos jovens no empreendedorismo - Dados da GEM (Global Entrepreneurship Monitor) mostra que cerca de 12% dos jovens de 17 a 24 anos estão abrindo seu próprio negocio, ou estão envolvidos na abertura de algum empreendimento.
Investir em inovação, esse é o elemento essencial para aumentar a produtividade. E inovação está diretamente ligada ao empreendedorismo.
Diante desse cenário, precisamos disseminar a cultura do empreendedorismo aos jovens estudantes, principalmente do ensino médio. Ao se inserir no mundo do empreendedorismo, os alunos terão a oportunidade de ter uma visão mais clara e abrangente não só do mundo dos negócios, mas também das necessidades de inovação dentro das organizações.
A pedagogia empreendedora desenvolve as condições para o entendimento e desenvolvimento do próprio ser (auto-estima, autoconhecimento, autonomia, protagonismo, sistema de valores, diferenciação, criatividade, energia, capacidade de análise, capacidade de lidar com o risco), desenvolve as habilidades e competências para entender e lidar com fenômenos ambientais. Portanto, a estratégia pedagógica não está destinada exclusivamente a preparar os alunos para criar uma empresa. A metodologia identifica o empreendedorismo como uma forma de ser, mais do que uma forma de fazer. Irá desenvolver o potencial dos alunos para serem empreendedores em qualquer atividade que escolher.
Fomentar a cultura empreendedora é promover a competitividade sustentável e o crescimento da economia. Um dos diferenciais do processo educativo é o desenvolvimento de atitudes empreendedoras, como a busca de novos conhecimentos e atitudes. Estas características, podem e devem ser desenvolvidas, por isso a Conceito Consultoria apresenta o curso - Sou Aluno, sou Empreendedor, um curso pioneiro em nossa região,
O objetivo é apresentar as relações entre formação escolar e empreendedora e seus pontos de complementaridade
Viste nosso site e conheça nosso projeto. www.consultoriaconceito.com.br
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=modelo-brasileiro-gestao-internet-adotado-nivel-mundial&id=010175121114 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Inovação e competitividade: O perfil das entidades formadoras e empregadoras

por Mónica Morais de Brito
(Diretora executiva do Sines Tecnopolo)



Na senda da última crónica e acrescentando mais um tópico de reflexão sobre a temática da inovação e competitividade em recursos humanos, surge o segundo ato de uma trilogia que pretende dar um contributo para a análise de uma dimensão primordial da nossa economia, em todo e qualquer tempo, mas sobretudo no atual contexto.

O conceito de perfil de competências não se esgota no capital humano, sendo extensível também às organizações e neste caso particular, às entidades formadoras e empregadoras, na certeza de que o desempenho destas condiciona largamente as competências dos indivíduos e o seu processo de construção, nomeadamente num contexto de inovação.

Para que os recursos humanos não constituam um constrangimento ao desenvolvimento das organizações e das unidades territoriais, para que os investimentos beneficiem as populações locais, é necessário que as entidades formadoras construam o seu próprio perfil de competências inovador, contribuindo eficientemente para a construção dos perfis de competências dos ativos e dos futuros profissionais. Trata-se de um processo que deverá ocorrer nas entidades públicas e nas privadas, nas que ministram formação de cariz académico, de nível básico, secundário e superior, e nas que atuam ao nível da formação profissional.

O perfil de competências das entidades formadoras deverá integrar competências comunicacionais, que garanta uma ligação efectiva com as entidades empregadoras e com as suas homólogas, materializada na construção de perfis profissionais inovadores e adequados em tempo útil. Para além destas, traduzidas no trabalho em rede, no levantamento de necessidades de formação, no benchmarking, é necessário que na cultura organizacional imperem valores como o intra empreendedorismo, a criatividade e inovação, que permita antecipar a mudança, através de uma actuação pró-activa. O modelo de formação deve ser dinâmico e aberto, possibilitando a introdução de novas variáveis na constituição de cada plano de formação e consequentemente, permitindo a adequação às necessidades do mercado, de forma a desenvolver as competências académicas, psicossociais e técnicas próprias dos diferentes perfis profissionais.

Por outro lado, as entidades empregadoras devem privilegiar o investimento em capital humano qualificado, a comunicação eficiente com as entidades formadoras, viabilizante da detecção rigorosa de necessidades de formação e a predisposição para a actualização do processo de produção de bens e serviços, deverão ser consequência de uma visão estratégica, que facilita igualmente a identificação de novas oportunidades de negócio. Apenas uma actuação concertada e inovadora por parte destas organizações, as formadoras e as empregadoras, centrada num circuito de interacção dinâmico e flexível poderá garantir ao futuro as competências necessárias ao sucesso.
http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=18257
Mónica Morais de Brito
  

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Como Criar Modelos de Negócios Inovadores?



Livro Business<br /><br /> Model Generation Alexander Osterwalder” width=”282″ height=”225″ /></div> <div style=Em tempos de grandes mudanças e evoluções, a inovação é um fator determinante para o sucesso dos empreendimentos de nossa era. Se antes a qualidade era o fator principal hoje esse fator é a inovação.
Estamos abarrotados de produtos e serviços. Temos tantas opções que fica quase impossível escolher. Se você está lendo esse artigo eu me considero vitorioso, pois consegui que você parasse alguns minutos de seus milhares de afazeres e opções e prestasse sua preciosa atenção neste texto. Espero não decepcioná-lo.
De forma bem rápida vou compartilhar algo que tem mudado meu modo de pensar negócios.
Há algum tempo fiz um curso que abriu minha mente para essa metodologia e quero começar a compartilhar algo que acredito que vai render diversos outros artigos.
Vamos começar com algumas definições;

O que é um modelo de negócios?

“Um modelo de Negócios descreve a lógica de criação, entrega e captura de valor por parte de uma organização.”
Alexander Osterwalder
Ou seja um modelo de negócios pode ser visto como um mapa onde seu negócio poderá ser visualizado de uma forma macro e neste mapa você irá identificar as possibilidades de resolver um problema para um determinado segmento de clientes, com isso você identificará as formas de ganhar dinheiro com essa solução e identificará toda a estrutura necessária para que isso aconteça.

O que é inovação?

Inovação é o processo que inclui as atividades técnicas, concepção, desenvolvimento, gestão e que resulta na comercialização de novos (ou melhorados) produtos, ou na primeira utilização de novos (ou melhorados) processos. Fonte: Wikipedia
Partindo do princípio que para inovar nós não necessariamente temos de fazer algo totalmente novo. Esse camarada chamado Alexander Osterwalder desenvolveu uma metodologia que tem ampliado as possibilidades de inovação dentro e  através do modelo de negócios. Onde você pode inovar em partes desse processo, ou seja, melhorar em cada um desses pedaços e melhorando, você automaticamente estará inovando.
Para isso ele desenvolveu um quadro (Canvas) onde podemos visualizar através de 9 blocos cada parte do modelo de negócios de um projeto seja ele empresarial, filantrópico, público ou o que você quiser…
 Canvas do Modelo de Negócios

Veja os 9 Blocos do Business Model Generation de forma resumida:

  • Segmento de Clientes: Uma organização serve a um ou diversos segmentos de clientes.
  • Proposta de Valor: Busca resolver os problemas do cliente e satisfazer suas necessidades, com propostas de valor.
  • Canais: As propostas de valor são levadas aos clientes por canais de comunicação, distribuição e vendas.
  • Relacionamento com Clientes: O relacionamento com clientes é estabelecido e mantido com cada segmento de clientes.
  • Fontes de Receita: As fontes de receita resultam de propostas de valor oferecidas com sucesso aos clientes.
  • Recursos Principais: Os recursos principais ou chave são os elementos exigidos para fazer o modelo de negócios funcionar.
  • Atividades Chave: Descreve as ações mais importantes que você deve realizar para fazer o modelo de negócios funcionar.
  • Parcerias Principais: Descreve os fornecedores ou parceiros terceirizados e alguns recursos que são adquiridos fora da empresa.
  • Estrutura de custo: Os elementos do Modelo de Negócios resultam na estrutura de custo.
Para ficar mais claro veja um exemplo do modelo de negócios do Ipod um dos exemplos apresentados no livro Business Model Generation do Alexander Osterwalder. Um outro modelo de negócios que pode lhe interessar é o
Modelo do Negócios do IPOD

Você pode baixar o Canvas de Modelo de Negócios gratuitamente:

Filho de Deus, Bacharel em Administração / Marketing, Consultor em Marketing Digital. Coordenador do BOM Cabo Frio, Diretor de Marketing do BusqueCerto. Apaixonado por Marketing Digital, SEO, Midias Sociais, Links Patrocinados (PPC), Web Analytcs. Gerando Valor por meio da internet.
http://www.pedroquintanilha.com.br/empreendedorismo/como-criar-modelos-de-negocios-inovadores/

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Falando sobre Qualidade

Um assunto em pauta nos dias de hoje no mercado corporativo é sem dúvida nenhuma a Qualidade. Ao longo do tempo, o conceito de Qualidade evoluiu, sendo hoje tratada como um diferencial competitivo.


Um assunto em pauta nos dias de hoje no mercado corporativo é sem dúvida nenhuma a Qualidade. Ao contrário do que possamos pensar, a ideia da qualidade, apesar de ter-se desenvolvido plenamente nas últimas décadas, não é recente.
Em seu livro Em direção ao “Zero Defeito” na empresa, Douchy afirma que a noção de qualidade é antiga, apresentando 2 citações de séculos anteriores.
A primeira delas, retirada do Manual de participação nos lucros, distribuído pela Michelin a seus funcionários no ano de 1898. A segunda citação é atribuída a Colbert, datando de 1664.
‘A atenção dedicada por todo operário ao seu trabalho é um elemento essencial para prosperidade da usina’. (DOUCHY, 1992, p. 25)
‘Se nossas fábricas impuserem, através de esforços repetidos, a qualidade superior de nosso produtos, os estrangeiros julgarão se vantagem aprovisionar-se na França e seu dinheiro afluirá ao Reino.’ (DOUCHY, 1992, p. 26).
Atualmente, o Japão é reconhecido pela qualidade de seus produtos, sendo visto como líder neste setor. Esta “fama” é resultado de investimento e aplicação de conceitos da qualidade. Porém, esta não foi sempre a realidade da indústria Japonesa.
Há alguns anos, o Japão encontrava grande dificuldade para comercializar seus produtos, pois os consumidores preferiam produtos de qualidade conhecida, caso de produtos americanos, alemães e suíços, visto que os produzidos no Japão, apresentavam defeitos tão logo eram adquiridos.
OS professores W. E. Deming e J. M. Juran, forneceram os princípios para que o Japão pudesse ocupar, com base na qualidade de seus produtos, posições importantes nos mais diversos setores, como componentes eletrônicos, automobilístico, computadores, construção naval, entre outros.
Em menos de 20 anos, os produtos Japoneses se espalharam pelo mercado americano e o europeu.
Segundo Douchy (1992), os japoneses iniciaram pela formação dos níveis mais altos. Depois, a formação estendeu-se a todos os ramos de empresas, a todos os níveis hierárquicos e áreas, integrando a qualidade nas mais diversas atividades realizadas.
Assim, até atingir o indivíduo, o exemplo parte do topo passando nível por nível de forma metódica. Esta abordagem tornou-se eficaz.
Mudanças no conceito de qualidade
Uma característica marcante que imperou na área administrativa por muitos anos foi a de que, como seres humanos, somos imperfeitos. Assim, nada mais normal do que nossa imperfeição se refletir negativamente nas tarefas que desempenhamos. Neste contexto, permite-se uma porcentagem de erro (ARAÚJO, 2007).
Conforme Araújo (2007), na década de 50, as organizações pouco se importavam com os clientes que consumiam seus produtos, tidos como um grupo homogêneo, com necessidades e desejos iguais. Este pensamento é até compreensível já que a variedade de produtos disponíveis era pequena.
Porém, com o advento de novas tecnologias, o avanço das telecomunicações proporcionou uma maior troca de informações, atrelada ao aumento da concorrência oferecendo produtos cada vez melhores, podendo os clientes comparar dentre os produtos oferecidos por diversas organizações, o de melhor qualidade. Como consequência, o foco das organizações passou de simples preocupação com a produtividade para atender a demanda, para o cliente.
A globalização acentuou este fenômeno. A queda das barreiras territoriais permitiu que produtos melhores produzidos em determinado país, fossem consumidos em outro, superando a distância. A ideia de que produtos melhores eram cada vez mais bem aceitos pelos consumidores, passou então a fazer parte da realidade das empresas. Inicialmente a preocupação foi em desenvolver técnicas para assegurar a conformidade do produto produzido aos requisitos. Em seguida, a visão da qualidade passou a integrar-se aos mais diversos setores de uma organização.
Segundo Picchi (1993), a Gestão da Qualidade tem evoluído, passando de uma visão corretiva, baseada na inspeção (identificação de inconformidade), a visões mais modernas, baseadas em prevenção.
Em geral os conceitos e metodologias da gestão da qualidade foram desenvolvidos em setores de transformação, como mecânica e eletrônica. A Construção Civil apresenta uma defasagem em relação à utilização destes conceitos e metodologias, resultando em problemas de qualidade, baixa produtividade e elevados índices de desperdício.
A qualidade tem sido vista como um fator de competitividade das empresas, progredindo de maneira diferenciada, tanto em países quanto empresas de diferentes ramos de atuação.
No Brasil, apesar de notáveis avanços, encarar a qualidade como um fator de competitividade está apenas no inicio. Em empresas de médio porte por exemplo, diversas são as dificuldades enfrentadas para implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade, apesar de já termos diversas que possuem uma certificação na área da qualidade. Mas isso será assunto para as próximas publicações.
Referências Bibliográficas
Douchy, Jean-Marie. Em direção ao “Zero Defeito” na empresa. São Paulo: Editora Atlas S.A., 1992. 189 p.
PICCHI, Flávio Augusto. Sistemas da qualidade na construção de edifícios. 1993. 24 p. Boletim (Técnico) – Departamento de Engenharia de Construção Civil, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo, 1993. Disponível em: . Acesso em: 18 set. 2009.
ARAUJO, Luiz Cesar G. de. Organizações Sistemas e Métodos e as Tecnologias de Gestão Organizacional. 3º Edição. São Paulo: Editora Atlas, 2007. 331 p
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/falando-sobre-qualidade/64862/

O papel empreendedor no sistema de gestão da qualidade

Este artigo tem por finalidade descrever o papel do representante da direção, referente ao atendimento de requisito na NBR ISO 9001, bem como apresentar de forma geral características empreendedoras no indivíduo que gerencia todo o sistema de gestão da qualidade.


1. INTRODUÇÃO
Devido ao grande desenvolvimento tecnológico e a melhor distribuição desses recursos entre as organizações percebemos que o grande diferencial das empresas passou a ser a administração da qualidade, sendo dentro desse contexto um diferencial competitivo, ou seja, a certificação ISO 9001 para o produto ou serviço como elemento fundamental para se gerar demanda no mercado, salientando que os processos de controle de qualidade foram desenvolvidos após o fim da segunda guerra mundial, notadamente no Japão onde existia um ambiente favorável para se testar ideias de controle de qualidade tendo como grandes ícones Deming, Ishikawa e Juran que através do trabalho desses autores podemos ainda utilizar ensinamentos no desenvolvimento de planejamento, execução e controle da qualidade com ênfase na abordagem por processo, interação dos mesmos e melhoria contínua.
Com o objetivo de desenvolver e implementar um sistema de gestão da qualidade a direção das organizações deve indicar um membro que, independente de outras responsabilidades deve gerenciar todo os sistema assegurando que todos os processos necessários estejam estabelecidos, implementados e mantidos, relatar à direção o desempenho e qualquer necessidade de melhoria no sistema, além de assegurar e promover a disseminação e conscientização dentre todos os membros da organização.
No entanto, percebemos que o primeiro passo no planejamento para implementação do sistema de gestão da qualidade que é a indicação do representante da direção já acontece com a finalidade de simplesmente atender requisito, na maioria das vezes a organização pensa no selo de qualidade ISO 9001 como produto de marketing.
Será que uma certificação ISO 9001 garante a qualidade do produto?

Para se obter sucesso não existe dúvida que a qualidade é uma condição fundamental para as empresas, nunca se falou tanto de qualidade no Brasil podemos atribuir esse fenômeno ao fato da abertura de mercado, a globalização e a concorrência com os produtos importados, daí a busca avassaladora pela certificação ISO 9001, no passado a qualidade estava atrelada à produção o mercado da indústria predominava as certificações, com o passar do tempo os conceitos de qualidade evoluíram, inclusive nos padrões ISO que hoje direciona para a gestão da empresa e o foco no cliente, abrangendo todos os conceitos consagrados de administrar corretamente uma empresa, numa visão moderna, combinando visão, cultura, recursos, estratégias e inovação, dentro dessa afirmativa surge o papel empreendedor dentro do sistema de gestão da qualidade.





2. RD COMO INDÍVIDUO EMPREENDEDOR



O RD (Representante da Direção) quando recebe o convite para ser o gestor do sistema de gestão da qualidade ele se depara com grandes desafios, dentre eles a resistência as mudanças, surgindo assim uma característica empreendedora, sair da zona de conforto e está propenso ao risco.

Mas, quem são os atores da resistência?

As pessoas são apontadas como a grande fonte de resistência, elas precisam ser sensibilizadas e motivadas a participar desse processo de transformação, novamente recai ao RD a atribuição de envolvê-las, para isso precisa desenvolver a liderança carismática. O RD precisa enxergar que o grande sucesso do sistema será atribuído a participação e o envolvimento das pessoas, ele não pode está sozinho, o sistema precisa ser planejado com base no que já existe na empresa, o desenho dos processos existentes devem ser mantidos vez que a norma ISO 9001 sinteticamente nos pede para dizer o que faz, escrever o que disse e está apto para demonstrar, nesse momento podemos fazer uma analogia com o Sistema Toyota de Desenvolvimento de Produto, onde fica evidente a interação entre pessoas, processos e tecnologia, explicando que a tecnologia deve se adequar as pessoas e processos existentes nunca o sentido inverso; para o sistema de gestão da qualidade a interação deve ser similar; o sistema de gestão da qualidade deve se adequar a cultura da organização.

Tendo o conhecimento dos requisitos da norma ISO 9001, o RD começa a enxergar que esse sistema não consiste simplesmente em um trabalho para obtenção de certificado, e sim como um sistema que nos reporta para uma forma moderna e racional de trabalho, passando a ser apontado como o grande administrador desse sistema; surgindo assim um turbilhão de ideias, assumindo maiores responsabilidades e riscos, precisando de agressividade e energia para implementar, estabelecer e manter o sistema.

O líder ou empreendedor, chamado de RD, faz a diferença para que as políticas de qualidade sejam bem implementadas porque ele deve compreender a necessidade de aprender novas habilidades e de adaptação a um novo contexto para estimular modificações no comportamento das pessoas, com o objetivo de além de motivá-las gerar resultados que beneficie a todos dentro e fora da organização, especialmente o de deixar aparecer as contribuições dos seus liderados, esse fato torna o contexto positivo para aplicações de melhorias e inovações.

O papel do RD consiste em sensibilizar a todos principalmente a direção da organização que a conquista do certificado é só um prêmio pelo trabalho realizado, e que a empresa deve melhorar e desenvolver continuamente os seus processos, tendo nas pessoas o principal patrimônio da organização, pois tudo se inicia, desenvolve e se conclui a partir delas (as pessoas), portanto o desempenho, o interesse e a participação delas é de vital importância para que o sistema seja bem sucedido, pois de nada adianta ter excelentes sistemas de planejamento e controle, estruturas arrojadas e equipamentos de alta performance se não existe o elemento que faz as coisas acontecerem.

Para se garantir a qualidade do produto os objetivos e processos devem está estabelecidos para gerar resultados de acordo com os requisitos dos clientes e com a política estabelecida pela organização; devem ser monitorados e medidos a fim de se promover ações para que se promova melhoria no desempenho dos processos. O RD precisa gerenciar diversas atividades interligadas e apresentar registros e evidências da aplicabilidade de valores agregados ao sistema que comprove a evolução do mesmo.

O pensamento deveria ser de normatizar para melhorar desempenho com foco no cliente, na melhoria contínua da organização, não se voltar absolutamente para a certificação, até porque o certificado tem prazo de validade, ou todo o esforço empregado se dará só nos momentos de auditoria? A viabilidade do negócio, a redução de custo, o melhor aproveitamento do capital intelectual deve ser sempre estudado e levado em consideração, precisamos desenvolver marcas centenárias, empresas sólidas apresentando qualidade nos seus produtos com a intenção de se sustentar no mercado.

Os métodos aplicados para fundamentação do tema proposto consiste no acompanhamento da implementação do sistema de gestão da qualidade em uma empresa do mercado imobiliário pernambucano que desde 2002 possui certificação ISO 9001, as mudanças foram evidentes, a transformação assustadora.

A empresa mencionada não tinha procedimentos específicos para a realização do serviço, foram escritas todos os procedimentos onde continha as funções, competências e habilidades de todos os membros da organização, a empresa foi dividida por processo, sendo estabelecido indicadores de desempenho para cada processo, a medida que as etapas de implementação eram concluídas percebemos que as pessoas iam se envolvendo cada vez mais, pois eram desenvolvidos programas e campanhas com o intuito de sensibilizar e comprometer as pessoas, inicialmente tudo estava voltado para um único momento a auditoria de certificação o que aconteceu com grau de excelência, na oportunidade não foi apontada nenhuma não conformidade.

No entanto, após a certificação passamos a observar que todos os registros gerados não estavam agregando valor ao negócio, e precisamos reestruturar todo o sistema percebemos que em primeiro lugar tínhamos que manter a cultura organizacional evidente, parafraseando James M. Morgan não seria o sistema enlatado que nos traria o sucesso, e sim as pessoas que desenvolvem esses sistemas. Vamos imaginar que só em atendermos os requisitos da norma ISO 9001 teríamos qualidade do produto ou serviço, seria óbvio e fácil de se conseguir sucesso e êxito nas organizações. Todos os indicadores no Brasil apontariam o sucesso absoluto para as organizações, no entanto o contexto que nos é apresentado difere totalmente desse pensamento, o que vemos são empresas que não conseguem se sustentar por mais de cinco anos.

Então o que fazer? Passamos a utilizar todas as ferramentas da qualidade como ferramentas de gestão, as decisões passaram a ser colegiadas, os membros desse colégio constituído por diretores e funcionários tinham direito a voto com mesmo peso de igualdade, a partir desse momento surgiu um verdadeiro sistema de gestão da qualidade, os demais membros passaram a figurar no cenário das decisões tendo no RD o líder e não o dono do sistema.

Os ganhos foram significativos, os clientes passaram a enxergar a qualidade na prestação do serviço, a direção mudou os funcionários mudaram; tudo mudou. Os registros deixaram de ser evidências para atendimento de requisitos e sim registros de correções, prevenções e de ações de melhorias.

O trabalho para se alcançar a maturidade do sistema de gestão da qualidade é enorme, todo o sistema é desenvolvido com base nas oportunidades de melhoria, essas medições devem acontecer periodicamente, as auditorias são fundamentais para a solidificação do sistema. O processo de auditoria pode ser considerado um dos mais ricos e o mais tenso para o RD é nessa etapa onde todo o trabalho desenvolvido será avaliado e as não conformidades que tanto nos preparamos para evitá-las devem ser enxergadas como a grande ferramenta de melhoria contínua, quando se alcança os resultados planejados conhece-se as razões objetivas para se empreender no sistema de gestão da qualidade, a realização, nada mais gratificante do que você ver o resultado do teu trabalho, provando a tua capacidade, mudando a tua visão sobre qualidade, passando a empregar qualidade também na tua vida.

Mas o sucesso para o RD não está garantido ele precisa está comprometido com a necessidade de sempre aprender, desenvolver ainda mais as suas habilidades, entender perfeitamente esse fenômeno chamado “empreendedorismo”, está atendo as evoluções, as tecnologias, as disfunções do comportamento humano, o ensinar a quem não sabe, a inovar quando do desenvolvimento de indicadores de desempenho de processo, e principalmente se tornar agente transformador dentro da organização.



3. CONCLUSÃO



Ao final do nosso trabalho podemos descrever algumas características empreendedoras que os RD’s devem possuir: autoconfiança, otimismo, persistência, resistência as frustrações, criatividade, habilidade de relacionamento, habilidade de equilibrar o sonho com a realização.

Saber que o sistema de gestão da qualidade é um modelo de gestão, a qualidade do produto ou serviço deve ser considerado a saída desse processo, não a entrada, entender que não adianta possuir um certificado de qualidade do produto se isso não agregar valor ao teu negócio e não traduz a realidade do teu negócio.

Ter em mente que tudo que fazemos consiste em um processo de aprendizagem e principalmente saber que nada é tão bom que não possa ser melhorado.



4. REFERÊNCIAS



ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT, Rio de Janeiro. Normas ABNT sobre Sistema de Gestão da Qualidade. ISO 9001:2008.



BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de Empreendedorismo e Gestão. 1ª ed., São Paulo: Ed. Atlas, 2010.



MORGAN, James M. e LIKER, Jeffrey K. Sistema Toyota de Desenvolvimento de Produto: integrando pessoas, processos e tecnologia, Porto Alegre: Ed. Artmed, 2008.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Como criar mentes inovadoras

“Trabalhar mais inspirado e com as pessoas certas é o caminho para conseguir inovar mais naturalmente, quase que sem querer”, diz Charles Bezerra, diretor executivo da Gad’Innovation
Muitas empresas se questionam se dá para fazer mais com menos gente e melhor em menos tempo. Para Charles Bezerra, diretor executivo da Gad’Innovation, basta ter pessoas inspiradas que criticam suas próprias ideias para ver se elas resistem e reflitam sobre seus próprios processos, assim como fez o cientista Albert Einstein.
“Trabalhar mais inspirado e com as pessoas certas é o caminho para conseguir inovar mais naturalmente, quase que sem querer. Tudo é coisa da nossa cabeça, inclusive a inovação. Nossos pensamentos criam nossos mundos, nossas casas, nossas empresas”, considera Bezerra.
Para criar mentes inovadoras o executivo aconselha resgatar a humildade. Entre outras dicas, Bezerra lista:
- Ter uma mente de criança, que é curiosa, humilde e com ingenuidade criativa;
- Via negativa. “É reconectar com o todo e inovar naturalmente. O xadrez é tido como algo complexo e também com a visão do futuro, para inovar você precisa tomar a mesma posição de um jogador: enxergar suas próximas dez jogadas em um papel em branco”, diz;
- Inovadores vêm antes de inovação. “Não precisa nada de novo para inovar. Envolve desaprender muito mais do que aprender… não estamos usando toda nossa capacidade, afinal nosso potencial é infinito. Inovar envolve pessoas e, muitas vezes, pessoas consideradas não classificadas por conta de um resultado operacional. Eu como professor de mestrado cheguei à conclusão de que os piores alunos [conforme classificação operacional] podem ser os melhores, eles só precisam de alguém para ajudá-los. Mas isso não significa que operações não são necessárias, apenas que nem sempre são os melhores métodos”;
- O método de inovação Tabajara. “É aquele que faz do seu problema uma solução. Pense no sistema de soluções de forma mais ampla possível”, aconselha Bezerra;
- As variáveis escondidas. “Às vezes o mínimo esforço garante os melhores resultados. A gente só precisa encontrar essas variáveis abrindo nossas mentes”;
- Envolve uma cultura. “Temos que ser capazes de debater nossas ideias, compartilhar sentimentos, assim como os Índios”, conclui.
http://informationweek.itweb.com.br/8930/como-criar-mentes-inovadoras/

Alunos de administração da FGV ajudam MPEs melhorar seus negócios


SÃO PAULO - As MPEs (micro e pequenas empresas) de São Paulo já podem contar com uma ajudinha extra para otimizar seus processos: os alunos dos cursos de Administração de Empresas e Administração Pública da FGV (Fundação Getulio Vargas) estão auxiliando algumas destas companhias a identificar gargalos, bem como a solucioná-los.
A ação promovida pela EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo) faz parte de um projeto da universidade e promete uma série de benefícios ao empreendedor.
“As empresas participantes tem a oportunidade de rever seus processos e otimizá-los a partir de um plano de melhorias e inovação apresentado pelos alunos no final do semestre”, explica o professor e coordenador do Fórum de Inovação da EAESP-FGV, Marcos Augusto Vasconcellos.
Como funcionaFunciona mais ou menos assim: um grupo de alunos escolhe uma empresa parceira da universidade e visita a companhia durante o período de seis meses. A partir disso, identificado os principais problemas operacionais, ele propõe então soluções que possam contribuir com a MPE.
“É uma espécie de consultoria mesmo, em que oferecemos soluções baratas para o micro e pequeno empreendedor a partir de uma análise do funcionamento da empresa”, explica o aluno do curso de Administração Pública da FGV, Lucas Djin Ito Santiago, de 20 anos, que enxerga com bons olhos a oportunidade.
“É a primeira experiência profissional que temos fora da universidade. É a nossa primeira consultoria”, diz.
Alunos também ganhamE como já observado, não só as MPEs é quem ganham com essa parceria: os alunos também.
“O principal objetivo da disciplina Projetos Organizacionais é aproximar os alunos da graduação da realidade empresarial. Assim, eles podem desenvolver uma visão integrada das organizações e ganhar experiência profissional ainda durante o seu período de formação”, argumenta Vasconcellos.
Segundo ele, o projeto acumula atualmente a participação de 240 empresas de micro e pequeno porte, de todos os setores de atividade – empresas, administração pública e terceiro setor-, que podem contar com a ajuda dos alunos de forma gratuita.
“A participação no projeto não tem custo para o empreendedor. Nossa única exigência é que a empresa, assim como funcionários, se predisponham a receber os alunos e forneçam as informações solicitadas para a elaboração dos relatórios da forma mais fidedigna possível”, explica o professor.
Se interessou?Quem tiver interesse em em participar do projeto deve entrar em contato com o CEDEA (Centro de Desenvolvimento do Ensino e da Aprendizagem) através do e-mail: cedea@fgv.br ou pelo telefone: 3799-3207. E não se esqueça, apenas empresas da Grande São Paulo podem participar.
http://www.infomoney.com.br

Qualidade: Por que as empresas, realmente, buscam isso?


Ao nosso redor existem diversas empresas que buscam se qualificar, ser a melhor, servir de referência para o mercado. Mas, até que ponto elas querem, realmente, ser a melhor? Será que muitas delas não querem apenas aparentarem ser a melhor? Há uma grande diferença entre ser e parecer. Vocês devem saber disso. No caso de uma empresa, “ser algo” é quando toda a empresa comprova que é. Ou seja, quando o produto ou serviço demonstra ser o que a empresa promete que sejam, quando os funcionários acreditam nessa promessa, quando a administração investe nisso e quando todos os que trabalham para ela continuar sendo o que é e sentem orgulho de dizer que fazem parte disso. O estado de “ser” depende de vários fatores, mas o principal é o humano. São as pessoas que trabalham em uma empresa que vão modificá-la, melhorá-la e trabalhar para que ela evolua. Embora alguns programas de qualidade digam que a maior parte dos problemas está nos processos e não nas pessoas, são elas que elaboram os processos. Digo que o fator principal é o humano porque se esse não acreditar que a mudança é necessária para a empresa se tornar o que quer ser, ela nunca chegará a isso. Ou então, irá apenas parecer. Muitas empresas parecem legais, mas quando olhadas bem de perto, hum… que decepção! A busca pela qualidade fez aumentar a procura pelos programas que auxiliam as organizações a entrarem em padrões para conseguir a tão almejada certificação. E, após conseguirem, as empresas exibem o selo da qualidade e, por pouco, não dizem diretamente às concorrentes: somos melhores que vocês! Porém, em alguns lugares, a qualidade só está no selo. O tipo de empresa que busca a “qualidade” do selo só para aparecer é aquela que os próprios funcionários não acreditam que a empresa possa tê-la. E, se eles não acreditam, o que resta para o público externo? Os administradores – refiro-me aos dirigentes de empresas – dão inicio aos programas de qualidade sem conversar com seus funcionários, sem fazer eles crerem nessa ideia. Nesses casos, o que se escuta do público interno é: Ih! Isso nunca vai funcionar aqui. Nossa, quanta besteira! Ah não, dá muito trabalho. Assim, as mudanças são executadas só para os avaliadores. Após eles irem embora, tudo começa a voltar ao normal. Pode ser um pensamento um tanto quanto utópico, mas acredito que se as empresas buscassem se qualificar para ser o melhor que elas podem ser, não melhor que a concorrente, realmente conseguiriam ter e oferecer qualidade em seus processos. Mas, como eu disse, seria necessário trabalhar primeiro o fator humano – a começar pelos gestores.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

FNQ lança grupo de estudo de inovação em parceria com FGV

Composto por mais de 25 empresas e instituições parceiras, o grupo tem como objetivo compartilhar conhecimento e disseminar conceitos de gestão da inovação, conscientizando as organizações brasileiras


A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) e a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV - EAESP) lançam o Grupo de Estudo – Gestão da Inovação para debater e disseminar conceitos sobre o tema para que faça parte da agenda estratégica das organizações brasileiras de todos os portes e segmentos.
O grupo conta com a participação de mais de 25 empresas e instituições parceiras, entre as quais a Suzano, Siemens, Embraer, Fibria Celulose, Correios, Cemig, Abbott, Promon, além do Instituto Ethos, Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (ANPEI).
Para fazer parte do time, as companhias passaram por um processo de avaliação, em que tiveram que cadastrar suas práticas de inovação no Banco de Boas Práticas da FNQ e submetê-las a uma análise de acordo com o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), disseminado pela Fundação. As empresas com as melhores iniciativas foram selecionadas para ingressar a equipe.
Sob a coordenação técnica do professor da FGV - EAESP Marcos Vasconcellos, o grupo pretende se reunir mensalmente para discutir o conceito de gestão da inovação, compartilhar casos de sucessos, realizar pesquisas, produzir artigos e publicações, bem como desenvolver capacitações sobre o assunto e conscientizar as organizações brasileiras sobre a importância da inovação.
O superintendente-geral da FNQ, Jairo Martins, destaca que inovar é uma necessidade básica das empresas para assegurar sua perenidade e aumentar sua competitividade no mercado, garantindo que o Brasil possa melhor aproveitar as oportunidades do atual momento econômico. "Cada vez mais, a inovação precisa fazer parte da cultura das organizações e deve estar relacionada não apenas à tecnologia, pesquisa e desenvolvimento, mas compreender todas as áreas da empresa, como marketing, gestão de pessoas, relacionamento com cliente e sociedade, etc.", conclui.
Ele ressalta ainda que, juntas, a FNQ e a FGV-EAESP poderão colaborar na difusão do conhecimento e boas práticas da gestão da inovação, a fim de contribuir para o desenvolvimento das organizações e, consequentemente, do país.
http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/fnq-lanca-grupo-de-estudo-de-inovacao-em-parceria-com-fgv/55710/

3 tendências tecnológicas para empreendedores



3 tendências tecnológicas para empreendedores
foto/Laffy4k
Mary Meeker, foi uma analista de ações de tecnologia e hoje é sócia do representativa empresa de venture capital Kleiner Perkins Caufield Byers. Anualmente Meeker produz uma avaliação de tendências para a indústria de tecnologia, e acreditem, a indústria a escuta. 

Seu mais recente relatório apresentado em 31 de Maio destaca diversas tendências e números de incentivos capazes de deixar qualquer empreendedor de olhos bem abertos, afinal, a primeira parte de um empreendimento é vislumbrar uma oportunidade, uma demanda.

Dentre todos os dados e insights, iremos falar sobre 3, mas claro que desde já indicamos o download do Internet Trends aqui

1. Corram para as colinas.

Se acalme, o mundo não está acabando, mas este meme, que ficou muito famoso justamente pelos boatos de um fim do mundo em 2012 serve para ilustrar o cenário do mercado para empresas que utilizam a internet como canal de venda.  Segundo o relatório de Meeker, o ocidente está perto de uma saturação, só nos EUA, por exemplo, 79% da população tem acesso e usa a Internet, ou seja, o mercado tem poucas chances e uma fatia pequena para expansão e projeções de negócios. 

Isso não quer dizer que o mercado online ocidental não tenha valor, mas se estamos falado de empreendedorismo estamos automaticamente falando de desbravadores, e nesse quesito o oriente é um mercado promissor. Meeker sugere a Ásia, particularmente a China, um país com cerca de 513 milhões de usuários de Internet (mais do dobro dos 245 milhões dos EUA) e esse valor representa apenas 38% de penetração no mercado, conseguiu vislumbrar a oportunidade? Corram para o oriente. 

2. É a hora do Mobile.

A verdade é simples, o mercado da computação e telecomunicação móvel não para de crescer. Segundo o relatório, os EUA vê 31% de crescimento ano-a-ano desta área, e novamente oportunidades se mostram em mercados que têm baixa penetração como a Índia, a China e a Rússia. 

O problema do mercado mobile continua sendo o mesmo, encontrar um modelo de monetização através do celular, é preciso assumir que as soluções de sucesso são ínfimas comparados com outros nichos de mercado, o e-commerce móvel, por exemplo, representa bem menos de 10% do comércio eletrônico em geral, ou seja, é uma área promissora, mas também com bastante desafios. 

3. O Android das massas.

Quando o Android surgiu no mercado poucas pessoas davam alguma coisa para ele - me lembro que a maioria que apostava no SO móvel eram pessoas familiarizadas com tecnologia open source -, mas o simpático robozinho verde conquistou o seu espaço.

Não dá pra negar, o Android cativou desenvolvedores, aguçou a preocupação com o design e usabilidade das aplicações, e, com isso, conquistou mais clientes. As vendas de celulares com Android crescem quatro vezes mais rápido do que as vendas do iPhone.

Porém, apesar de todo o crescimento, o Android ainda não conseguiu representar mais lucro do que um produto da Apple, que faz dinheiro porque ela controla o seu próprio ecossistema, uma espécie de fechadura que prende os clientes a sua plataforma de hardware altamente rentável.

O Android está na mão da maioria das pessoas, mas se você quiser alcançá-las será necessário oferecer algo que elas realmente queiram e gerenciar as transações de uma forma eficiente e eficaz, aceita o desafio?
http://www.cidadeinternet.com.br/tecnologia/zoom/3-tendencias-tecnologicas-para-empreendedores/
 

sábado, 2 de junho de 2012

Você sabe o que é competência essencial?

O autor indiano C.K. Prahalad em “Competindo pelo futuro”, contribui para o processo de formulação de estratégias empresarias, quando define um conceito sobre o que é competência essencial

O autor indiano C.K. Prahalad em "Competindo pelo futuro", contribui para o processo de formulação de estratégias empresariais, quando define um conceito sobre o que é competência essencial. Prahalad, define competência essencial como um conjunto de habilidades e tecnologias que permite a uma organização oferecer um determinado benefício aos clientes. Você identifica uma competência essencial, quando ela gera valor percebido pelo cliente, provoca diferenciação entre concorrentes e possui capacidade de expansão.
Qualidade na entrega do produto ou serviços, e respostas rápidas no atendimento ao cliente, não são competências essenciais, são atributos obrigatórios, competências básicas, fatores críticos de sucesso para qualquer empresa. Para sobreviver no mercado, a empresa precisa entregar qualidade em tudo aquilo que faz. Para crescer e se perpetuar, a empresa desenvolve competências essenciais. Portanto, competências essenciais não são especificas de produtos, mas contribuem para a competitividade de uma gama de produtos ou serviços, e podem até transcender as unidades de negócios da organização.
As competências essênciais têm um impacto profundo sobre o potencial de crescimento e diferenciação competitiva de uma empresa, como por exemplo, no caso da Sony, a capacidade de oferecer aos clientes portabilidade de sua linha de produtos, a miniaturização de seus produtos inovadores, formam uma posição de liderança no mercado de eletrônicos. O compromisso da Sony com a eletrônica de bolso precedeu a invenção do walkman, do toca-discos a laser portátil e da televisão de bolso. As competências mais valiosas são as que abrem as portas para uma ampla variedade possíveis de mercados e de produtos, por isso a Sony, acredita no seu potencial inovador em mercados dos computadores portáteis, notebooks, netebooks e tablets.
"É difícil embarcar no trem do desenvolvimento de competências depois que ele sai da estação". Prahalad entende que, em um mercado altamente competitivo, seria extremamente difícil para qualquer empresa, começando do "zero", alcançar rapidamente as competências em comunicação sem fio da Nokia ou o design inovador da Apple, e o saber fazer motores Honda.

A integração entre as áreas de conhecimento da organização é a marca da autenticidade das competências essenciais. Fica muito difícil uma competência essencial se basear inteiramente em um único indivíduo ou em uma pequena equipe. É essencial fomentar a inovação nas unidades organizacionais, permitindo que as pessoas experimentem, aprendendo com os erros e correndo riscos, implantando uma cultura aberta e questionadora, tornando assim o processo de estratégias bastante democrático.
Finalmente, é interessante observar, que uma competência essencial pode ser uma fonte de vantagem competitiva, pois é uma competitividade única e contribui para o valor percebido pelo cliente ou para o custo, mas nem toda vantagem competitiva constitui uma competência essencial, como por exemplo; a marca e os canais de distribuição da Coca-Cola, embora sejam fontes da vantagem competitiva, mas não são as competências essenciais da Coca-Cola. Localização das fábricas próximos aos fornecedores de matérias-primas, localizadas em um lugar onde o custo de mão-de-obra é mais baixo, todos esses exemplos são vantagens competitivas, mas não são competências essenciais.
http://www.administradores.com.br

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