segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Star Wars e a jornada do herói

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Neste programa, Vilto Reis e Maicon Tenfen tratam da jornada do herói, destacando que foi uma descoberta e não uma invenção, além de aplicá-la passo a passo ao filme Star Wars – Uma nova esperança.


 


fonte: http://homoliteratus.com/star-wars-e-jornada-heroi-arte-de-contar-historias-por-escrito-s02e02/

Sim, eles foram baseados em livros!


Olá leitores!

No post de hoje vou mostrar alguns filmes que foram baseados em livros e que pouca gente sabe. Espero que gostem e aproveitem para adquirir os exemplares de alguns...

Confiram:

Legalmente Loira

O livro e o filme foram lançados no ano de 2001. A escritora Amanda Brown se inspirou em sua própria experiência como aluna de direito em Stanford nos anos 90. 
                 
Matilda

Sucesso com o público infanto-juvenil, Matilda é a criativa história escrita por Jonathan Cape, que foi publicada pela primeira vez em Londres, no ano de 1988. A adaptação cinematográfica aconteceu em 1996, nos Estados Unidos. 
             
Jurassik Park 

Jurassic Park é um livro de ficção científica escrito por Michael Crichton e publicado em 1990. Em 1993, Steven Spielberg adaptou o livro para os cinemas, obtendo com este filme, na época, a maior bilheteria da história. O filme, venceu três Oscars, 19 outros prêmios e 15 indicações.
Forest Gump

Forrest Gump: O Contador de Histórias, é um filme norte-americano de 1994, dirigido por Robert Zemeckis com Tom Hanks no papel principal. O longa é e baseado no romance homônimo de 1986, escrito por Winston Groom.
                           
Quem quer ser um milionário

"Sua resposta vale um bilhão", primeiro livro do escritor Vikas Swarup já havia sido traduzido para 37 línguas antes mesmo do filme se tornar um sucesso. A adaptação estreou no ano de 2008 e o filme venceu 8 das 10 indicações ao Oscar que recebeu. 
              
O curioso caso de Benjamin Button

O curioso caso de Benjamin Button é um filme de drama estadunidense lançado em 2008, baseado em um conto homônimo lançado em 1921 pelo escritor F. Scott Fitzgerald.
               
Peixe Grande e suas histórias maravilhosas 

Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas é um filme estadunidense de 2003, baseado no livro Big Fish: A Novel of Mythic Proportions, de Daniel Wallace.
               
Duro de matar 

Duro de Mataré um filme americano de 1988, estrelado por Bruce Willis, que teve quatro sequências, sendo que a última estreou em 2013. É baseado em um romance de 1970 do escritor Roderick Thorp intitulado Nothing Lasts Forever.
             
Uma babá quase perfeita 

Mrs. Doubtfire é um filme estadunidense de 1993, uma comédia dirigida por Chris Columbus e estrelado por Robin Williams. Seu roteiro é baseado no romance Aliás Madame Doubtfire, de Anne Fine.
O Exorcista 

O Exorcista é um filme estadunidense de 1973, do gênero terror, realizado por William Friedkin. O roteiro é de William Peter Blatty, baseado em livro homônimo de sua autoria.

Planeta dos Macacos 
O Planeta dos Macacos é um filme norte-americano de ficção científica, baseado no romance de Pierre Boulle, La planète des singes.
                
fonte: http://www.universodosleitores.com/2014/06/sim-eles-foram-baseados-em-livros.html

Os famosos livros publicados no ano do seu nascimento


Inovando e trazendo curiosidades literárias, o site espanhol Que Leer elaborou uma enorme lista com as principais obras literárias publicadas entre os anos de 1911 a 1999. Sempre antenado e atualizado, o Homo Literatus providenciou a tradução dos títulos que foram publicados no Brasil e manteve o título original dos que não possuem tradução.

Será que algum livro importante foi publicado no ano do seu nascimento? Ora, para descobrir, basta conferir a lista abaixo:

1911- A Árvore da Ciência (Pio Baroja)
1912- A Morte em Veneza (Thomas Mann)
1913- O Jardineiro (Rabindranath Tagore), Filhos e Amantes (D.H. Lawrence), O grande Meaulnes (Alain-Fournier), No Caminho de Swann (Marcel Proust)
1914- Dublinenses (James Joyce), Nevoeiro (Miguel Unamuno), Platero e Eu (Juan Ramón Jimenez), A Taberna Errante(G.K. Chesterton)
1915- A Metamorfose (Franz Kafka)
1916- Retrato do Artista Quando Jovem (James Joyce)
1917- Contos de amor, de loucura e de morte (Horacio Quiroga), Os Frutos da Terra (Knut Hamsun)
1918- Contos da Selva (Horacio Quiroga)
1919- Demian (Hermann Hesse)
1920- A idade da Inocência (Edith Wharton)
1921- A Tia Tula (Miguel Unamuno)
1922- Ulisses/Ulysses (James Joyce), Sidarta (Hermann Hesse), O homem que sabia demais (G.k. Chesterton)
1923- Dersu Uzala (Vladimir Arseniev), As Aventuras do Bom Soldado Švejk (Jaroslav Hasek), Bambi, história de uma vida do bosque (Félix Salten)
1924- A Montanha Mágica (Thomas Mann)
1925- O Processo (Franz Kafka), Mrs Dalloway (Virginia Woolf), O grande Gatsby (Francis Scott Fitzgerald), Seis personagens em busca de um autor (Luigi Pirandello)
1926- O Castelo (Franz Kafka), A dançarina de Izu (Yasunari Kawabata), Tirano Banderas (Valle Inclan), Confusão de Sentimentos(Stefan Zweig), O Assassinato de Roger Ackroyd (Agatha Christie), Dom Segundo Sombras (Ricardo Güiraldes)
1927- O Lobo da Estepe (Hermann Hesse)
1928- Contraponto (Adouls Huxley), O Amante de Lady Chatterley (D.H. Lawrence), Nadja (André Breton)
1929- O Som e a Fúria (William Faulkner), Adeus às Armas (Ernest Hemingway), Os sete loucos (Roberto Arlt), Dona Bárbara (Rómulo Gallegos)
1930- Enquanto Agonizo (William Faulkner), O Homem Sem Qualidades (Robert Musil)
1931- Gog (Giovanni Papini), Os Lança-Chamas (Roberto Arlt), As Lanças Coloradas (Arturo Uslar Pietri)
1932- Admirável Mundo Novo (Aldous Huxley)
1933- O Corcunda (Roberto Arlt), A Condição Humana (André Malraux)
1934- Trópico de Câncer (Henry Miller), Huasipungo (Jorge Icaza)
1935- História Universal da Infâmia (Jorge Luis Borges), Assassinato na Catedral (S.T. Eliot), Canaima (Rómulo Gallegos)
1936- Absalão, absalão! (Willian Faulkner), E o Vento Levou (Margaret Mitchell), Auto-de-Fé (Elias Canetti), Os Paradoxos da Mr. Pond (G.K. Chesterton)
1937- O Hobbit (J.R.R. Tolkien), Ter e Não Ter (Ernest Hemingway), O País das Neves (Yasunari Kawabata)
1938- A Náusea (Jean-Paul Sartre)
1939- Finnicius Revém (James Joyce), As Vinhas da Ira (John Steinbeck), Palmeiras Selvagens (Willian Faulkner), O Sono Eterno (Raymond Chandler),Trópico de Capricórnio (Henry Miller), O Caso dos Dez Negrinhos (Agatha Christie)
1940- Por Quem os Sinos Dobram (Ernest Hemingway), A Invenção de Morel (Adolfo Bioy Casares), O Zero e o Infinito (Arthur Koestler), O Deserto dos Tártaros (Dino Buzzati)
1941- Entre os Atos (Virginia Woolf), Os Filhos de Matusalém (Robert A. Heinlein)
1942- O Estrangeiro (Albert Camus), Viagem ao Fim da Noite (Louis-Ferdinand Céline)
1943- O Jogo das Contas de Vidro (Hermann Hesse)
1944- Ficções (Jorge Luis Borges), O Anão (Pär Lagerkvist)
1945- A Revolução dos Bichos (George Orwell), Viagem à Alcarria (Camilo José Cela)
1946- História de uma Escada (Antonio Buero Vallejo), O Senhor Presidente (Miguel Ángel Asturias)
1947- A Peste (Albert Camus), À Sombra do Vulcão (Malcolm Lowry), A Espuma dos Dias (Boris Vian), O Diário de Anne Frank (Anne Frank)
1948- Confissões de uma Máscara (Yukio Mishima), O Túnel (Ernesto Sábato)
1949- O Aleph (Jorge Luis Borges), 1984 (George Orwell), Homens de Milho (Miguel Ángel Asturias), O Segundo Sexo (Simone de Beauvoir), O Homem que Calculava (Malba Tahan)
1950- Crônicas Marcianas (Ray Bradbury), A Vida Breve (Juan Carlos Onetti), Eu, Robô (Isaac Asimov), Barabbas (Pär Lagerkvist), Nadíe encendia las lampadas (Felisberto Hernández), O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (C.S. Lewis)
1951- Bestiário(Julio Cortázar), O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry), O Homem Ilustrado (Ray Bradbury), Molloy (Samuel Beckett), Malone morre (Samuel Beckett), O Apanhador no Campo de Centeio (J.D. Salinger), Memórias de Adriano (Marguerite Yourcenar), Fundação (Isaac Asimov), O Criador de Gorilas (Roberto Arlt), A Colméia (Camilo José Cela)
1952- O Velho e o Mar (Ernest Hemingway), Esperando Godot (Samuel Beckett), Mil Origames (Yasunari Kawabata), Confabulário (Juan José Arreola)
1953- Chão em Chamas (Juan Rulfo), Fahrenheit 451 (Ray Bradbury), O Longo Adeus (Raymond Chandler), O Inominável (Samuel Beckett)
1954- O Senhor dos Anéis (J.R.R. Tolkien), O Senhor das Moscas (William Golding), Uma Fábula (William Faulkner), O Mestre do Go (Yasunari Kawabata), O Som da Montanha (Yasunari Kawabata), Bom Dia, Tristeza (Francoise Sagan)
1955- Pedro Páramo (Juan Rulfo), Lolita (Vladimir Nabokov), O Fim da Eternidade (Isaac Asimov)
1956- Final do Jogo(Julio Cortázar)
1957- Fim de Partida (Samuel Beckett), Pé na Estrada (Jack Kerouac), Doutor Jivago (Boris Pasternak), O Barão nas Árvores (Italo Calvino)
1958- Bonhequinha de Luxo (Truman Capote)
1959- As Armas Scretas (Julio Cortázar), O Tambor (Günter Grass), A Trégua (Mario Benedetti), The Sirens of Titan (Kurt Vonnegut), Tropas Estrelares (Robert A. Heinlein)
1960- O Sol é para Todos (Harper Lee), Um Cântico para Leibowitz (Walter M. Miller)
1961- A Casa das Belas Adormecidas (Yasunari Kawabata), O Estaleiro (Juan Carlos Onetti), Sobre Heróis e Tumbas (Ernesto Sábato), Solaris (Stanisław Lem), Catch-22 (Joseph Heller)
1962- Histórias de Cronópios e de Famas (Julio Cortázar), Laranja Mecânica (Anthony Burgess), Os Funerais da Mamãe Grande (Gabriel Garcia Marquez), O Homem do Castelo Alto (Philip K. Dick), Voando Sobre um Ninho de Cucos (Ken Kesey), A Morte de Artemio Cruz (Carlos Fuentes), Aura (Carlos Fuentes), O Século das Luzes (Alejo Carpentier), O Caderno Dourado (Doris Lessing)
1963- A Cidade e os Cachorros (Mario Vargas Llosa), O Jogo do Mundo (Julio Cortázar),V (Thomas Pynchon)
1964- Beleza e Tristeza (Yasunari Kawabata), Uma Questão Pessoal (Kenzaburo Oe)
1965- Três Tristes Tigres (Guillermo Cabrera Infante), O Lugar Sem Limites (José Donoso)
1966- Paradiso (José Lezama Lima), A Casa Verde (Mario Vargas Llosa), Todos os Fogos o Fogo (Julio Cortázar), A Sangue Frio (Truman Capote), O Leilão do Lote 49 (Thomas Pynchon), Cinco Horas com Mario (Miguel Delibes)
1967- Cem Anos de Solidão (Gabriel García Márquez), A Brincadeira (Milan Kundera), O Mestre e Margarida (Mikhail Bulgakov)
1968- O Caçador de Andróides (Philip K. Dick), 2001: Uma Odisséia no Espaço (Arthur C. Clarke)
1969- Conversa no Catedral (Mario Vargas Llosa), Ubik (Philip K. Dick), O Poderoso Chefão (Mario Puzo), O complexo de Portnoy (Philip Roth), Boquinhas Pintadas (Manuel Puig), Hasta no verte, Jesús mío (Elena Poniatowska)
1970- O Informe de Brodie (Jorge Luis Borges), Juan Salvador Gaviota (Richard Bach), O Olho Mais Azul (Toni Morrison), Ringworld (Larry Niven), Um Mundo para Julius (Alfredo Bryce Echenique)
1971- Nossa Gangue (Philip Roth), Carteiro (Charles Bukowski), Medo e Delírio em Las Vegas (Hunter S. Thompson)
1972- Os Próprios Deuses (Isaac Asimov), Encontro com Rama (Arthur C. Clarke)
1973- Pantaleão E as Visitadoras (Mario Vargas Llosa), Momo (Michael Ende), O Arco-íris da Gravidade (Thomas Pynchon), Café-da-Manhã dos Campeões (Kurt Vonnegut)
1974- Abaddon Destruidor (Ernesto Sabato)
1975- O Outono do Patriarca (Gabriel García Márquez), O Livro de Areia (Jorge Luis Borges), Terra Nostra (Carlos Fuentes)
1976- O Beijo da Mulher Aranha (Manuel Puig)
1977- Tia Júlia e o Escrevinhador (Mario Vargas Llosa), O Iluminado (Stephen King)
1978- Mulheres (Charles Bukowski), A vida: modo de usar (Georges Perec), Casa de Campo(José Donoso)
1979- A História Sem Fim (Michael Ende), A Zona Morta (Stephen King),O Guia do Mochileiro das Galáxias (Douglas Adams), A Escolha de Sofia (William Styron)
1980- A Confederação dos burros (John Kennedy Toole), O Nome da Rosa (Umberto Eco), Gostamos Tanto da Glenda (Julio Cortázar)
1981- Crônica de uma Morte Anunciada (Gabriel García Márquez), A Guerra do Fim do Mundo (Mario Vargas Llosa), Filhos da Meia-Noite (Salman Rushdie), A vida exagerada de Martin Romagna (Alfredo Bryce Echenique)
1982- A Casa dos Espiritos (Isabel Allende), Paisagens Depois da Batalha (Juan Goytisolo)
1983- O Enteado (Juan José Saer), Vida e Época de Michael K. (JM Coetzee)
1984- A Insustentável Leveza do Ser (Milan Kundera), O Amante (Marguerite Duras), Neuromancer (William Gibson)
1985- O Amor nos Tempos do Cólera (Gabriel Garcia Marquez), Cidade de Vidro (Paul auster), Meridiano de sangre (Cormac McCarthy), Ruído Branco (Don DeLillo), O  Perfume (Patrick Süskind), Amada (Toni Morrison), O Jogo do Exterminador (Orson Scott Card)
1986 – A cidade dos Prodígios (Eduardo Mendoza), A Coisa (Stephen King)
1987- Norwegian Wood (Haruki Murakami), Notícias do Império (Fernando del Paso), A Fogueira das Vaidades (Tom Wolfe), Angústia (Stephen King), Red Sorghum (Mo Yan)
1988- A Imortalidade (Milan Kundera), O Alquimista (Paulo Coelho)
1989- Palácio da Lua (Paul Auster),Como Água para Chocolate (Laura Esquivel), Os Pilares da Terra (Ken Follett)
1990- Uma Casa no Fim do Mundo (Michael Cunningham), O Cair da Noite (Isaac Asimov), O Dia do Curinga (Jostein Gaarder)
1991- O Evangelho Segundo Jesus Cristo (José Saramago), El Jinete Polaco (Antonio Muñoz Molina), O Mundo de Sofia (Jostein Gaarder)
1992- Doze Contos Peregrinos (Gabriel García Márquez), Leviatã (Paul Auster), Todos os Belos Cavalos (Cormac McCarthy), Um Coração Tão Branco (Javier Marías)
1993- Morte nos Andes (Mario Vargas Llosa),  Quando já não Importa (Juan Carlos Onetti), A Paixão Turca (Antonio Gala), Trainspotting (Irvine Welsh)
1994- Do Amor e Outros Demônios (Gabriel García Márquez), Amanhã, na batalha, pensa em mim (Javier Marías)
1995- Crônica do Passaro de Corda (Haruki Murakami), Santa Evita (Tomás Eloy Martínez), Ensaio Sobre a Cegueira (José Saramago), Não me Espere em Abril (Alfredo Bryce Echenique)
1996- Pulp (Charles Bukowski), Clube da Luta (Chuck Palahniuk), Estrela Distante (Roberto Bolaño), O Capitão Alatriste (Arturo Pérez Reverte)
1997- Pastoral Americana (Philip Roth), Mason e Dixon (Thomas Pynchon), Todos os Nomes (José Saramago)
1998- A Identidade (Milan Kundera), Os Detetives Selvagens (Roberto Bolaño), As Partículas Elementares (Michel Houellebecq), Meu nome é Vermelho (Orhan Pamuk)
1999- Sputnik, meu amor (Haruki Murakami), Desgraça (J.M. Coetzee)






 
fonte: http://www.universodosleitores.com/2014/06/os-famosos-livros-publicados-no-ano-do.html

Governadores têm ferramentas para melhoria do ensino médio


10/08/2014 | 00:21 |
O Congresso Nacional está discutindo uma ampla reforma no ensino médio brasileiro. Mas, independentemente de possíveis mudanças – algumas bastante polêmicas –, os especialistas dizem que os governadores têm ferramentas suficientes para melhorar essa etapa educacional, que é reconhecida como uma das mais fracas e ultrapassadas no sistema brasileiro. O principal ponto, dizem, é reformular a carreira docente.
As mudanças mais controversas são a unificação de várias disciplinas em grandes áreas e a separação entre formação em conhecimento ou formação profissional. As propostas constam do Projeto de Lei n.º 6.840/13, em trâmite na Câmara dos Deputados, e são fruto do trabalho realizado ao longo de 17 meses por uma comissão especial.
“Há muitas disciplinas no ensino médio, mas fragmentar o conteúdo não resolve. Isso é até defendido por secretários de Educação, pois reduz custos, mas não resolve o problema”, avalia Amone Inácia Alves, coordenadora do Pacto pelo Fortalecimento do Ensino Médio em Goiás. O ideal, diz ela, é a integralização do conteúdo, por meio do qual o aluno desenvolveria um projeto único a partir do conhecimento adquirido em várias disciplinas, com professores diferentes.
Ex-secretário de Educação no Distrito Federal e ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB), o engenheiro Antonio Ibañez Ruiz diz que outros estados podem se inspirar em experiências que já deram frutos. “Aqui no Distrito Federal já funciona há muito tempo o projeto de dedicação exclusiva do professor – ele recebe para trabalhar em uma única escola; e há também um plano efetivo de carreira, que leva em conta a formação e progressão, mas com aspectos que vão bem além do salário”, diz. Para ele, todos os professores precisam ser beneficiados com carreiras como nas universidades, onde não ocorre evasão de profissionais.
O professor Remi Castioni, também da UnB, sugere a criação de uma “residência pedagógica”. “Da mesma forma que ocorre na Medicina, também se pagaria uma bolsa para o pedagogo concluir sua formação atuando no dia a dia. O sistema poderia prever a formação continuada, com um mestrado profissional”, exemplifica. Para ele, esse tipo de ação vincula o professor a um programa e o motiva a progredir. Enquanto a medida não é adotada em nível federal, as universidades estaduais poderiam implantar a residência pedagógica, sugere ele.
fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/eleicoes/2014/conteudo.phtml?id=1490100

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Galera Record anuncia publicação do livro “O Livro das Criaturas de Harry Potter”

by Laila Ribeiro on 31 de julho de 2014

Após deixar os potterheads enlouquecidos no twitter para levar a hashtag #GaleraHarry aos TT’s, a editora Galera Record anunciou em comemoração pelo aniversário do menino que sobreviveu a publicação do livro “O Livro das Criaturas de Harry Potter“, escrito por J. K. Rowling. 
O livro ainda não tem previsão de lançamento. O livro vai trazer as criaturas do universo de Harry Potter: Dementadores e Elfos domésticos, sereianos e dragões Meteoros-chinês… Essas são apenas algumas das criaturas mágicas e monstros assustadores que habitam o mundo mágico de J.K. Rowling.
[CAPA] O Livro das Criaturas de Harry Potter
“O livro das criaturas de Harry Potter” é um olhar fascinante sobre como esses seres ganharam vida para a bem-sucedida série de filmes Harry Potter. Perfis detalhados de cada criatura incluem ilustrações conceituais raras, fotografias dos bastidores e segredos cinematográficos dos arquivos da Warner Bros. Pictures. Um pôster removível retratando todas as criaturas e um catálogo interativo do Empório das Corujas completam esta indispensável coleção. Tudo isso em uma lindíssima edição de capa dura!

http://www.sobrelivros.com.br/galera-record-anuncia-publicacao-livro-o-livro-das-criaturas-de-harry-potter/

Marcelo Cipis: entre o humor, o non sense e a inovação

Por Marina Vidigal - atualizada em 31/07/2014 09h43
Marcelo Cipis (Foto: Renato Stockler)
Paulistano nascido em 1959, Marcelo Cipis sempre gostou de desenhar. Na infância, passava horas com o irmão desenhando numa lousa que tinham em casa. Na vida adulta, atua como artista plástico, escritor e ilustrador e já lançou cerca de 20 livros para o público infantil. Em sua obra, a grande marca é a inovação. Prova disso é seu livro Superzeróis, recém-lançado pela Cosac Naify.
A obra, que apresenta uma liga de super-heróis desastrados, não é encadernada. As crianças podem “ler” as cartas estampadas por imagens na sequência inicialmente sugerida ou reordená-las conforme quiserem. Os leitores ainda podem soltar as cartas e encaixá-las umas nas outras, formando narrativas totalmente inusitadas, em versões tridimensionais. Por ocasião desse lançamento, a CRESCER conversou com o autor.

CRESCER: Como era sua relação com os livros e com o desenho durante a infância?
MARCELO CIPIS: Eu gostava muito da coleção O mundo da criança, também lia Monteiro Lobato e histórias em quadrinhos. Quanto ao desenho, era uma atividade que tomava grande parte do meu tempo. Eu e meu irmão tínhamos uma lousa em casa. Nós a dividíamos ao meio e passávamos horas desenhando, cada um em uma metade.

CRESCER: E como se deu a opção por uma carreira ligada às artes?
MC: Terminei o colégio e não sabia que carreira seguir. Acabei prestando vestibular para arquitetura e fui aprovado na FAU. O fato é que fiz o curso, mas nunca trabalhei na área. Aos 18 anos comecei a desenhar profissionalmente, ilustrando para jornais e revistas em parceria com meu irmão. Eu desenhava e ele coloria. Segui trabalhando com comunicação visual e depois de formado fui para Europa, onde decidi que trabalharia com artes plásticas. E assim aconteceu. Trabalho como artista plástico, como ilustrador e também como escritor. No meu ateliê, portanto, desenho, pinto, produzo minhas ilustrações e escrevo meus livros.
CRESCER: E seu ingresso na literatura, como aconteceu?
MC: Editei meu primeiro livro em 2002 – era uma compilação de ilustrações que vinha fazendo havia tempos para a coluna da Joyce Pascowitch na Folha de São Paulo. Lançado pela Ateliê Editorial, o livro se chama 530 gramas de ilustrações, em alusão a seu peso. Depois dessa obra, resolvi escrever meu primeiro título para o público infantil, uma narrativa sobre um autor que nunca conseguia terminar suas histórias. Assim nasceu Era uma vez um livro, lançado pela Companhia das Letrinhas. O livro foi escrito e ilustrador por mim mesmo e, nesse mesmo modelo, já publiquei cerca de 20 títulos. Além desses, já ilustrei alguns livros de terceiros.

CRESCER: Você está lançando, pela Cosac Naify, Superzeróis, um livro criativo e inovador não só no texto, mas também na forma. Como se deu a concepção dessa obra?
MC: O Superzeróis de fato inova. O livro é composto por páginas avulsas, que são como cartas e podem ser ordenadas e fixadas com um elástico, conforme a vontade das crianças. As páginas também podem ser encaixadas umas nas outras, dando forma a instalações diversas, como casas e castelos... Inicialmente, tinha pensado em fazer um livro convencional, impresso e encadernado, que apresentasse um superzerói numa página para, na página seguinte, revelar sua fraqueza. A ideia de criar um livro objeto veio da editora Cosac Naify. Adorei a sugestão, que sem dúvida potencializou o aspecto lúdico da obra. Além de oferecer ao leitor um leque de personagens protagonizando situações inusitadas, a obra faz as vezes de um brinquedo e, como tal, se revela um instrumento e tanto para as crianças exercitarem sua criatividade.

CRESCER: Essa fuga do convencional tão evidente em Superzeróis parece ser uma marca de todo seu trabalho. Você se considera um autor diferenciado nesse sentido?
MC: Minha obra de fato tem uma questão lúdica e criativa de romper limites e quebrar com regras. Isso marca meu trabalho não só na literatura, mas também na pintura e nas ilustrações. Procuro sempre navegar no desconhecido, inovar, realizar um trabalho de vanguarda. Na literatura, especificamente, tenho uma grande busca pelo humor, pelo non sense e pelo absurdo. Gosto de narrativas não lineares, que fogem do convencional e trazem imagens predominantes em relação ao texto. Para mim, a busca pelo novo é natural. Não consigo me ater ao convencional.

CRESCER: As crianças geralmente têm muita facilidade de acessar esse lado non sense e criativo, mas muitas vezes isso se perde na vida adulta. Que conselhos você daria para pais que desejam preservar esse lado em seus filhos?
MC: A criança deve ser incentivada a criar, a produzir arte, a elaborar imagens novas, a curtir literatura e artes visuais. Além do incentivo em casa e na escola, é interessante realizar cursos livres de expressão artística. Quando criança, fiz alguns cursos ligados a artes que me incentivaram muito em termos de criação artística, criatividade e expressão. A partir do momento em que você dá espaço para a criança se desenvolver nessa área, aquelas que realmente gostam de artes podem se aprofundar e até fazer disso uma profissão futuramente. Ou ainda aplicar em outras frentes conceitos dessa área.

Mais sobre o autor em: www.marcelocipis.com.br
fonte: http://revistacrescer.globo.com/Livros-pra-uma-Cuca-Bacana/noticia/2014/07/marcelo-cipis-entre-o-humor-o-non-sense-e-inovacao.html

As 12 tendências tecnológicas na educação

Nos últimos anos, em todos os setores da atividade humana, as tecnologias de informação e comunicação (TIC) têm tido uma influência significativa. Em particular, na educação, as TIC tem provocado uma verdadeira revolução no processo de ensino-aprendizagem. De fato, hoje, é fundamental compreender os fundamentos teórico metodológicos da mediação tecnológica no processo de ensino-aprendizagem. É necessário discutir o papel da mediação tecnológica como mediação pedagógica.
Nesse sentido, apresento neste artigo uma visão geral das principais tendências tecnológicas na educação, segundo a UNESCO, New Media Consortium (NMC) e a EDUCAUSE Learning Initiative (ELI):
1. Massive Online Open Courses (ou MOOCs): são cursos online, no formato de vídeos, oferecidos gratuitamente por instituições renomadas (MIT, Harvard, Stanford, etc.). Geralmente, os vídeos são aulas e palestras sobre temas específicose oferecem a oportunidade para os estudantes debaterem entre si sobre o que foi aprendido. De fato, desde de 2012 os MOOCs vêm recebendo uma significativa publicidade e a tendência é que cresçam em número e em importância nos próximos anos. Grandes nomes de fornecedores incluindo Coursera, KHAN Academy, edX, Udacity e a star-up brasileira Veduca contam com centenas de milhares de alunos matriculados, totais que, quando somados, ilustram sua popularidade. Uma das promessas mais atraentes dos MOOCs é que eles oferecem a possibilidade de aprendizagem avançada continuada a custo zero, permitindo que os alunos, aprendizes ao longo da vida e profissionais adquiram novas habilidades e melhorem seus conhecimentos e empregabilidade.
2. Blended learning (B-learning): este conceito diz que a melhor maneira de dar aulas é utilizando os recursos tecnológicos dentro de uma sala de aula presencialmente. Os adeptos desta tendênciaacham que é necessário um contato próximo para que o aprendizado seja eficaz. De fato, os estudantes já passam muito do seu tempo livre na Internet, aprendendo e trocando novas informações – frequentemente através de redes sociais. As instituições que adotam modelos de aprendizagem híbrida online/presencial (blended learning) têm o potencial para alavancar as habilidades online que os alunos já desenvolveram, independentemente da academia.
3. Salas virtuais: são espaços em que alunos de cursos online podem discutir e fazer exercícios juntos. Assim, como em um espaço físico de convivência, nas salas virtuais é possível fazer debates, tirar dúvidas e até mesmo criar amizades. Para participar de uma sala virtual, os alunos geralmente usam seu próprio espaço físico de trabalho e seu próprio computador. As aulas podem ser ministradas para grupos restritos como, por exemplo, para apenas três ou quatro participantes, ou para grandes grupos, desde que se disponibilize uma mensagem consistente a qualquer número de participantes. Outro aspecto relevante desta tendência é que os módulos de aprendizagem são reutilizáveis. Esta possibilidade permite que se utilizem partes de um determinado curso em um outro programa de capacitação.
4. Flipped classroom (Sala de aula invertida): o conceito de sala de aula invertida parte do pressuposto que o ambiente ideal para o aprendizado é a distância. Entretanto, mesmo com aulas em salas virtuais, os exercícios e provas devem ser realizados presencialmente. Universidade renomadas, como MIT e Harvard, têm adotado a estratégia da “Flipped classroom” em algumas disciplinas. Essas universidades têm inovado seus métodos de ensino, procurando adequá-los para que se possa explorar os avanços das tecnologias educacionais, bem como minimizar a evasão e o nível de reprovação. Por exemplo, a universidade de Harvard introduziu o método Peer Instruction (PI), desenvolvido pelo Prof. Eric Mazur. Este método consiste em prover material de apoio de modo que o aluno possa estudar o conteúdo antes de frequentar a sala de aula. Com base no material estudado, o aluno responde um conjunto de questões, via um Learning Management System (LMS). O professor antes de ministrar a aula, verifica as questões mais problemáticas e que devem ser trabalhadas em sala de aula. Durante a aula, as discussões são intercaladas com testes de conceitos, destinados a expor as dificuldades que os alunos encontram. Estes testes são respondidos via sistema de resposta interativo, tipo clicker, de modo que a classe e o professor possam acompanhar o nível de compreensão sobre os conceitos em discussão
5.  Self-direct learning: é um processo no qual o próprio aluno descobre as suas limitações e dificuldades no processo de aprendizagem. Além disso, por meio desse processo o estudante consegue criar estratégias que atendem às suas necessidades e expectativas. De fato, várias técnicas de aprendizagem são conhecidas como Self-direct learning: (a) alunos individualmente podem adquirir competências para assumir, cada vez mais, responsabilidades para realizar várias tarefas e tomar decisões, associadas ao esforço de aprendizagem; (b) Self-direct learning é melhor entendida como um continuum ou característica que existe, em algum grau, em todas as pessoas e situações de aprendizagem; (c) Self-direct learning não significa necessariamente que toda a aprendizagem ocorre isolada dos outros; (d) os alunos no self-direct learning parecem ser capazes de transferir a aprendizagem, tanto em termos de conhecimentos e habilidades, de uma determinada situação para uma outra situação; (e) Self-direct learning pode envolver várias atividades e recursos, tais como a leitura de auto-guiada, a participação em grupos de estudo, estágios, diálogos virtuais e atividades de escrita reflexivas; (f) os papéis que os professores podem desenvolver na aprendizagem Self-direct learning são, basicamente, diálogos com os alunos, disponibilização de conteúdos pedagógicos, avaliação de resultados e promoção do pensamento crítico; (g) algumas instituições de ensino estão encontrando maneiras de apoiar o self-direct learning por meio de programas de ensino aberto (Open Educational Resources), opções de estudo individualizado, as ofertas não-tradicionais do curso e outros programas inovadores.
6. Mobile learning: o Mobile learning é uma das táticas do ensino virtual. Utilizando dispositivos móveis comotabletse smartphones, os alunos podem levar o conteúdo da sala de aula para qualquer lugar e estudar em diferentes locais. De fato, o mobile learning é uma tendência que está definindo o seu próprio nicho na educação como uma família portátil e sempre conectada de dispositivos que podem ser usados em praticamente qualquer configuração. Equipados com Wi-Fi e conectividade de rede celular, telas de alta resolução e com uma grande variedade de aplicativos móveis disponíveis, os tabletse smartphonesestão provando ser poderosas ferramentas para o aprendizado dentro e fora da sala de aula. Muitas universidades já projetaram softwares para esses dispositivos juntamente com as melhores instruções práticas para educadores e estudantes. Com uma produção de tabletse smartphonescada vez mais crescente e constante por grandes fabricantes, a competição no mercado da computação desses dispositivos é um controlador significativo de inovação. À medida que o mercado amadurece, os alunos e as instituições podem esperar uma rica e crescente variedade de recursos à partir desses pequenos dispositivos.
7. Course Management System (CMS): sistema de gerenciamento de cursos é uma estratégia para orientar e organizar os alunos durante os cursos online. Por meio do CMS é possível mediar debates, planejar aulas, propor exercícios e analisar o desempenho do estudante. De fato, um CMS é um conjunto de ferramentas de software integradas que fornecem um ambiente online para as interações do curso.
8. E-learning: E-learning é o próprio conceito de aprender por meio de dispositivos eletrônicos conectados ou não à Internet. De fato, e-learning é uma indústria em rápido crescimento, cuja história remonta à década de 1980 e, mesmo antes disso, na forma de ensino à distância e cursos televisionados. Atualmente, existem soluções que são acessíveis, via computador e internet, que permitem ter uma boa ferramenta de e-learning para a educação, praticamente, em qualquer lugar. A tecnologia avançou tanto que as diferenças geográfica e temporal podem ser superadas com o uso de ferramentas que fazem os alunos se sentirem como se estivessem dentro da sala de aula. E-learning oferece uma alternativa que é mais rápida, mais barata e potencialmente melhor.
9. Tecnologia 1:1: o aprendizado individualizado, em que cada aluno utiliza um computador ou tablet, é chamado de tecnologia 1:1. Alguns especialistas acreditam que essa é a única maneira de se obter efeitos tão positivos com a tecnologia na educação, assim como se obtém com os livros. De fato, nas últimas décadas, as tecnologias digitais tiveram um aumento significativo em nossas práticas sociais como, por exemplo, a utilização de dispositivos móveis, possibilitando a comunicação, a interação e, consequentemente, novas abordagens de ensino e aprendizagem para a educação. Baseado nesta lógica, em janeiro de 2005, o professor e pesquisador do MIT, Nicholas Negroponte, apresentou ao governo brasileiro, o Projeto One Laptop per Child (OLPC) que tem como objetivo promover a inclusão digital de crianças por meio do uso de laptops nas escolas, tendência que passou a ser designada Tecnologia 1:1 (Brasil 2008)[1].
10.  Gamification: misturar lazer com o aprendizado é uma das maiores tendências na educação. É o chamado gamification ou ludificação. Por isso, muitos professores têm buscado uma solução para transformar as suas aulas tão interessantes quanto um jogo. De fato, são os dois lados da mesma abordagem, jogos educacionais mergulham o aluno no jogo, onde o conteúdo e o currículo estão disponibilizados ou justapostos. A gameficação visa incorporar elementos de jogos, tais como níveis e emblemas (mas também através de missões e outras estratégias) em outras atividades que não são as dos jogos. Nos currículos gameficados, os alunos podem acumular pontos e outras recompensas ao aceitar diferentes desafios e, muitas vezes, têm mais liberdade na escolha dos tipos de tarefas que devem realizar para ganhá-los. Emblemas ou sistemas de classificação servem para reconhecer as realizações dos alunos, e a transparência do progresso do aluno inspira competição que pode gerar mais interesse no material entre os alunos.
11. Open Educational Resources – OER: em sua forma mais simples, o conceito de Recursos Educacionais Abertos (OER) descreve quaisquer recursos educacionais (incluindo currículos, materiais de curso, livros, vídeos, aplicações multimídia, podcasts e quaisquer outros materiais que foram projetados para uso no processo de ensino- aprendizagem) que são disponíveis abertamente para uso por educadores e estudantes, sem a necessidade de pagar royalties ou taxas de licença de uso. O termo OER emergiu como um conceito com grande potencial para apoiar uma transformação educacional. Embora seu valor educativo reside na ideia de usar recursos, como um método integral de comunicação do currículo nos cursos (ou seja, aprendizagem baseada em recursos), o seu poder de transformação está na facilidade com que tais recursos, quando digitalizados, podem ser compartilhados através da Internet.
12. Digital Citizen ship: esse conceito se refere à ética e atitudes apropriadas no meio digital. Ensinar a ser um cidadão, também, no mundo virtual é importante para todos os professores. De fato, na medida que mais e mais estudantes interagem digitalmente – com conteúdos, um com outro e em várias comunidades – o conceito de cidadania digital torna-se, cada vez, mais importante. Nesse sentido, cidadania digital pode ser formalmente definida como “a qualidade da resposta de um indivíduo como membro de uma comunidade virtual”. Isso faz com que a cidadania seja muito mais complexa do que uma simples questão jurídica, mas que consiste em autoconhecimento, interação e conhecimento profundo do lugar, das pessoas e de sua história cultural. Assim, a cidadania digital pode ser entendida inicialmente como “a qualidade de uma resposta de um membro em uma comunidade virtual”. De uma forma mais detalhada, pode-se  articular mais claramente as diferenças entre comunidades físicas e comunidades virtuais e, de forma mais precisa, definir “cidadania digital” como sendo “a participação auto-monitorada que reflete a interdependência consciente em todos os membros (visíveis e menos visíveis) de uma comunidade virtual.”

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[1] Brasil (2008). Um Computador por Aluno: a experiência brasileira”. Brasília: Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações, Série Avaliação de Políticas Públicas, nº 1. http://bd.camara.gov.br. Acessado em 26 de julho 2014.

fonte: http://knowtec.com/artigos/as-12-tendencias-tecnologicas-na-educacao/

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