quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

A Linguagem das Flores - Vanessa Diffenbaugh

Editora: Arqueiro
Páginas: 304
Victoria sempre foi uma menina temperamental e carrancuda. Por causa de sua personalidade difícil, passou a vida sendo jogada de um abrigo para outro, até ser considerada inapta para adoção. Ainda criança, se apaixonou pelas flores e por suas mensagens secretas. Quem lhe ensinou tudo sobre o assunto foi Elizabeth, uma de suas mães adotivas, a única que a menina amou e com quem quis ficar... até pôr tudo a perder. Aos 18 anos e emancipada, ela não tem para onde ir nem com quem contar. Quando uma florista local lhe dá um emprego e descobre seu talento, a vida de Victoria parece prestes a entrar nos eixos. Mas então ela conhece um misterioso vendedor do mercado de flores e esse encontro a obriga a enfrentar os fantasmas que a assombram.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Livros para vestibular UFSC 2013

Vestibular UFSC 2013:
1. Amar, verbo intransitivo, Mário de Andrade. Editora Agir.
2. Beijo no Asfalto,  Nelson Rodrigues. Nova Fronteira.
3. Capitães de Areia, Jorge Amado. Companhia das Letras.
4. Ecos no Porão, Silveira de Souza. Editora da UFSC.
5. Geração do Deserto, Guido Wilmar Sassi. Editora Movimento.
6. Memórias de um sargento de Milícias, Manoel Antônio de Almeida, NUPILL/UFSC e diversas editoras (Literatura Digital/UFSC), (Biblioteca Nacional Digital).
7. Memórias Sentimentais de João Miramar, Oswald de Andrade. Editora Globo.
8. Poesia Marginal, Diversos autores. Editora Ática

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Era uma vez… 1986, Alessandro Alcântara de Mendonça


Quem nunca se apaixonou “pra sempre” aos 13 anos? Nos anos 1980 os amores “para sempre” dos adolescentes duravam até as próximas férias escolares. Mas, em 1986 houve uma geração… …que viu o Zico perder aquele pênalti …que esperou um cometa que não veio .. .que foi fiscal do Sarney. …que viveu sem celular e internet …que achou que o mundo ia acabar numa explosão atômica. E houve um amor que passou por tudo isso e sobreviveu para contar sua história.

 Sobre o Autor:
 Alessandro Alcântara de Mendonça nasceu em Brasília-DF, no Dia do Professor de 1973. Vendeu jornal na rua, carregou compras dos clientes da Feira Permanente de Taguatinga-DF e esperou dezesseis anos até ver seu Botafogo campeão. Exceto pelo time, os tempos de sofrimento passaram.
Alessandro é Bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Batista Nacional e colunista de Religião Cristã do site gostodeler.com.br. É casado com Jane Emanuele e pai realizado de duas leitoras costumeiras: Amanda e Bia.
Era Uma Vez…
1986 é seu romance de estreia.
Dados do Livro
Páginas: 200
Edição: 1ª
ISBN: 978-85-7679-553-7


Elo de Alexandria, de Steve Berry


Autor: Steve Berry N° de páginas: 560
editora: Record
ISBN: 8501080888
Em O ELO DE ALEXANDRIA, Cotton Malone se aposentou do mundo arriscado dos agentes de elite do Departamento de Estado dos EUA para levar a vida discreta de vendedor de livros raros. Mas sua existência calma é despedaçada quando recebe um e-mail anônimo: “Você tem uma coisa que eu quero. É a única pessoa na terra que sabe onde encontrá-la. Vá pegá-la. Você tem 72 horas. Se eu não tiver notícias suas, você ficará sem filho”. Sua horrorizada ex-mulher confirma que a ameaça é real: o filho adolescente foi seqüestrado. Quando a livraria de Malone em Copenhague é totalmente incendiada, torna-se claro que os responsáveis não irão se deter diante de nada para obter o que desejam. E o que desejam é nada menos do que a biblioteca perdida de Alexandria. Seu enorme tesouro de sabedoria sempre cobiçado por estudiosos, caçadores de fortuna e pelos que acreditam que seus segredos não contados têm a chave para o poder definitivo. Agora um cartel de ricos magnatas internacionais, decididos a alterar o curso da história, está; desesperado para penetrar nos salões abençoados da biblioteca — e somente Malone possui a informação que eles necessitam para ter sucesso. Em jogo está um explosivo documento antigo, com potencial não somente para mudar o destino do Oriente Médio, mas também para abalar os alicerces das três maiores religiões do mundo. Perseguido por um mercená;rio assassino, Malone atravessa o globo em busca de respostas. Sua busca irá levá-lo à Inglaterra e a Portugal, até mesmo aos níveis mais elevados do governo americano — e o resultado chocante, no fundo do deserto do Sinai, terá repercussões mundiais.
Fonte: Editora Record

Cotoco, John van de Ruit

Sinopse: África do Sul, 1990. Dois grandes eventos estão prestes a acontecer: a libertação de Nelson Mandela e, o que para o garoto John Milton é ainda mais importante, o início das aulas no internato. Cercado por pais no mínimo lunáticos, uma avó gagá e colegas de dormitório para lá de estranhos (com apelidos do tipo Lagartixa, Rambo, Rain Man e Cachorro Doido), John (que graças a suas partes íntimas pouco desenvolvidas é debochadamente apelidado de Cotoco) faz o que pode para se adaptar – e tudo indica que não será fácil. Munido apenas da própria perspicácia e de um diário, Cotoco vive uma série de situações bizarras e divertidas: de mergulhos proibidos no meio da madrugada a acirrados campeonatos de críquete, passando pela caça ao fantasma de um professor e por catastróficas férias em família.
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788598078854
Ano: 2010
Páginas: 395
O livro já está sendo adaptado para o cinema em série:
1. Spud (Cotoco)
2. Spud The Madness Continues
3. Spud Learning To Fly
Site oficial do filme:http://spudthemovie.com/

domingo, 8 de janeiro de 2012

Questões do Coração, Emily Giffin

Neste livro, Tessa Russo estava prestes a se casar quando se encontra com Nick  no metrô e apaixona por ele. Ela se casa com ele, tem dois filhos e desiste da profissão para viver pela família enquanto ele é cirurgião plastico pediátrico que, apesar de marido perfeito e pai dedicado, passa mais tempo trabalhando do que em casa.
Valerie Anderson é uma advogada e mãe solteira de Charilie, que tem seis anos e não conhece seu pai. Desiludida, ela prometeu não mais se envolver com outro homem... até que certo dia seu filho Charlie sofre um acidente na casa do amigo, queimando -se gravemente, e conhece o dr. Nick.
A partir deste dia, suas vidas se convergem de maneira que os fazem pensar no que vale a pena o sentido de suas vidas e atitudes.

"__Eu precisava de você. Eu queria você por perto - eu disse [...].__ Mas talvez você não se sinta mais... atraído por mim?
[...]
__ Não__ disse ele deixando o punho cerrado cair sobre a mesa. __ Não tem nada a ver com sexo. Exceto, talvez, pela sensação de ligação que o sexo pode dar... [...].
Concordei pensando em quanto um casamento pode ser complicado, na quantidade de esforços necessários para manter um sentimento entre duas pessoas. Aquele sentimento que se espera ser impossível de acabar no início do relacionamento, quando tudo era tão simples. Pensei em como cada pessoa em um casamento deve à outra pessoa a procura pela felicidade individual, mesmo em uma vida compartilhada. Que essa é a única maneira verdadeira de crescerem juntas, e não separadas."

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O Pão da Amizade, Darien Gee


Um dia, uma mulher encontra em sua porta um embrulho com um pão para assar, e um vasilhame com um líquido branco. Ao lado, uma carta informando do que se trata. Era uma receita de pão passada de geração em geração e que era capaz de transformar pessoas e relacionamentos… A mulher, depois de consumir o pão com sua família, decide fazer a receita, que dependia de esperar algumas fases e ajuda para ser concluída. De repente o ambiente familiar se tornava harmonioso, feliz, e a receita começa a ser distribuída, para amigos, vizinhos, familiares, revelando a cada momento novas faces da vida de todos os que preparavam o pão.
Uma história cheia de revelações, onde o pão é apenas um motivo que une gerações e provoca nas pessoas um sentimento irresistível de encarar os fatos, vivê-los. Um livro sobre a amizade e o amor verdadeiro.


"Você nunca consegue se recuperar por ter perdido alguém que ama, mas pode encontrar um meio de deixar que isso faça parte de sua vida em vez de deixar que se apodere de parte de você. Ainda assim, não há um tempo programado, nenhuma mágica.[...]"

"Nos três anos e meio que Connie trabalhou na lavanderia, ela percebeu que a vida é um pouquinho como a lavagem de roupa - você precisa separar as peças escuras das claras. Uma não é necessariamente melhor que a outra - são apenas diferentes. Têm necessidades distintas, exigem níveis diferentes de cuidados. Ela conhece um bocado de clientes que não pensam muito nisso e jogam tudo junto na máquina, e talvez essa seja a parte caótica da vida, que simplesmente acontece e, independemente do seu empenho, nem sempre você consegue manter as coisas separadas. Uma meia vermalha se mistura com uma lavagem de roupa branca, ou um top preto delicado acaba sendo lavado em água quente, sem querer. Essas coisas acontecem. Tudo que você pode fazer é aprender com aquilo e seguir em frente. Diga a seu marido que desfrute das cuecas cor-de-rosa, dê seu top escolhido para sua irmã caçula, ou sobrinha. Mas isso não significa que você vai parar de separar as roupas. Você continua separando - as peças claras das escuras, as escuras das claras - e torce pelo melhor."

As narrativas tem lições que podem nos ajudar muito a sermos mais felizes na vida: quão essenciais são mesmo os detalhes, as atitudes ou os deveres mais  simples  ou difíceis, que nos cabem a todos, desde que o trabalho, em conjunto, seja para o bem de todos.
Se todo o esforço que realizamos tiver êxito, o que menos importa são os aplausos exteriores. 0 que importa e gratifica é a paz de espírito interior, do bem-querer, do dever cumprido...

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A Sombra do Vento - Carlos Ruiz Zafón




A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón, é uma narrativa de ritmo eletrizante, escrita em uma prosa ora poética, ora irônica. O enredo mistura gêneros como o romance de aventuras de Alexandre Dumas, a novela gótica de Edgar Allan Poe e os folhetins amorosos de Victor Hugo. Ambientado na Barcelona franquista da primeira metade do século XX, entre os últimos raios de luz do modernismo e as trevas do pós-guerra, o romance de Zafón é uma obra sedutora, comovente e impossível de largar. Além de ser uma grandiosa homenagem ao poder místico dos livros, é um verdadeiro triunfo da arte de contar histórias.

Tudo começa em Barcelona, em 1945. Daniel Sempere está completando 11 anos. Ao ver o filho triste por não conseguir mais se lembrar do rosto da mãe já morta, seu pai lhe dá um presente inesquecível: em uma madrugada fantasmagórica, leva-o a um misterioso lugar no coração do centro histórico da cidade, o Cemitério dos Livros Esquecidos. O lugar, conhecido de poucos barceloneses, é uma biblioteca secreta e labiríntica que funciona como depósito para obras abandonadas pelo mundo, à espera de que alguém as descubra. É lá que Daniel encontra um exemplar de A Sombra do Vento, do também barcelonês Julián Carax.

O livro desperta no jovem e sensível Daniel um enorme fascínio por aquele autor desconhecido e sua obra, que ele descobre ser vasta. Obcecado, Daniel começa então uma busca pelos outros livros de Carax e, para sua surpresa, descobre que alguém vem queimando sistematicamente todos os exemplares de todos os livros que o autor já escreveu. Na verdade, o exemplar que Daniel tem em mãos pode ser o último existente. E ele logo irá entender que, se não descobrir a verdade sobre Julián Carax, ele e aqueles que ama poderão ter um destino terrível.

Em sua busca de início aparentemente inocente, Daniel acaba adentrando os mistérios e segredos mais obscuros de Barcelona, e conhece uma galeria de personagens que vão ajudá-lo a resolver o mistério de Carax. Dom Gustavo Barceló, célebre livreiro barcelonês, seriamente interessado em comprar o exemplar de A Sombra do Vento que Daniel lhe mostra; sua linda sobrinha cega, Clara Barceló, que revela a Daniel os primeiros elementos do mistério que cerca Carax e sua obra e por quem o menino se apaixona perdidamente; Fermín Romero de Torres, mendigo de passado glorioso e aguçado senso de humor que se tornará o maior aliado de Daniel na busca da verdade; Nuria Monfort, mulher triste que guarda em seu apartamento escuro um grande e doloroso segredo; e Javier Fumero, o cruel policial que também parece dedicar a vida a perseguir o fantasma de Julián Carax.

À medida que vai descobrindo mais sobre a vida de Carax, Daniel entende que o mistério de sua obra está de alguma forma relacionado à história de amor entre dois jovens do início do século: o próprio Carax, filho de um modesto chapeleiro, e Penélope Aldaya, filha de uma família da alta sociedade de Barcelona. E enquanto a cidade e seus personagens vão aos poucos lhe revelando os segredos e as conseqüências dessa história de amor do passado, o próprio Daniel também descobre o verdadeiro amor nos braços de Bea, irmã mais velha de seu melhor amigo Tomás Aguilar.

A Sombra do Vento
usa o cenário grandioso de Barcelona, com suas largas avenidas, seus casarões abandonados, sua atmosfera gótica e espectral, para ambientar um romance arrebatador que é também uma reflexão sobre o poder da cultura e a tragédia do esquecimento. A busca de Daniel marca sua transformação de menino em homem, e desperta no leitor um fascínio renovado pelos livros e pelo poder que eles podem exercer. Ao ler A Sombra do Vento, o desejo que se tem é de, assim como o menino Daniel, abrir as portas do Cemitério dos Livros Esquecidos e descobrir em seus infindáveis corredores o livro que mudará nossas vidas.

Carlos Ruiz Zafón
nasceu em Barcelona, em 1964. Em 1993, ganhou o prêmio Ebedé de literatura com seu primeiro romance, O Príncipe da Névoa, que vendeu mais de 150.000 exemplares na Espanha e foi traduzido em vários idiomas. Desde então, publicou quatro romances e transformou-se em uma das maiores revelações literárias dos últimos tempos com A Sombra do Vento, finalista dos prêmios literários espanhóis Fernando Lara 2001 e Llibreter 2002. O autor vive há sete anos em Los Angeles, onde escreve roteiros para o cinema e trabalha em um novo romance. Zafón colabora também nos jornais espanhóis La Vanguardia e El País.

Desde muito jovem, Zafón já tinha o dom de inventar histórias e era conhecido por assustar os colegas de colégio com seus relatos tenebrosos. "Sempre fui fascinado pelo mundo dos robôs, das aparições, dos fantasmas, dos palacetes modernistas, dos túneis [...]. Na minha literatura, gosto de explicar histórias a partir de imagens, e misturo relato de intrigas, relato de aventuras, romance gótico e romance histórico não-realista. Acho tedioso dizer: ‘Fulano está triste.’ O que quero é fazer o leitor sentir a tristeza. Tecnicamente é mais complicado, mas dramaticamente tem mais força e é um desafio", diz o autor.

Ao mudar-se para os Estados Unidos, Zafón ficou chocado com "os enormes hangares cheios de livros antigos, verdadeiros tesouros, que estão virando supermercados e McDonald’s". "Noto uma destruição da memória e toda uma indústria da falsificação da história para justificar o presente", afirma ele. Essa preocupação do autor permeia a narrativa de A Sombra do Vento, ambientado em uma Barcelona ainda não atingida pela sociedade de consumo. Zafón justifica a ambientação de seu romance em meados do século "por se tratar de um momento histórico fascinante onde a cultura da banalidade ainda não estava tão desenvolvida, e onde os ideais ainda eram importantes".


fonte: http://www.editoras.com/objetiva/604-9.htm




Algumas frases:



“As vidas sem significado passam ao largo, como trens que não param na estação.”

“Os acasos são as cicatrizes do destino”

“Não há acasos, somos marionetes da nossa inconsciência.”

“As pessoas estão dispostas a acreditar em qualquer coisa, antes de acreditar na verdade.”

“Há prisões piores que as palavras.”

“ O difícil não é simplesmente ganhar dinheiro, difícil é ganhá-lo fazendo algo que valha a pena dedicar a vida.”

" A livraria dá para viver sem luxo, mas sou incapaz de me imaginar fazendo outra coisa. As vendas diminuem a cada ano. Sou otimista, e digo a mim mesmo que tudo que sobe descem e o que desce algum dia terá de subir. Bea diz que a arte de ler  está morrendo muito aos poucos, que é um ritual íntimo, que o livro é um espelho e só podemos encontrar nele o que carregamos dentro de nós, que colocamos nossa mente e alma na leitura, e que esses bens estão cada dia mais escassos."


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