terça-feira, 13 de novembro de 2012

Senai deve chegar a 4 milhões de alunos em 2016



O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) deve mais do que dobrar o número de alunos em cursos técnicos e profissionalizantes até 2016, informou nesta segunda-feira (12) o presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Braga de Andrade. Com a construção de 50 escolas em vários Estados brasileiros, o número de alunos deve passar de 1,7 milhão para quatro milhões, segundo Andrade.

As escolas terão o formato de institutos de tecnologia e inovação e devem atender a uma demanda crescente de mão de obra de média qualificação. Até 2015, segundo o mapa do trabalho industrial do Senai, o Brasil terá de formar 7,2 milhões de trabalhadores em nível técnico para atuar em profissões industriais.

Os planos do Senai foram anunciados na abertura da 7ª Olimpíada do Conhecimento, o maior torneio de educação profissional das Américas, que acontece em Barueri, na Grande São Paulo, e que prosseguirá até o dia 18 no Anhembi, na capital. O evento contou com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e de delegados internacionais, como o ministro da Educação da África do Sul, Mudezi Manana.

Estão participando 640 estudantes, dos quais 543 do Senai e 97 do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A competição bienal selecionará os jovens que irão representar o Brasil no WorldSlills, maior torneio mundial de profissões que, em 2013, será realizado em Leipizig, na Alemanha. O Brasil sediará o evento em 2015. Nas provas da Olimpíada os competidores precisam interpretar e resolver situações semelhantes às que enfrentam no ambiente de trabalho.
Fonte: Agência Estado
http://ne10.uol.com.br/canal/educacao/noticia/2012/11/12/senai-deve-chegar-a-4-milhoes-de-alunos-em-2016-380461.php

Aerohive amplia participação no mercado educacional brasileiro com soluções exclusivas para o setor

By | novembro 9, 2012 at 10:14 am | No comments | Notícias, Serviços
Empresa disponibiliza um novo aplicativo para o monitoramento de acessos em sala de aula intitulado Teacherview. Também destaca as características de sua rede wifi especialmente adequadas para o segmento educacional, como segurança, gerenciamento centralizado e controle do acesso à internet
A Aerohive, empresa fundada em 2006 em Sunnyvale, Califórnia, EUA, com a missão de prover ferramentas inovadoras de wi-fi corporativo em nuvem, desenvolveu um completo conjunto de soluções específico para a oferta de internet sem fio para o setor educacional, sem o uso de controladoras, equipamento hoje considerado obsoleto e que centraliza, encarece e deixa vulnerável a rede. Merece destaque o novo aplicativo Teacherview, usado para monitorar os acessos em sala de aula, que começa a ser disponibilizado no mercado brasileiro.
Os avançados access points (APs) da companhia, que incoporam a tecnologia mesh, libertam as instituições de ensino do uso de cabeamento. Essas soluções facilitam a ampliação e o acesso à internet de funcionários, alunos e visitantes, além de possibilitar o compartilhamento do wi-fi em diversos campi.
“O sinal é bem distribuído e escalável. Caso a estrutura física do centro educacional cresça, basta conectar outros APs para aumentar o alcance, sem a necessidade de planejamento de longo prazo ou investimentos em novas licenças. Qualquer dispositivo, quando autorizado, pode utilizar a rede, mesmo os usuários esporádicos”, explica o diretor comercial para América Latina, Fernando Lobo.
As soluções da Aerohive possuem gerenciamento centralizado e na nuvem. Essa facilidade simplifica as operações, reduz os custos com tecnologia e amplia a segurança da internet. “O resultado é um melhor desempenho do wi-fi, sem os gargalos e a vulnerabilidade de uma controladora, além de poder determinar quem pode acessar e quais conteúdos estão liberados, controle demandado por diversos responsáveis”, complementa Lobo.
Em todo o mundo, o setor de educação é um dos principais nichos de atuação da Aerohive. Na América Latina, a Universidad Nacional Autónoma de México, Universidad San Buena Ventura e Universidad Central, ambas na Colômbia, e o Instituto Cenca de Ensino, no México, possuem em suas instalações soluções wifi da Aerohive.
TeacherView
Mesmo com o grande alcance da rede, em salas de aula os acessos dos alunos são totalmente controlados através do TeacherView, aplicativo para monitoramento de classe que começa a ser disponibilizado no Brasil. “A solução, desenvolvida especificamente para o mercado educacional, permite aos docentes restringir o uso da internet e redirecionar os estudantes a páginas específicas, gerenciando as visitas e fazendo com que todos foquem suas atividades em um único site, por exemplo”, explica Lobo.
O TeacherView também auxilia os professores a visualizarem o andamento dos alunos em sala de aula. “O docente pode imediatamente ver se alguém está tendo problemas para se conectar ao ponto de acesso, o que agiliza o atendimento individual dos estudantes e o processo de aprendizagem”, destaca Lobo.

Sobre a Aerohive Networks
A Aerohive Networks reduz o custo e a complexidade das redes de hoje, com soluções de roteamento baseadas na nuvem e wi-fi distribuído, para companhias de médio porte, filiais e teletrabalhadores. As soluções premiadas de arquitetura wi-fi cooperativa, de gerenciamento via redes públicas ou privadas, de roteamento e VPN, da Aerohive, eliminam o custo com controladoras e pontos únicos de falha. O que possibilita aos clientes confiabilidade missão crítica com segurança granular e a habilidade de começar pequeno e expandir sem limitações. A Aerohive foi fundada em 2006 e está localizada em Sunnyvale, Cal, EUA. Entre os grupos investidores incluem-se Kleiner Perkins Caufield & Byers, Lightspeed Venture Partners, Northern Light Venture Capital e New Enterprise Associates, Inc. (NEA). Para maiores informações visite www.aerohive.com, siga no Twitter@Aerohive, ou curta a página no Facebook.
http://www.panoramaeducacional.com.br/2012/11/aerohive-amplia-participacao-no-mercado-educacional-brasileiro-com-solucoes-exclusivas-para-o-setor/

Wise 2012 apresenta experiências de inovação em educação ao redor do mundo



Seis experiências vindas de todo o mundo foram selecionadas para o Prêmio.
Entre os dias 13 e 15 de novembro acontece em Doha, no Catar, a Cúpula Mundial da Inovação para a Educação (WISE), com mais de mil representantes do mundo inteiro, divididos em cem países, para discutir e trocar experiências sobre educação.
O evento, que desde 2009 seleciona e apresenta tendências em práticas educativas, tem por objetivo estimular a inovação por meio da troca de experiências. Ao final, são entregues prêmios aos selecionados em categorias como pluralismo, sustentabilidade e inovação.
Desde 2011, um educador – ou uma equipe de até seis profissionais que trabalhem juntos – é selecionado por um comitê internacional de especialistas. O eleito recebe o Prêmio Internacional Wise de Educação, no valor de US$ 500 mil (aproximadamente R$1 milhão), mais uma medalha de ouro para o responsável por projetos ou políticas que sirvam de modelo em escala mundial na área educação.
Boas práticas
Nesta edição, sob o tema “Colaborando para a mudança”, foram indicados seis finalistas que, segundo o júri, estão “transformando a educação”. São iniciativas vindas de Bangladesh, Cambodja, Chile, Dinamarca, Índia e Estados Unidos. Os concorrentes foram pré-selecionados em etapas anteriores, a partir de 24 vencedores provenientes de 14 países diferentes. Os critérios de seleção foram o alcance, o impacto positivo na sociedade e o caráter inovador.
Os projetos transitam entre diferentes propostas voltadas às contribuições da educação para o desenvolvimento local. Os temas em destaque nesta edição são a acessibilidade para estudantes cegos, a educação no campo, novos modelos de sustentabilidade para alunos de baixa renda, o desenvolvimento de softwares educativos gratuitos para a idade pré-escolar, escolas movidas a energia solar para áreas inundadas e, por fim, proteção familiar e promoção da educação em áreas de risco.
Cidade Escola Aprendiz
Entre as instituições participantes da Cúpula está a Associação Cidade Escola Aprendiz, única representante brasileira nos debates do evento. Natacha Costa, Diretora Geral da organização, integrará a mesa “Educação e Comunidade: Promover o Desenvolvimento Local”. Marcada para o dia 13/11, a partir das 9h45 (horário de Brasília), o evento conta com transmissão online no site oficial do evento.
Durante o debate, serão discutidas experiências de integração entre bairros e escolas, além de compartilharem as metodologias desenvolvidas pelo Aprendiz em comunidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Bahia. “Tem para nós um sentido muito especial ver o bairro-escola sendo reconhecido em um fórum internacional como uma referência de tecnologia social disseminada com sucesso no Brasil”, afirma Natacha.

Cooperação
O Aprendiz participou da WISE no seu primeiro ano, em 2009, e integrou o livro “Innovation in Education: Lessons from Pioneers around the World” (Inovação em Educação: lições de pioneiros ao redor do mundo)”, lançado pela WISE em janeiro de 2012, que reúne dezesseis experiências de educação reconhecidas como inovadoras, entre elas, o bairro-escola.
Helena Singer, Diretora Pedagógica do Aprendiz, credita à Cúpula um formato de oportunidades de trocas de ideias, experiências e contatos com outras instituições. “Esperamos construir possibilidades de cooperação internacional porque é importante termos referências do que está sendo realizado no mundo em termos de educação, cidade e comunidade”, diz Helena.
“O debate que iremos participar sinaliza o avanço no entendimento de que a educação não é uma agenda exclusiva de escolas e especialistas em educação, mas o vetor principal do desenvolvimento de toda a sociedade, a começar pelas comunidades e cidades que podem e devem ser mobilizadas nesse sentido”, completa Natacha.
http://portal.aprendiz.uol.com.br/2012/11/09/wise-2012-apresenta-experiencias-de-inovacao-em-educacao-ao-redor-do-mundo/

KPMG indica seis passos para a expansão global das instituições de ensino superior


Apesar de existirem grandes oportunidades para instituições de ensino superior (IES) se expandirem internacionalmente, muitas delas podem vir a enfrentar problemas em diversas frentes caso não adotem certas medidas necessárias para gerenciar os múltiplos riscos associados ao fato de se tornarem globais. Esta é a principal conclusão de um novo relatório elaborado pela KPMG International.
De acordo com o documento – intitulado Extending the Campus - A Lesson in Successful Global Expansion for Higher Education Institutions (Expandindo o campus – Uma lição de sucesso para a expansão global de IES) –, com o crescimento da demanda por oportunidades de educação internacional (que registrou taxa média anual de avanço de 7,1% entre 2000 e 2010), algumas instituições buscam aproveitar a oportunidade de levar suas marcas e ampliar em diferentes lugares do globo, tanto em termos de educação, como de pesquisa.
As oportunidades que as IES têm para desenvolver sua reputação e ampliar suas receitas estão no momento certo para serem aproveitadas em todo o mundo, e isso se deve ao crescimento dos mercados emergentes e ao desenvolvimento acelerado de suas respectivas classes médias, assim como ao impacto óbvio da educação sobre o estímulo do desenvolvimento econômico e da inovação.
Um exemplo disso é a China, que, de acordo com a pesquisa citada no relatório, investiu US$ 20 bilhões em educação desde 1990 e aumentou o número de matrículas de 5 milhões de estudantes secundaristas em meados dos anos 90 para mais de 34 milhões em 2010.
“O Brasil tem sido nos últimos anos um polo de atração do interesse de IES internacionais. Muitas redes de ensino superior brasileiras foram adquiridas por grupos estrangeiros e acabaram se tornando instituições transacionais. Diante das boas perspectivas de crescimento ainda existentes para este mercado nacionalmente, as IES brasileiras são mais tímidas em avaliar uma eventual expansão internacional. No entanto, dependendo das oportunidades, essa pode ser uma iniciativa interessante para os negócios, certamente”, afirma Marcos Boscolo, sócio-líder da área de Educação da KPMG no Brasil e também integrante dos grupos de ações e discussões sobre a área na KPMG International. Boscolo foi responsável pela apresentação de cases e experiências desenvolvidas no País e que foram contribuíram para a composição do atual relatório.
O relatório indica que, apesar das boas intenções de muitas instituições em se expandir para além de suas fronteiras nacionais, muitas não obtiveram sucesso em desenvolver estruturas operacionais e de governança adequadas, tanto anterior, quanto posteriormente à implementação. “Diversas atribuições que a KPMG assume globalmente exigem que nós esmiucemos alguns acordos que redundaram em problemas devido ao fato de a instituição não ter estabelecido estruturas de supervisão ou de governança adequadas antes de prestar suporte aos inúmeros projetos transnacionais desde o seu início, ou quando se tornaram operacionais,” explica Mike Rowley, líder global de Educação da KPMG e sócio da firma-membro no Reino Unido.
O relatório descreve lições-chave adquiridas em expansão transnacional e apresenta insights de Rowley e de outros sócios da KPMG que atuam no setor de educação, sempre apoiadas em quatro estudos de caso de IES no Canadá, na Índia, na Holanda e no Reino Unido.
Como as instituições utilizam uma variedade de modelos operacionais para se envolverem na expansão transnacional, tais como filiais de campi, parcerias e educação on-line e a distância, não há realmente uma fórmula em comum garantida para o sucesso, de acordo com os autores do relatório. Esse é o motivo de uma abordagem por etapas ser essencial.
O relatório sugere a adoção de seis passos para que as IES sigam de maneira a minimizar o risco e maximizar o sucesso em uma área de negócios cada vez mais crítica, complexa e em rápida transformação.
Seis passos-chave para uma expansão transnacional bem-sucedida:1. Descrever o caso de negócio para expansão |2. Desenvolver o plano de negócios completo|3. Conduzir due diligence e negociar o acordo integral |4. Aprovar o acordo |5. Implementar o plano de negócios|6. Avaliar e revisar o projeto.
Para concluir, Mike Rowley comenta: “Desenvolver uma estratégia robusta para a expansão global não é fácil. Isso requer que as equipes de liderança obtenham uma sólida avaliação não somente em relação à capacidade interna da instituição e ao seu apetite por riscos relacionados à expansão, como também em relação a fatores externos e tendências futuras que influenciarão o sucesso de sua estratégia e o aperfeiçoamento resultante da marca.”
A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory presente em 152 países, com 145.000 profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. As firmas-membro da rede KPMG são independentes entre si e afiliadas à KPMG International Cooperative ("KPMG International"), uma entidade suíça. Cada firma-membro é uma entidade legal independente e separada e descreve-se como tal.
No Brasil, a organização conta com aproximadamente 4 mil profissionais distribuídos em 20 cidades de 11 Estados e Distrito Federal.||Site: kpmg.com/BR
fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=220213

Inovação e competitividade: O perfil das entidades formadoras e empregadoras

por Mónica Morais de Brito
(Diretora executiva do Sines Tecnopolo)



Na senda da última crónica e acrescentando mais um tópico de reflexão sobre a temática da inovação e competitividade em recursos humanos, surge o segundo ato de uma trilogia que pretende dar um contributo para a análise de uma dimensão primordial da nossa economia, em todo e qualquer tempo, mas sobretudo no atual contexto.

O conceito de perfil de competências não se esgota no capital humano, sendo extensível também às organizações e neste caso particular, às entidades formadoras e empregadoras, na certeza de que o desempenho destas condiciona largamente as competências dos indivíduos e o seu processo de construção, nomeadamente num contexto de inovação.

Para que os recursos humanos não constituam um constrangimento ao desenvolvimento das organizações e das unidades territoriais, para que os investimentos beneficiem as populações locais, é necessário que as entidades formadoras construam o seu próprio perfil de competências inovador, contribuindo eficientemente para a construção dos perfis de competências dos ativos e dos futuros profissionais. Trata-se de um processo que deverá ocorrer nas entidades públicas e nas privadas, nas que ministram formação de cariz académico, de nível básico, secundário e superior, e nas que atuam ao nível da formação profissional.

O perfil de competências das entidades formadoras deverá integrar competências comunicacionais, que garanta uma ligação efectiva com as entidades empregadoras e com as suas homólogas, materializada na construção de perfis profissionais inovadores e adequados em tempo útil. Para além destas, traduzidas no trabalho em rede, no levantamento de necessidades de formação, no benchmarking, é necessário que na cultura organizacional imperem valores como o intra empreendedorismo, a criatividade e inovação, que permita antecipar a mudança, através de uma actuação pró-activa. O modelo de formação deve ser dinâmico e aberto, possibilitando a introdução de novas variáveis na constituição de cada plano de formação e consequentemente, permitindo a adequação às necessidades do mercado, de forma a desenvolver as competências académicas, psicossociais e técnicas próprias dos diferentes perfis profissionais.

Por outro lado, as entidades empregadoras devem privilegiar o investimento em capital humano qualificado, a comunicação eficiente com as entidades formadoras, viabilizante da detecção rigorosa de necessidades de formação e a predisposição para a actualização do processo de produção de bens e serviços, deverão ser consequência de uma visão estratégica, que facilita igualmente a identificação de novas oportunidades de negócio. Apenas uma actuação concertada e inovadora por parte destas organizações, as formadoras e as empregadoras, centrada num circuito de interacção dinâmico e flexível poderá garantir ao futuro as competências necessárias ao sucesso.
http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=18257
Mónica Morais de Brito
  

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Rede elétrica inteligente beneficia moradores de Aparecida


O projeto InovCity está sendo colocado em prática na cidade de Aparecida, onde todas as residências terão o medidor inteligente, facilitando o .... Foto: Getty Images O projeto InovCity está sendo colocado em prática na cidade de Aparecida, onde todas as residências terão o medidor inteligente, facilitando o gerenciameno do consumo
Foto: Getty Images
Considerado um dos maiores projetos de smart grid (rede inteligente de energia) do Estado de São Paulo, o InovCity, programa desenvolvido por meio de uma parceria entre a EDP Bandeirante e a Ecil Energia, promete revolucionar o dia a dia dos habitantes de Aparecida, interior de São Paulo. Além do medidor inteligente que será instalado em todas as residências da cidade até o fim de 2012, no final do processo será aplicado um sistema que permite o monitoramento diretamente do Centro de Medição da EDP Bandeirante, em Mogi das Cruzes ¿ e possibilitará ao consumidor a possibilidade de explorar o seu tipo de consumo e gerenciá-lo de acordo com as suas necessidades.

"É um projeto inovador. O cliente, além de ficar sabendo se o seu consumo é maior ou menor em algum horário específico do dia, e analisar as causas desse consumo, poderá, por exemplo, por meio da instalação de tomadas diferenciadas, desligar o aparelho de ar condicionado sem estar em casa, usando somente a internet", explica João Brito Martins, gestor executivo de Inovação da EDP no Brasil.

Martins explica que este mesmo medidor também permitirá, em um futuro próximo, a aplicação de tarifários mais flexíveis - como a chamada "tarifa branca", que prevê preços mais elevados em horários de pico.

Segundo o gestor, o sistema inteligente também trará grandes benefícios às distribuidores de energia. Atualmente, a única informação que as distribuidoras possuem sobre a energia consumida pelas residências é por meio do chamado "leiturista", o profissional que vai até a casa do cliente fazer a medição do relógio. "Na rede inteligente não haverá necessidade do leiturista in loco, pois todas as informações serão enviadas por tecnologia GPRS, em tempo real, ao Centro de Medição", afirma Martins.

A experiência em Aparecida, explica Martins, também permitirá antecipar uma tendência de evolução do setor, bem como desenvolver outras competências. "O projeto que está beneficiando a cidade de Aparecida é de médio prazo. Durante o processo de implementação e após a conclusão do programa e todas as suas etapas serão realizadas análises de resultados para entender o impacto do InovCity na comunidade assistida, aprimorar seus pontos fracos e prospectar a implantação dos pontos fortes em outras regiões sob concessão da empresa", afirma Martins. "Apesar de todos os benefícios, ainda se trata de uma tecnologia cara e que precisa de escala para se tornar viável economicamente".

Economídia
Especial para o Terra
http://invertia.terra.com.br/energia-eletrica/noticias/0,,OI6286613-EI20851,00-Rede+eletrica+inteligente+beneficia+moradores+de+Aparecida.html

sábado, 10 de novembro de 2012

Nova Iorquinos usam bicicletas para recarregar celulares após furacão Sandy




Os moradores do centro financeiro de Manhattan, que ficaram sem energia por vários dias após o furacão Sandy ter atingido Nova Iorque, contaram com a ajuda da ONG ambiental Time’s Up! para recarregar as baterias de telefones celulares e laptops de uma forma bem sustentável: através de pedaladas de bicicleta.
Permanecendo em locais de  grande circulação, a energia gerada pelas bicicletas permitiram que qualquer pessoa pudesse usar as tomadas para conseguir carregar seus aparelhos, e além  recarregar as baterias dos gadgets  gratuitamente, os voluntários da Time’s Up! também pedalaram para energizar bombas de água usadas para retirar a água de locais alagados.
A Natureza mostrou sua força e a importância de investir em tecnologias sustentáveis para apoio à população que sofre com impactos ambientais.

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