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quinta-feira, 8 de março de 2018

Campanha de incentivo a leitura #50mais1




50mais1, Campanha de incentivo a leitura da FazINOVA Brasil
Assista ao vídeo da campanha e espalhe a leitura pelo Brasil. 
A FazINOVA acredita no poder dos livros de mudar vidas. E por isso resolvemos juntar todas as nossas forças, através dos inúmeros Embaixadores que temos pelo Brasil, para disseminar o hábito da leitura com a campanha “50mais1”.
Mais uma vez surpreendido e encantado com o trabalho de Bel Pesce, sim, ela mesma, a escritora do famoso livro A menina do vale. Uma jovem empreendedora brasileira que está sempre buscando estimular outros jovens a “fazer acontecer”, empreender e desenvolver habilidades e competências de modo responsável. É importante ressaltar o compromisso com o social porque a missão da empresa é muito clara e acredita que nosso país é o resultado da soma das ações de todos nós.
No Brasil, metade da população tem o hábito de ler. Cinquenta mais um desafia você, leitor, a compartilhar esse hábito emprestando um livro que você gosta para um amigo, e assim, trazendo cada vez mais pessoas para esse universo da leitura.

#Para participar é simples:

  • Tire uma foto com o livro que será compartilhado.
  • Diga qual amigo vai receber o livro.
  • Poste nas redes sociais com a #50mais1 indicando mais 3 amigos para continuar a corrente.
Para facilitar a postagem, a FazINOVA montou esse texto que pode ser copiado e compartilhado:
Fui desafiado a compartilhar um livro e incentivar a leitura no Brasil com a campanha #50mais1.
Um livro que me ensinou muita coisa foi “nome do livro” e eu vou emprestá-lo para a “nome do amigo” E desafiar meus amigos “amigo1”, “amigo2” e “amigo3” a também compartilhar um livro e desafiar outras pessoas.

https://thiagoteca.wordpress.com/category/promocao-da-leitura/

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Empresas revelam inovação portuguesa no México


Empresas portuguesas revelam, no México, a inovação nacional desenvolvida na área das tecnologias para a educação, atividade seguradora ou indústria elétrica automóvel.

Empresas portuguesas revelam por estes dias, no México, a inovação nacional desenvolvida na área das tecnologias para a educação, atividade seguradora ou indústria elétrica automóvel, dividindo o palco com concorrentes provenientes de várias partes do mundo.
É no Congresso Mundial de Tecnologias de Informação (WCIT), que decorre desde segunda-feira e até quarta, na cidade de Guadalajara, que uma embaixada de empresas portuguesas aproveita para se promover e concretizar negócios.
A missão nacional junta-se no ‘stand’ da “Portugal Connect”, projeto lançado pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Mexicana (CCILM), e partilha o palco das tecnologias de informação com empresas e organizações locais, brasileiras, canadianas, tailandesas ou nigerianas.
No México, Portugal tenta uma afirmação importante na área da educação e, para isso, a JP Inspiring Knowledge (JP-IK) instalou a “Escola Popup JP-IK” onde destaca os computadores Magalhães, os ‘tablets’ e os quadros interativos.
Ana Mouta, da JP-IK, afirmou à agência Lusa que a empresa, que está presente neste mercado desde 2010, aposta ainda na formação e tem como objetivo a expansão e a construção de uma fábrica.
Por sua vez, a Micro I/O quer entrar no México com o UniCard, uma solução integrada para a escola que permite controlar a assiduidade dos alunos e pode ser usado para ir ao bar e à cantina, permitindo retirar o dinheiro do recinto e, assim, aumentar a segurança em termos de roubos e ‘bullying’.
Mário Couto, representante da empresa, salientou que o objetivo é ainda encontrar um parceiro estratégico no México para as soluções UniCard e Citibrain, a qual criou um cartão que controla vários serviços na cidade, nomeadamente os transportes.
A i2S- insurance knowledge apresenta soluções para a atividade seguradora, como o GIS – Global Insurance Solution, que faz toda a gestão de uma companhia de seguros.
“O México é um mercado promissor, é o segundo maior país em termos de mercado segurador para a América Latina. Viemos aqui desenvolver potenciais negócios”, frisou Raul Rodrigues, diretor comercial da empresa.
A ITPEERS trouxe dois produtos, o “Multipeers” e o “Datapeers”, soluções tecnológicas desenhadas para melhorar o desempenho das empresas.
“O nosso objetivo é ampliar a ação que já temos na América Latina. O nosso intuito é encontrar parceiros, sócios, no México que permitam trabalhar o mercado através deles com os nossos dois produtos”, frisou o representante da empresa Jorge Santos Silva.
Vocacionada para a indústria eletrónica automóvel, a Controlar procura também parceiros que deem suporte local à empresa que desenvolve máquinas que permitem validar equipamentos como computadores de bordo, sistemas de comunicação e segurança, sistemas de entretenimento áudio/vídeo, sistema de navegação e de condução autónoma de veículos.
“Ao mesmo tempo visitar clientes finais para termos uma perceção melhor do mercado e como podemos adaptar os nossos produtos às necessidades deles”, sustentou Fernando Leite, responsável pela Controlar.
A Neológica, ligada à indústria de moldes, já está presente no México há 15 anos, um mercado que representa cerca de 50 a 60% do volume negócios da empresa, atingindo cerca de dois milhões de dólares (quase 1,6 milhões de euros).
O diretor geral da empresa, Fernando Marques, referiu que a estratégia no México passa pela escolha dos parceiros certos, pela formação e pela proximidade com os clientes.
Mesmo ao lado do ‘stand’ nacional, uma empresa mexicana apresenta as impressoras 3D, onde vai criando os mais diversos objetivos, anunciando uma revolução neste mercado com o lançamento em 2015 de uma impressora de baixo custo e, mais à frente, um “tricopter”, um pequeno helicóptero telecomandado também chama a tenção de muitos visitantes.
No WCIT apresentam-se ainda soluções para as mais diversas áreas, desde a saúde, à indústria automóvel, havendo ainda espaço para mostrar o artesanato local.

http://observador.pt/2014/09/30/empresas-revelam-inovacao-portuguesa-mexico/

Inovador para setor automobilístico

O estudante Darcy de Gusmão Oliveira, do curso de Engenharia de Controle e Automação da Faculdade Anhanguera de Taubaté (unidade 2), desenvolveu um projeto como conclusão de curso que traz uma inovação para o setor automobilístico, na área de discos de freio. O aparelho, denominado ‘Robodisc’, demonstra eficiência quando comparado aos métodos convencionais, assegurando em todas as etapas as vantagens de uma usinagem com qualidade, segurança e muito mais ágil por não depender da desmontagem completa dos discos de freio para o processo.
O Robodisc é um equipamento compacto e versátil, cuja principal característica é a retífica dos discos de freio de veículos diretamente no cubo da roda, sem a retirada dos mesmos do veículo. Utiliza o método de usinagem por corte intermitente, o que elimina ranhura única e espiral, que é responsável por ruídos na frenagem.
Este processo, aliado à estrutura compacta do pequeno Robodisc, resulta em uma usinagem estável e sem vibrações. O equipamento foi patenteado para assegurar todos os direitos de fabricação, importação e exportação.
O estudante Darcy de Gusmão Oliveira com o equipamento Robodisc.
Imagem: Divulgação
“Com a utilização do Robodisc, o trabalho de retífica de discos de freios automotivos se dá de maneira prática, eficiente e em menos tempo do que o convencional. E sem dúvida, com economia e garantia de bom desempenho no processo”, avalia Darcy Oliveira. “Isso facilita o trabalho dos prestadores de serviços de manutenção automotiva e seus clientes”, completa.
Segundo concluiu a pesquisa, os benefícios na retífica de disco de freio com o novo equipamento são inúmeros, se comparado aos métodos convencionais atualmente utilizados. Entre as vantagens estão: o tempo necessário para desmontar o disco da roda do veículo, o que com o Robodisc não é necessário, e o perfeito alinhamento das faces dos discos, pois com o aparelho se mantém a geometria utilizada do próprio veículo, o que em métodos convencionais fica completamente comprometida.
“Além de tudo isso, é possível assegurar a satisfação total do cliente, que terá seu veículo à disposição em muito menos tempo - o que foi comprovado através de vários testes sucessivos - com mais segurança, qualidade e confiança”, afirma Darcy.
Segundo o estudante, a credibilidade de mercado está se tornando uma briga cada vez mais acirrada quando o assunto é prazo, preço e qualidade. O equipamento dispõe de facilidades e agilidades incontestáveis junto aos centros automotivos. Todos os ganhos obtidos com o equipamento Robodisc representam para estes estabelecimentos um marco da inovação na retífica de discos de freios.
O processo produtivo do projeto está em fase de implementação e deve gerar novos empregos. “Para chegar a um trabalho tão magnífico, a Anhanguera contribuiu enormemente para esse resultado e para minha formação profissional. Em sala de aula conheci novos conceitos e tecnologias, além de poder contar com o compartilhamento de conhecimentos dos professores, que têm vasta experiência no mercado, o que torna o curso muito respeitado e de muita credibilidade”, finaliza Darcy.

fonte: http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/12276-academico-desenvolve-projeto-inovador-para-setor-automobilistico

Ideação como Parte da “Máquina de Projeto de Inovação”

make-ideation-part-of-the-innovation-project-machine


Por que a nossa forma de trabalhar com a ideação é diferente da que normalmente executamos projetos? Este artigo argumenta que as duas formas de trabalho podem ser combinadas em uma “máquina de projeto de inovação” que captura novas ideias e executa a inovação de forma mais eficaz, inspirada na gestão de projetos ágil e com aprendizagem para os gestores.
Falamos muito sobre a necessidade de acelerar a inovação e ter abundância de modelos, processos e ferramentas para inovação. Por que muitas organizações ainda enfrentam desafios em fazer inovação na prática?
Um grande empecilho para o sucesso da inovação é uma fase de ideação pobre – por ser a ideação uma disciplina “jovem”. Muitas vezes, a ideação não é devidamente integrada no comportamento da organização assim como outros processos de negócio, nem amplamente aceita entre os gestores. Em outros casos, as ideias inovadoras são de fato capturadas na fase de ideação, mas perecem quando alimentam a “A máquina de projeto”, por não se encaixarem na nossa forma de fazer projetos.
Somos muito mais experientes na gestão e execução de projetos nas áreas de negócio estabelecidas do que em ideação. Somos assim porque temos o que chamo de “A máquina de projeto” – uma instituição eficiente, com procedimentos, hábitos e habilidades para atingir metas e alcançar resultados ao longo de um período de tempo definido com o estabelecimento de objetivos, organização de equipes, motivação das pessoas, colaboração e execução.
Muitos gerentes e pessoas pensam de ideação como a parte engraçada, ter um dia de folga, talvez seguido de uma reunião ou duas.
Ideação vive uma vida própria, não está integrada na máquina de projeto e normalmente perde o real envolvimento e execução para além dos primeiros, conceitos nebulosos. O resultado é um monte de ideias promissoras que ficam presas devido à imprecisão e falta de modelos de execução adequados, e uma falta de pessoas para aceitar o desafio e executar essa maratona com um alto risco de fracasso. Além disso, ideação não é aceita e priorizada como são projetos em outros campos. Muitos gerentes e pessoas pensam em ideação como a parte engraçada, ter um dia de folga, talvez seguido de uma reunião ou duas.
É por isso que precisamos de “campeões de inovação”. Mas pense sobre isso – por que é assim? Será que precisamos de campeões do projeto? Sim, os gerentes de projetos são essenciais e muito apreciados e valiosos para uma organização. Mas não estamos em déficit de gerentes de projeto na mesma medida como estamos com os campeões de inovação. Na verdade, temos gerentes de projeto mais dedicados do que nunca. Educamos muitos deles. O gerenciamento de projetos é uma habilidade de negócios estabelecida com ferramentas, normas e certificações bem definidas (ver, por exemplo, o Project Management Institute, www.pmi.org).
Em ideação, o progresso do projeto é extremamente dependente da dedicação e do tempo de algumas pessoas. Em muitas organizações é esperado ainda que esses profissionais – além do seu trabalho normal – amadureçam ideias frágeis em conceitos inovadores. Assim, as habilidades, ferramentas e métodos de gestão de ideia não são tão avançadas quanto em gestão de projetos.
A máquina de projeto não é boa em inovar. Os projetos podem ser eficientemente executados, mas muitas vezes com nenhum ou menor pensamento de fazer as coisas de forma muito diferente na corrida para realizar as metas e atingir os prazos. A execução de projeto é, em essência, sobre obter uma qualidade definida no tempo, criar predição e reduzir riscos. Assim, os resultados não estão mudando o jogo – e não se espera que sejam, na maioria dos casos.
Quando se trata de projetos de inovação há um choque. Muitas ideias têm pontas soltas quando eles são introduzidas na máquina projeto, por exemplo a primeira ou segunda fase do processo de Stage-Gate. Ideias inovadoras para mudar o jogo normalmente precisa de mais amadurecimento com outros meios que não são normalmente usados na máquina de projeto. Ideias inovadoras são difíceis de avaliar por critérios padrão, como “ajuste à estratégia” ou “tempo-para-mercado”. Tal ideia está frequentemente fora da estratégia (criando, assim, uma organização repulsiva) e talvez tenhamos apenas frágil conhecimento de quando poderia estar pronta para o mercado. Mas pode ser uma ideia que realmente faz a mudança do jogo.
É difícil medir, diretamente, o retorno sobre o investimento (ROI) de ideação. Novas entradas, mudanças e diferentes pessoas envolvidas alterarão a ideia original através do funil de inovação e o processo de stage-gate. Então, como a ideia original foi capturada? Quão valioso foi o processo de ideação em comparação com o seguinte processo de inovação e os investimentos no desenvolvimento, marketing, etc? Teríamos encontrado a ideia de qualquer maneira, por coincidência, sem um processo de ideação sistemática? Perguntas difíceis de responder, mas necessárias, se deve continuar a investir na ideação.
Uma falha típica ao se deslocar de ideação para projeto de inovação é que tentamos medir ideias inovadoras com ferramentas de ROI já na definição do projeto.
Na máquina de projeto, medir o ROI é uma parte inerente de fazer um projeto e avaliar o seu sucesso. É uma parte da caixa de ferramentas e está intimamente relacionado com os resultados e metas. Uma falha típica ao se deslocar de ideação para projeto de inovação é que tentamos medir ideias inovadoras com ferramentas de ROI já na definição do projeto. Nesta fase, as ideias muitas vezes não estão prontas para o uso de ferramentas que são adequados para projetos bem definidos em mercados bem definidos.
Assim, temos duas formas separadas de trabalhar criando resultados inadequados, apesar de cada forma de trabalho tem suas próprias forças em termos de criação e execução.
Perguntas-chave: Podemos de alguma forma combinar ou integrar a nossa forma de trabalhar com ideação e gestão de projetos para construir uma máquina de projeto de inovação forte?

Para uma máquina de projeto de inovação eficiente

Em primeiro lugar, precisamos melhorar a própria fase de gestão de ideias. Uma das maneiras mais promissoras de trabalhar sistematicamente com ideação é torná-la orientada por desafios, ou seja, definir o escopo de um desafio cuidadosamente e envolver as pessoas em um projeto de ideação específico para resolver o desafio em um período limitado de tempo. Ideação orientada por desafio pode, sob as circunstâncias certas, criar resultados promissores que são operacionais, por isso é possível agir, assim que a campanha acabar.
A administração tem a oportunidade de definir o escopo de um desafio estratégico, técnico ou comercial específico; por exemplo, novos produtos, melhorias de produtos, processos, novos métodos de trabalho, novas iniciativas em vendas e marketing etc, usando o poder da organização através de silos e disciplinas. Ideação oriendada por desafio tem a oportunidade de envolver e “energizar” um grupo mais diversificado de usuários em um curto e intenso processo de resolução de um problema específico.
O amplo envolvimento melhora as chances de encontrar ideias para mudar o jogo e tem a vantagem de criar uma ampla propriedade de stakeholders no início do processo necessário para a posterior implementação.
Para a nossa experiência uma série de questões é essencial para fazer a ideação, também orientada por desafios, funcionar corretamente. Entre as mais importantes e amplamente reconhecidas são:
  • Ter foco da gestão topo sobre a importância da ideação
  • Garantir compromisso dos “donos do problema” e patrocinadores nas sessões de ideação específicas
  • Obter o escopo desde o início – escopo não claro dá resultados vagos
  • Definir os critérios e regras corretos para avaliar o valor de ideias inovadoras
  • Motivar os usuários a participar continuamente em sessões de ideação – online e offline
  • Envolvimento precoce dos stakeholders certos
  • Identificar usuários para ideação na organização além dos suspeitos do costume
No entanto, para capturar plenamente o potencial de ideação precisamos colocar a nossa habilidade de execução de projeto no “modo de ideação”.
Experiência de Agile Project Management (APM) é interessante e pode ser adaptada a uma forma uma nova maneira de trabalhar com gestão de projetos em inovação de ponta a ponta (end2end). APM desenvolvido em projetos de software maiores como uma resposta ao fracasso do modelo de gestão de projetos tradicional em lidar com as necessidades dos clientes pouco claras e rápidas mudanças dos mercados. Em vez de objetivos fixos e marcos, pontos centrais para APM se tornaram pessoas, equipes interdisciplinares, flexibilidade e resultados contínuos para garantir a satisfação do cliente.
Jim Highsmith (2004) levou APM para o desenvolvimento de produtos e desenvolveu uma metodologia em torno de APM. O que é interessante é “a capacidade de equilibrar flexibilidade e estabilidade” – falar livremente, “não sabemos para onde estamos indo, mas isso não significa que não podemos trabalhar sistematicamente com gerenciamento de projetos”.
APM como um método de gestão de projetos oferece um conjunto de valores, princípios e práticas para ajudar as equipes a desenvolver coisas novas em um ambiente desafiador. APM é focado na construção de projetos em torno de indivíduos motivados e promover equipes auto-organizadas, bem como assegurar a cooperação diária em projeto entre empresários e developers¹.
Faz sentido construir um novo processo de inovação integrando as melhores práticas de ideação e gestão de projetos, como ilustrado abaixo:

Aprendizagem para gestores

Como você enquanto gerente pode integrar ideação com gestão de projetos? Eu vejo três tipos de
Aceitação organizacional
  • Fazer simples e aceitável escolher ideação e assegurar a confiança nos processos e ferramentas. Contar as boas histórias. Fazer esforços para a criação de ampla colaboração entre silos.
  • Fazer participação na ideação valer promoção de carreira. Integrar ideação nos contratos de trabalho e conversas de desenvolvimento anuais. Motivar as pessoas a se engajar no processo de ideação por incentivos sociais. Aceitar ideação como trabalho importante igual a outros projetos e operações diárias.
Gestão de projetos
  • Usar a abordagem “Gestão de Projetos” para dirigir as equipes de inovação devido a sua alta aceitação organizacional, embora redefinir o processo de projeto para incluir ideação
  • Reciclar gerentes de projeto com competências de gestão de ideação. As habilidades devem incluir capacidade de fazer um pensamento visionário, envolver as equipes, capacitar pessoas, gestão colaborativa e quebrar incertezas até tarefas parciais que podem ser tratadas e, assim, esclarecer potencial e risco. Também ferramentas e métodos relacionados a estudos etnográficos, brainstorming, ideação colaborativa virtual, prototipagem rápida, design visual, design de serviços e co-criação deve ser partes do novo caixa de ferramentas de gestão de projetos.
Processo de tomada de decisão
  • Evitar fóruns paralelos para a tomada de decisões, usar as já existentes, como Stage-Gate
  • Rever/adaptar os critérios para incluir ideias em fase inicial
  • Integrar a gestão de portfólio do funil de ideação E projetos estabelecidos. Isso inclui um sistema de mensuração que permite estabelecer comparações entre as duas categorias. Ao avaliar ideias e conceitos na fase de ideação, definir as medidas e critérios corretos de
  • Se o funil é ruim, você pode precisar não começar tantos projetos ou mesmo desligar projetos existentes para permitir que os recursos fluam para a ideação, a fim de re-construir o funil. Matar projetos quando necessário.
Por: Tomas Vedsmand | Tradução por: Filipe Costa

Sobre o Autor
Tomas Vedsmand é um profissional de inovação com mais de 15 anos de experiência com a inovação, processos e estratégia de negócios. Ele trabalhou na estruturação de processos de inovação, bem como gestão da inovação nos várias consultorias, start-ups e empresas. Seu foco nos últimos anos tem sido sobre como capturar entradas de usuários e “lead-users”, e como obter valor a partir de plataformas de software de gestão de ideia. Tomas tem experiência em setores como alimentos, varejo, construção, tecnologia limpa e setor de serviços. Ele tem um PhD em inovação de alimentos e atualmente é sócio da GEMBA Innovation8ideas.


1. The Agile Manifesto principles: (agilemanifesto.org/principles.html).
fonte: http://www.innovationmanagement.se/2014/09/30/ideacao-como-parte-da-maquina-de-projeto-de-inovacao/

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Seminário discute inovação e tecnologia na área de alimentos


O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), em conjunto com a Embrapa Agroindústria de Alimentos, promovem no dia 23 de outubro de 2014, o "III Seminário em Inovação e Tecnologia na Área de Alimentos". Esse evento tem como objetivo apresentar para empresas, profissionais e estudantes do setor de alimentos as principais tendências e inovações da área, bem como ressaltar a relevância da pesquisa para geração de novos produtos e para o aumento da produtividade, com a atenção às questões sociais e ambientais.
A programação é ampla, e inclui palestras sobre o tema Inovação e Tecnologia na Área de Alimentos, nas perspectivas do ensino, da pesquisa e da indústria, além de apresentar perspectivas e tendências do processo de inovação e instrução para quem procura fazer mestrado profissional.
O prazo para inscrição e submissão de trabalhos encerra-se no próximo dia 25 de agosto. A Embrapa Agroindústria de Alimentos será representada pela Chefe Geral Lourdes Cabral, pela pesquisadora Rosires Deliza, que serão palestrantes no evento; além do pesquisador Eduardo Walter, que integra o comitê científico.
Para ver a programação, clique aqui.  Para orientações sobre submissão de resumos, clique aqui.
Mais informações pelo e-mail: sita.cmar@ifrj.edu.br

http://www.suinoculturaindustrial.com.br/noticia/seminario-discute-inovacao-e-tecnologia-na-area-de-alimentos/20140806091438_Q_295

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Marcelo Cipis: entre o humor, o non sense e a inovação

Por Marina Vidigal - atualizada em 31/07/2014 09h43
Marcelo Cipis (Foto: Renato Stockler)
Paulistano nascido em 1959, Marcelo Cipis sempre gostou de desenhar. Na infância, passava horas com o irmão desenhando numa lousa que tinham em casa. Na vida adulta, atua como artista plástico, escritor e ilustrador e já lançou cerca de 20 livros para o público infantil. Em sua obra, a grande marca é a inovação. Prova disso é seu livro Superzeróis, recém-lançado pela Cosac Naify.
A obra, que apresenta uma liga de super-heróis desastrados, não é encadernada. As crianças podem “ler” as cartas estampadas por imagens na sequência inicialmente sugerida ou reordená-las conforme quiserem. Os leitores ainda podem soltar as cartas e encaixá-las umas nas outras, formando narrativas totalmente inusitadas, em versões tridimensionais. Por ocasião desse lançamento, a CRESCER conversou com o autor.

CRESCER: Como era sua relação com os livros e com o desenho durante a infância?
MARCELO CIPIS: Eu gostava muito da coleção O mundo da criança, também lia Monteiro Lobato e histórias em quadrinhos. Quanto ao desenho, era uma atividade que tomava grande parte do meu tempo. Eu e meu irmão tínhamos uma lousa em casa. Nós a dividíamos ao meio e passávamos horas desenhando, cada um em uma metade.

CRESCER: E como se deu a opção por uma carreira ligada às artes?
MC: Terminei o colégio e não sabia que carreira seguir. Acabei prestando vestibular para arquitetura e fui aprovado na FAU. O fato é que fiz o curso, mas nunca trabalhei na área. Aos 18 anos comecei a desenhar profissionalmente, ilustrando para jornais e revistas em parceria com meu irmão. Eu desenhava e ele coloria. Segui trabalhando com comunicação visual e depois de formado fui para Europa, onde decidi que trabalharia com artes plásticas. E assim aconteceu. Trabalho como artista plástico, como ilustrador e também como escritor. No meu ateliê, portanto, desenho, pinto, produzo minhas ilustrações e escrevo meus livros.
CRESCER: E seu ingresso na literatura, como aconteceu?
MC: Editei meu primeiro livro em 2002 – era uma compilação de ilustrações que vinha fazendo havia tempos para a coluna da Joyce Pascowitch na Folha de São Paulo. Lançado pela Ateliê Editorial, o livro se chama 530 gramas de ilustrações, em alusão a seu peso. Depois dessa obra, resolvi escrever meu primeiro título para o público infantil, uma narrativa sobre um autor que nunca conseguia terminar suas histórias. Assim nasceu Era uma vez um livro, lançado pela Companhia das Letrinhas. O livro foi escrito e ilustrador por mim mesmo e, nesse mesmo modelo, já publiquei cerca de 20 títulos. Além desses, já ilustrei alguns livros de terceiros.

CRESCER: Você está lançando, pela Cosac Naify, Superzeróis, um livro criativo e inovador não só no texto, mas também na forma. Como se deu a concepção dessa obra?
MC: O Superzeróis de fato inova. O livro é composto por páginas avulsas, que são como cartas e podem ser ordenadas e fixadas com um elástico, conforme a vontade das crianças. As páginas também podem ser encaixadas umas nas outras, dando forma a instalações diversas, como casas e castelos... Inicialmente, tinha pensado em fazer um livro convencional, impresso e encadernado, que apresentasse um superzerói numa página para, na página seguinte, revelar sua fraqueza. A ideia de criar um livro objeto veio da editora Cosac Naify. Adorei a sugestão, que sem dúvida potencializou o aspecto lúdico da obra. Além de oferecer ao leitor um leque de personagens protagonizando situações inusitadas, a obra faz as vezes de um brinquedo e, como tal, se revela um instrumento e tanto para as crianças exercitarem sua criatividade.

CRESCER: Essa fuga do convencional tão evidente em Superzeróis parece ser uma marca de todo seu trabalho. Você se considera um autor diferenciado nesse sentido?
MC: Minha obra de fato tem uma questão lúdica e criativa de romper limites e quebrar com regras. Isso marca meu trabalho não só na literatura, mas também na pintura e nas ilustrações. Procuro sempre navegar no desconhecido, inovar, realizar um trabalho de vanguarda. Na literatura, especificamente, tenho uma grande busca pelo humor, pelo non sense e pelo absurdo. Gosto de narrativas não lineares, que fogem do convencional e trazem imagens predominantes em relação ao texto. Para mim, a busca pelo novo é natural. Não consigo me ater ao convencional.

CRESCER: As crianças geralmente têm muita facilidade de acessar esse lado non sense e criativo, mas muitas vezes isso se perde na vida adulta. Que conselhos você daria para pais que desejam preservar esse lado em seus filhos?
MC: A criança deve ser incentivada a criar, a produzir arte, a elaborar imagens novas, a curtir literatura e artes visuais. Além do incentivo em casa e na escola, é interessante realizar cursos livres de expressão artística. Quando criança, fiz alguns cursos ligados a artes que me incentivaram muito em termos de criação artística, criatividade e expressão. A partir do momento em que você dá espaço para a criança se desenvolver nessa área, aquelas que realmente gostam de artes podem se aprofundar e até fazer disso uma profissão futuramente. Ou ainda aplicar em outras frentes conceitos dessa área.

Mais sobre o autor em: www.marcelocipis.com.br
fonte: http://revistacrescer.globo.com/Livros-pra-uma-Cuca-Bacana/noticia/2014/07/marcelo-cipis-entre-o-humor-o-non-sense-e-inovacao.html

sábado, 8 de junho de 2013

Fibria expõe experiências em Conferência de Inovação Tecnológica


A empresa, única no setor que possui o Selo Anpei de Empresa Inovadora, apresentará três cases no evento, que acontece em Vitória
Centro de Tecnologia Fibria - Foto: RicardoAracruz (ES) – “Inovação competitiva e aberta: transformando o Brasil” é o tema da Conferência Anpei de Inovação Tecnológica 2013, considerado o maior evento do gênero no Brasil. Em sua 13ª edição, a Conferência acontece pela primeira vez no Espírito Santo: será realizada em Vitória, no período de 3 a 5 de junho. A Fibria vai apresentar três cases na conferência, que reunirá participantes de todo o país. Trata-se de uma oportunidade para conhecer as melhores práticas de gestão e inovação através do contato com empresas inovadoras líderes em seus setores de atuação.
Fernando Bertolucci, gerente de Tecnologia da Fibria, destaca que a inovação tecnológica gera vantagens competitivas e tem se tornado essencial para o crescimento e sustentabilidade das empresas. “Por meio das atividades inovadoras, as empresas buscam atender as necessidades atuais e futuras dos seus stakeholders, acessando novos mercados e aumentando o valor de suas marcas”, salientou.
Ele acrescentou que no mercado de commodities, caso da celulose, os produtos tendem a ser equivalentes entre os ofertantes. “Nesse contexto, a inovação tecnológica competitiva torna-se uma poderosa ferramenta para gerar diferencial em custo e qualidade dos produtos, gerando valor para acionistas, clientes e a sociedade em geral”, observou Bertolucci.
Os três cases apresentados serão: “Introdução e desenvolvimento da celulose de eucalipto para papéis sanitários no Hemisfério Norte”, que resume a evolução da indústria de celulose de eucalipto desde o início da década de 70; “Parceria Fibria e Centro de Ciência Agrárias (CCA) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes): gerando contribuições ao desenvolvimento tecnológico regional”, que trata dos fatores de sucesso da parceria iniciada há 10 anos; e “Produção de mudas clonais de eucalipto em biorreatores”, fruto de iniciativas de pesquisa iniciadas há 20 anos e que foram intensificadas nos últimos 10 anos.
Case destaque – O trabalho da Fibria “Produção de mudas clonais de eucalipto em biorreatores” será um dos três cases destaque da Conferência Anpei de Inovação Tecnológica. Apresenta um novo paradigma desenvolvido pelo Centro de Tecnologia visando maior eficiência na produção de mudas clonais de eucalipto, mantendo a tradição de pioneirismo da empresa nesta área do conhecimento. Trata-se do desenvolvimento de um sistema inovador de propagação vegetativa in vitro, em condições assépticas, para produção de mudas clonais em alta escala.
Gabriel Dehon, gerente de Melhoramento e Biotecnologia da Fibria, explica que a eficiência da produção por unidade de área neste sistema é 40 vezes maior que a do sistema atual, que utiliza minijardins clonais. As plantas produzidas pelo novo método apresentam maior enraizamento, ciclos reduzidos e melhor conformação do sistema radicular. “A tecnologia encontra-se em fase de testes semioperacionais na Fibria e vem respondendo bem aos desafios propostos”, observou Dehon.
Celulose de eucalipto em papéis sanitários – Este case mostra como a inovação tecnológica alavancou a aceitação da celulose de eucalipto no mercado do Hemisfério Norte. Com inovações em toda a cadeia produtiva, parcerias com universidades e instituições diversas, além de outras iniciativas, a produtividade florestal foi duplicada nos últimos 40 anos. Paralelamente, a celulose de eucalipto foi desenvolvida e diferenciada, de forma que sua participação na produção de papéis aumentou de 370 mil toneladas, na década de 70, para 16 milhões de toneladas.
O conhecimento que a empresa tem sobre eucalipto e a aceitação do projeto no Hemisfério Norte foram fundamentais para o aprimoramento contínuo do processo. “O nosso conhecimento inicial das características distintas da celulose de eucalipto, associado a uma visão de longo prazo juntamente com a aceitação dos clientes para testar e adaptar receitas de fabricação de papéis sanitários (tissue), resultou em um processo contínuo de geração de conhecimento e de inovação”, disse Paulo Pavan, gerente de Processo e Produto do Centro de Tecnologia da Fibria..
Parceria Fibria e CCA/Ufes – Iniciado há 10 anos, este trabalho vem gerando resultados importantes para o desenvolvimento tecnológico no Estado. Desenvolvimento mútuo, sinergia entre conhecedores e conhecimentos, aplicação prática do conhecimento e, principalmente, formação de pessoas e desenvolvimento de um novo centro de excelência em tecnologia florestal no Espírito Santo
“É um modelo inovador, que atende aos anseios dos parceiros envolvidos. Acreditamos que modelos semelhantes aplicados em novas interações entre empresas e instituições de ensino podem alavancar significativamente o desenvolvimento tecnológico das indústrias e das universidades brasileiras”, observou o gerente de Manejo Florestal e Recursos Naturais da Fibria, Robert Sartório.
http://www.fibria.com.br/web/pt/midia/releases/release_2013mai28.htm

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Udesc e Celesc realizam projeto em parceria para minimizar danos à rede elétrica



Convênio proporcionará a construção de um equipamento para melhorar a qualidade da tensão em redes aéreas de distribuição de energia elétrica
Lâmpadas piscando, equipamentos elétricos com variações no funcionamento e até queima de eletroeletrônicos. Estes fatores normalmente são ocasionados pela oscilação de energia elétrica e podem gerar transtornos tanto para os consumidores quando para a companhia de energia elétrica que, nos casos mais críticos, tem o prazo de até 15 dias para solucionar o problema.
Um convênio firmado entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e a Celesc proporcionará a construção de um equipamento para minimizar danos ao sistema.
Marcello Mezaroba, professor de Engenharia Elétrica da Udesc Joinville e coordenador do projeto, explicou que, quando o problema na rede é diagnosticado pela concessionária, a solução só é encontrada mediante análise precisa do local e, em alguns casos, a troca de transformadores e cabos de alimentação.
"Muitas vezes este processo demanda mais do que o prazo estipulado pela legislação, gerando necessidade de ressarcimento aos consumidores. Nosso equipamento consiste em uma solução temporária, estabilizando a rede até que toda a infraestrutura seja melhorada e os distúrbios minimizados."
Por determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), todas as concessionárias de energia devem investir anualmente em projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Neste sentido, a Celesc lançou um edital em 2011, processo no qual foi inscrito o projeto proposto pelo Núcleo de Processamento de Energia Elétrica (NPEE), em parceira com o Laboratório de Planejamento Energético (Laper), ambos da Udesc Joinville.
O projeto de pesquisa, intitulado "Desenvolvimento de um dispositivo móvel autônomo para regulação e melhoria da qualidade da tensão em redes aéreas de distribuição de energia elétrica", receberá verba de aproximadamente R$ 1 milhão e deverá ser finalizado até o final de 2014. Atualmente o projeto está em fase inicial de desenvolvimento da pesquisa.
Dentre as destinações da verba, estão à compra de equipamentos, materiais de consumo e bolsas de mestrado e pesquisa. "Abrimos processo para seleção de três bolsistas de mestrado que nos ajudarão no desenvolvimento do projeto", destacou Mezaroba.
Esses três alunos farão parte da equipe de dez integrantes da Udesc. Além do professor Mezaroba, também fazem parte do grupo os professores Yales Rômulo de Novaes, Fabiano Ferreira Andrade, Fernando Buzzulini Prioste, Alessandro Luiz Batschauer, Joselito Anastácio Heerdt e Sérgio Vidal Garcia Oliveira.
http://www.economiasc.com.br/index.php?cmd=industria&id=12578

Começa a operar no Ceará sistema para produção de biopeixe

 
A Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (Nutec), em Fortaleza, inicia o Projeto Máquina de Biopeixe, que visa dar um destino ambientalmente adequado aos resíduos da atividade da pesca e incrementar a renda de produtores de tilápia de açudes do Estado, com a venda de óleo de peixe (biopeixe), extraído dos resíduos, para a produção de biodiesel.

De acordo com o gerente de Suprimento Agrícola da Usina da Petrobras Biocombustível de Biodiesel em Quixadá, Silvano Cavancante, "trata-se de matéria-prima com potencial para produção de biodiesel com ganhos ambientais, além de promover inclusão social".

Segundo o coordenador do projeto pelo Nutec, Tarcísio Costa Filho, a máquina está em processo de transferência de tecnologia para uma futura produção em escala comercial. A concretização dessa etapa será iniciada ainda este mês no Laboratório de Pesquisa do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs), em Pentecoste, Ceará. O equipamento foi desenvolvido pelo Nutec com apoio do Banco do Nordeste do Brasil.

A Petrobras Biocombustível e o Ministério da Pesca e Aquicultura acabam de assinar memorando de entendimentos para ampliar programas cooperativos com foco na pesquisa e produção de biodiesel a partir de matéria-prima residual do pescado.

O acordo tem como principais objetivos aumentar o aproveitamento e a produtividade dos recursos naturais, pesqueiros e aquícolas, incrementar a renda dos pescadores e agregar valor à sua produção, além de promover o desenvolvimento técnico, científico e de inovações tecnológicas para a atividade.

http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/noticias/0,,OI6331614-EI10411,00-Comeca+a+operar+no+Ceara+sistema+para+producao+de+biopeixe.html

Instituto testa produção de iogurtes de café e de abacaxi com hortelã


A produção é feita na agroindústria implantada dentro do campus Colorado.
Bebidas lácteas e sorvetes também são testados para comercialização.

Flávio Godoi Do G1 RO

Produtos são feitos e testados para o comércio (Foto: Nélio  Ferreira/Divulgação)Produtos são feitos e testados para o comércio (Foto: Nélio Ferreira/Divulgação)
Há cerca de um ano, o campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (Ifro) em Colorado do Oeste, a 700 quilômetros de Porto Velho, iniciou uma pesquisa na área de laticínios voltada para a elaboração de novos sabores de iogurtes, bebidas lácteas e sorvetes.
Os testes feitos na agroindústria montada no campus da instituição buscam valorizar as essências de frutas e grãos cultivadas em Rondônia. De acordo com o engenheiro agrônomo e coordenador do curso de ciência e tecnologia em laticínios, Nélio Ferreira, os resultados mais satisfatórios e inovadores foram obtidos nos testes com iogurte de café e abacaxi com hortelã.
A produção, ainda em pequena escala dos iogurtes exóticos, acompanha também o desenvolvimento das bebidas lácteas e sorvetes. Estas, segundo Nélio, tiveram mais aceitação nos sabores convencionais de morango e chocolate.
“Toda a bebida láctea vendida no estado vem de outras regiões do país. Nossos testes não são apenas para ficar dentro do instituto, mas a pretensão é apresentar a laticínios e empresas ligadas aos derivados de leite para a comercialização em massa, já que nosso município é a maior bacia leiteira do Sul do estado”, ressaltou o coordenador.
Além da demonstração com a comunidade de Colorado do Oeste, os produtos lácteos começaram neste ano a serem expostos em feiras agropecuárias.
Com 19 anos de existência o campus de Colorado do Oeste é o mais antigo de Rondônia e, de acordo com o coordenador geral de pesquisas do instituto, Ricardo Teixeira Andrade, mais de 80 alunos e 20 professores trabalham em pesquisas agrárias na instituição.
http://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2012/11/instituto-testa-producao-de-iogurtes-de-cafe-e-de-abacaxi-com-hortela.html

Empresa fatura com produção de alimento típico da Indonésia

Aposta no mercado de produtos naturais fez lucros crescerem.
Empresária de Brasília investiu R$ 120 mil e hoje fatura R$ 8 mil por mês.

Uma pequena empresa de Brasília está faturando alto com a produção do tempeh, um alimento à base de soja. A comida é típica da Indonésia e muito apreciada pelos vegetarianos, por causa do alto valor nutritivo.
A empresa desenvolveu um ingrediente especial para o tempeh, com apoio de um programa de inovação, e os lucros dobraram.
O tempeh é um alimento feito com grãos de soja cozidos e fermentados pela ação de um fungo, chamado Rizopus. O tempeh é rico em proteína, tem textura firme e sabor de cogumelo e nozes.
A empresária Ana Cristina Neves enxergou no alimento que faz bem à saúde uma excelente oportunidade no mercado de produtos naturais.
“Eu fiz 5 quilos, 10 quilos, depois 50 quilos. Também tive que ir redimensionando maquinário, espaço, o meu conhecimento”, conta.
Para inovar, a empresária de Brasília procurou a ajuda do Sebrae. Ela participou do Sebraetec, um programa que facilita o acesso dos empreendimentos às novas tecnologias. Isso é feito através de linhas de crédito especiais e subsídios que podem chegar a 80% do valor dos projetos.
“A gente percebeu que ela precisava de um planejamento estratégico para posicionar a empresa dela num cenário de três anos, que foi o que a gente propôs. Inicialmente, ela não tinha uma noção de qual seria o público-alvo dela, então a gente fez uma definição de público trabalhando mercados A e B”, explica Flávia Firme, do Sebrae de Brasília.
Após a capacitação, Ana Cristina teve uma ideia que impulsionou o negócio. No início a empresária importava o fungo para o tempeh da Indonésia, da Bélgica, dos Estados Unidos. Ela pagava mais de € 20 por apenas 15 gramas do produto.
Como o custo ficou alto, ela decidiu pesquisar sobre o processo de reprodução desse fungo e fazer tudo aqui no Brasil. Ana Cristina construiu um laboratório e até contratou uma especialista em micologia
“Eu fiz um curso de formação de preço no Sebrae e constatei que precisava conhecer a reprodução do fungo para abaixar esse custo e aí sim investir numa empresa de tempeh, né?”, relata a empresária.
A empresária investiu R$ 120 mil na construção do laboratório e aquisição de equipamentos. O fungo que serve como fermento biológico é colocado numa incubadora por sete dias para reprodução. Depois, ele é transformado em pó.
Em outro local da fábrica, a soja pré-cozida e em grãos é lavada, centrifugada e misturada ao fermento em pó. O produto é colocado em embalagens apropriadas e vai para a estufa por 24 horas. Depois, o tempeh é congelado e já pode ser vendido.
O quilo do tempeh sai da fábrica por R$ 35. São feitos 30 quilos por dia. Mas o objetivo é atingir em 2013 uma produção mensal de uma tonelada e meia. O faturamento atual é de R$ 8 mil por mês.
“É um produto extremamente inovador e dentro dessa consultoria de planejamento estratégico já foram definidos novos produtos que ela pode comercializar”, diz Flávia, do Sebrae.
O tempeh é vendido principalmente para restaurantes especializados em produtos naturais. Um estabelecimento de Brasília consome 10 quilos do produto por semana. O chefe de cozinha André Dias prepara pratos vegetarianos com o alimento.
O produto é considerado um antibiótico natural e uma fonte de nutrientes única para os vegetarianos.
“O vegetariano não come a carne vermelha e a vitamina B-12 a gente encontra na carne vermelha. Então, ele acaba que fica com a necessidade de suprir essa quantidade. E com o tempeh ele consegue, porque na fermentação da soja ela produz a vitamina B-12. Então, é muito importante para o vegetariano o tempeh”, diz a nutricionista Renata Manganelli.
O restaurante de Brasília trabalha com o tempeh há um ano. A procura triplicou neste período. A fermentação da soja com o fungo especial deixa o alimento repleto de minerais e vitaminas que fazem bem à saúde. O apelo dos produtos naturais torna o
tempeh lucrativo.
“Acima de tudo é um alimento saudável. Acho que é a palavra do milênio. A gente tem de pensar em saúde. Sabor e saúde”, diz a cliente Zen Yamatucan.

http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2012/11/empresa-fatura-com-producao-de-alimento-tipico-da-indonesia.html

Veja 10 tendências inovadoras que devem moldar o futuro

  1. De smartphones e tablets a aplicativos e tecnologia na nuvem, há uma infinidade de avanços que vão definir o futuro próximo. O Huffington Post selecionou algumas das tendências que devem definir o mundo nos próximos cinco anos. Entre elas está o chamado Big Data, que já armazena e analisa grandes quantidades de informação. Onde compramos, o que compramos, onde estamos no momento são dados observados pelo Big Data, que cresce rapidamente e será cada vez mais exigido

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  2. A computação em nuvem (cloud computing) será cada vez mais adotada  por empresas de todos os tamanhos, o que representa uma grande mudança  na forma como as organizações a obtêm e mantêm software, hardware e  produtos de informática em geral  Foto: Getty Images A computação em nuvem (cloud computing) será cada vez mais adotada por empresas de todos os tamanhos, o que representa uma grande mudança na forma como as organizações a obtêm e mantêm software, hardware e produtos de informática em geral

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  3. O armazenamento virtual vai cada vez mais permitir que  dispositivos móveis desenvolvam recursos de supercomputadores e os  apliquem a processos como compras e logística, para citar alguns  exemplos  Foto: Getty Images O armazenamento virtual vai cada vez mais permitir que dispositivos móveis desenvolvam recursos de supercomputadores e os apliquem a processos como compras e logística, para citar alguns exemplos

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  4. Jogos eletrônicos servirão para auxiliar em treinamentos militares  e terão ainda mais aplicação na saúde e na educação. A tendência é que  simulações ganhem em profundida, permitindo experiências interativas em  interfaces realistas  Foto: Getty Images Jogos eletrônicos servirão para auxiliar em treinamentos militares e terão ainda mais aplicação na saúde e na educação. A tendência é que simulações ganhem em profundida, permitindo experiências interativas em interfaces realistas

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  5. Smartphones e tablets se tornarão os principais meios de acesso à  internet, substituindo os computadores pessoais - já em decadência. Será  uma mudança profunda no mercado da informática, que definirá a  transição dos desktops para o mercado móvel: uma transformação  atualmente em curso  Foto: Getty Images Smartphones e tablets se tornarão os principais meios de acesso à internet, substituindo os computadores pessoais - já em decadência. Será uma mudança profunda no mercado da informática, que definirá a transição dos desktops para o mercado móvel: uma transformação atualmente em curso

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  6. A <a href=  http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI6203051-EI12882,00.html  class=textolinkbold target=_blank>impressão 3D</a> representa  um tipo revolucionário de manufatura aditiva, que permite a construção  de objetos camada a camada, sem desperdício. Utilizada inicialmente para  a fabricação de protótipos, essa tecnologia está se expandindo para  permitir também a criação de joias, sapatos, peças de automóveis,  próteses... praticamente tudo   Foto: Reuters A impressão 3D representa um tipo revolucionário de manufatura aditiva, que permite a construção de objetos camada a camada, sem desperdício. Utilizada inicialmente para a fabricação de protótipos, essa tecnologia está se expandindo para permitir também a criação de joias, sapatos, peças de automóveis, próteses... praticamente tudo

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  7. Agentes eletrônicos inteligentes foram popularizados com o  lançamento do Siri, o assistente de voz da Apple. Na sequência, Android,  Microsoft e outros passaram a oferecer o que há de se tornar um serviço  móvel presente em todos os dispositivos, incluindo telefone, tablet,  televisor  Foto: Getty Images Agentes eletrônicos inteligentes foram popularizados com o lançamento do Siri, o assistente de voz da Apple. Na sequência, Android, Microsoft e outros passaram a oferecer o que há de se tornar um serviço móvel presente em todos os dispositivos, incluindo telefone, tablet, televisor

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  8. Programas como Skype e FaceTime levam a comunicação a um novo  patamar, e a tendência é que a comunicação virtual se torne cada vez  mais pessoal. Ferramentas de contato tornarão as relações cada vez mais  próximas, mesmo à distância  Foto: Getty Images Programas como Skype e FaceTime levam a comunicação a um novo patamar, e a tendência é que a comunicação virtual se torne cada vez mais "pessoal". Ferramentas de contato tornarão as relações cada vez mais próximas, mesmo à distância

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  9. Lojas de aplicativos múltiplas devem pipocar em todos os  dispositivos móveis nos próximos anos, crescendo rapidamente em qualquer  plataforma compatível e criando um rico ecossistema global de  distribuição e venda de software  Foto: Getty Images Lojas de aplicativos múltiplas devem pipocar em todos os dispositivos móveis nos próximos anos, crescendo rapidamente em qualquer plataforma compatível e criando um rico ecossistema global de distribuição e venda de software

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  10. A robótica deve dar um grande salto à frente depois de décadas de  promessas e crescimento lento - graças aos avanços exponenciais em poder  de processamento, armazenamento e largura de banda. Os robôs  trabalharão com humanos em novas e mais produtivas maneiras  Foto: Getty  Images A robótica deve dar um grande salto à frente depois de décadas de promessas e crescimento lento - graças aos avanços exponenciais em poder de processamento, armazenamento e largura de banda. Os robôs trabalharão com humanos em novas e mais produtivas maneiras

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http://tecnologia.terra.com.br/fotos/0,,OI230176-EI12879,00-Veja+tendencias+inovadoras+que+devem+moldar+o+futuro.html

Brasileiros criam músculo artificial mais forte do mundo

Redação do Site Inovação Tecnológica - 16/11/2012
Brasileiros criam músculo artificial mais forte do mundo
O músculo artificial de nanotubos de carbono levanta 100.000 vezes o seu próprio peso e gera 85 vezes mais energia mecânica do que um músculo humano.[Imagem: Science/AAAS]
Músculo de nanotubos de carbono
Pesquisadores brasileiros ajudaram a criar os músculos artificiais mais fortes e mais rápidos já produzidos até hoje.
Músculos artificiais são o tipo de atuador - um gerador de movimento - mais promissor para a robótica.
Contudo, eles nunca cumpriram todo o seu potencial porque sempre foram muito lentos ou fracos demais.
Márcio Lima e seus colegas superaram largamente essas dificuldades.
Eles fabricaram um novo tipo de músculo artificial usando fibras tecidas com nanotubos de carbono e depois embebidas em uma espécie de cera.
O trabalho, realizado na Universidade do Texas, nos Estados Unidos, é um melhoramento do primeiro músculo artificial de nanotubos de carbono, apresentado há cerca de um ano pela equipe do Dr. Ray Baughman.
Funcionamento dos músculos artificiais
A maioria dos materiais usados na construção de músculos artificiais tem um sério inconveniente: ou eles têm uma grande força em um movimento muito pequeno, ou movem-se bastante mas com pequena força.
Além disso, eles costumam mover-se muito lentamente para serem práticos, e têm uma vida útil muito curta.
Márcio Lima acredita ter solucionado a maioria desses inconvenientes torcendo as fibras de nanotubos de carbono e depois mergulhando-as em parafina.
Quando o material é aquecido, a parafina amolece, deixando a fibra livre para girar, expandindo-se. Basta retirar o calor para que o movimento se reverta.
Controlando-se o calor - que pode ser fornecido como calor mesmo ou por eletricidade, luz ou por meios químicos - a fibra pode ser usada para içar ou abaixar um objeto, ou para fazê-lo girar.
Os nanotubos de carbono são torcidos ao extremo, formando uma espécie de mola que é mantida no lugar pela cera.
Quando é aquecido, o músculo artificial libera essa força começando a girar. A rotação é revertida quando o aquecimento é desligado e a fibra começa a esfriar.
Brasileiros criam músculo artificial mais forte do mundo
As aplicações do super-músculo artificial incluem de robôs e tecidos inteligentes, até cateteres para cirurgias minimamente invasivas e brinquedos. [Imagem: Science/AAAS]
Músculo sarado
A capacidade do novo músculo artificial é surpreendente.
Ele pode levantar até 100.000 vezes o seu próprio peso e gerar 85 vezes mais energia mecânica durante sua contração do que um músculo humano.
Ele pode girar a até 11.500 rpm, e fez isto por mais de 2 milhões de ciclos de "enrola/desenrola" durante os experimentos.
"Os músculos artificiais que desenvolvemos podem fornecer contrações longas e ultrarápidas para levantar pesos 200 vezes mais pesados do que os que podem ser levantados por um músculo natural do mesmo tamanho," disse o Dr. Ray Baughman.
No experimento, os pesquisadores demonstraram uma densidade de potência de 4,2 kW/kg, o que é quatro vezes mais do que a relação peso-potência dos motores a combustão que equipam os automóveis.
Os músculos artificiais também são muito rápidos, com uma contração - ou um giro completo - ocorrendo em 25 milésimos de segundo.
Aplicações práticas
Como são essencialmente fibras, os novos músculos artificiais podem ser tecidos e costurados, o que abre a possibilidade de seu uso, por exemplo, em roupas inteligentes, cujas fibras se abram com o calor para aumentar o conforto térmico do usuário.
"Devido à sua simplicidade e alto desempenho, estas fibras musculares poderão ser usadas para diversas aplicações, como robôs, cateteres para cirurgias minimamente invasivas, micromotores, misturadores para circuitos microfluídicos, sistemas ópticos ajustáveis, microválvulas, posicionadores e até mesmo brinquedos," completou o Dr. Baughman.
Além de Márcio Lima, o trabalho contou com a participação de outros quatro brasileiros: Mônica Jung de Andrade, Douglas Galvão, Leonardo Machado e Alexandre Fonseca.
Bibliografia:

Electrically, Chemically, and Photonically Powered Torsional and Tensile Actuation of Hybrid Carbon Nanotube Yarn Muscles
Márcio D. Lima, Na Li, Mônica Jung de Andrade, Shaoli Fang, Jiyoung Oh, Geoffrey M. Spinks, Mikhail E. Kozlov, Carter S. Haines, Dongseok Suh, Javad Foroughi, Seon Jeong Kim, Yongsheng Chen, Taylor Ware, Min Kyoon Shin, Leonardo D. Machado, Alexandre F. Fonseca, John D. W. Madden, Walter E. Voit, Douglas S. Galvão, Ray H. Baughman
Science
Vol.: 338 - pp 928-932
DOI: 10.1126/science.1226762

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Maçaneta ecologicamente correta


Uma solução inteligente para quem se preocupa com o que deixa ligado em casa é uma maçaneta que pode ser programada para desligar água, luz ou ambos, sempre que você sai de casa.
Funciona de maneira que a pessoa  gira a base e seleciona quais dos itens quer desligar. Depois é só pressionar o botão ao lado e pronto! Já pode viajar ou até mesmo trabalhar sem se preocupar com eventuais acidentes ou desperdício.

Tudo é ligado novamente quando se retorna a casa e o processo se faz toda vez que você sai. Uma boa para os esquecidinhos, não?

Fonte: Toda Ela
http://www.projetoamazonia.com.br/2012/11/macaneta-ecologicamente-correta/

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Elefante mecânico de 12 metros é atração turística na França

Construção faz parte de projeto que traz à realidade as ideias de Júlio Verne e Leonardo da Vinci

Da Redação
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Ficção científica e realidade se misturam de forma muito verdadeira na cidade de Nantes, na França. O projeto “Les Machines de l’Île de Nantes” (“As Máquinas da Ilha de Nantes”) oferece a experiência de um mundo que mistura as realidades fantásticas do autor Júlio Verne (“20 Mil Léguas Submarinas” e “A Volta ao Mundo em 80 Dias”) com a genialidade das maquinarias do inventor Leonardo da Vinci.
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Entre as várias atrações e curiosidades do projeto, aquela que tem causado o maior alvoroço é um elefante mecânico de 12 metros de altura. Feito de madeira e ferro, ele pode levar até 49 pessoas para dar um passeio pelo parque. Durante a caminhada, que sai por 6 euros (cerca de R$ 15), o animal solta água nas pessoas ao seu redor, além de bater o pé, mexer a orelha e imitar barulhos de elefante.
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O Grande Elefante, como é chamado, é invenção dos franceses François Delarozière e Pierre Orefice, engenheiros que criaram todos os animais mecânicos que compõem a iniciativa artística e turística.
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http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI323765-17180,00.html

Modelo brasileiro de gestão da internet poderá ser adotado em nível mundial


Redação do Site Inovação Tecnológica - 14/11/2012

Decisões compartilhadas
A entidade é pouco conhecida dos bilhões de pessoas que usam a internet diariamente.
Seu nome é ICANN, sigla em inglês para Corporação para Atribuição de Nomes e Números na Internet, sediada em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Seu atual presidente, Fadi Chehadé, é o primeiro não norte-americano a ocupar o cargo - ele é libanês.
Chehadé esteve em São Paulo para conhecer o modelo brasileiro de gestão da internet, coordenado pelo CGI.br, coordenador pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com participação de representantes da comunidade acadêmica, do empresariado e do terceiro setor.
E, segundo o executivo, o modelo brasileiro de gestão da internet será líder mundial no futuro próximo.
"Se o que tenho visto e aprendido aqui for verdade, vou ser o melhor amigo e maior fã desse modelo. Temos que levá-lo para o mundo", disse.
Internacionalização da gestão da internet
Chehadé relatou que está começando uma nova era na ICANN, na qual a prioridade será a internacionalização dos processos e decisões que afetam o mundo.
À frente de uma organização muitas vezes criticada pelo excesso de tradicionalismo, ele garante: "O conselho está profundamente comprometido com a proposta de uma internacionalização verdadeira, diferente daquele modelo dos anos 50, em que o simples fato de operar em outros países definia uma ação internacional".
Uma das medidas será a abertura de um escritório no Brasil. "Será muito mais que uma unidade fora de Los Angeles", comentou.
Modelo brasileiro de gestão da internet
Na opinião do dirigente, uma das razões pelas quais o modelo brasileiro ainda não foi descoberto por outros países é o fato de não haver um paralelo.
"Não temos como contrastar com outras experiências. A Nova Zelândia, por exemplo, estava tendo brigas internas enormes até bem pouco tempo atrás, justamente porque não possui algo assim, capaz de incluir os diversos segmentos", exemplifica.
Chehadé diz que a primeira realização de sua gestão será "quebrar o centro de gravidade das decisões", que hoje está na cidade californiana, nos Estados Unidos. "Vamos expandi-lo."
"Seremos como procuradores do modelo brasileiro no cenário internacional. Simplesmente, porque é a coisa certa a fazer", concluiu o executivo.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Senai deve chegar a 4 milhões de alunos em 2016



O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) deve mais do que dobrar o número de alunos em cursos técnicos e profissionalizantes até 2016, informou nesta segunda-feira (12) o presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Braga de Andrade. Com a construção de 50 escolas em vários Estados brasileiros, o número de alunos deve passar de 1,7 milhão para quatro milhões, segundo Andrade.

As escolas terão o formato de institutos de tecnologia e inovação e devem atender a uma demanda crescente de mão de obra de média qualificação. Até 2015, segundo o mapa do trabalho industrial do Senai, o Brasil terá de formar 7,2 milhões de trabalhadores em nível técnico para atuar em profissões industriais.

Os planos do Senai foram anunciados na abertura da 7ª Olimpíada do Conhecimento, o maior torneio de educação profissional das Américas, que acontece em Barueri, na Grande São Paulo, e que prosseguirá até o dia 18 no Anhembi, na capital. O evento contou com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e de delegados internacionais, como o ministro da Educação da África do Sul, Mudezi Manana.

Estão participando 640 estudantes, dos quais 543 do Senai e 97 do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A competição bienal selecionará os jovens que irão representar o Brasil no WorldSlills, maior torneio mundial de profissões que, em 2013, será realizado em Leipizig, na Alemanha. O Brasil sediará o evento em 2015. Nas provas da Olimpíada os competidores precisam interpretar e resolver situações semelhantes às que enfrentam no ambiente de trabalho.
Fonte: Agência Estado
http://ne10.uol.com.br/canal/educacao/noticia/2012/11/12/senai-deve-chegar-a-4-milhoes-de-alunos-em-2016-380461.php

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