quarta-feira, 6 de agosto de 2014

As 12 tendências tecnológicas na educação

Nos últimos anos, em todos os setores da atividade humana, as tecnologias de informação e comunicação (TIC) têm tido uma influência significativa. Em particular, na educação, as TIC tem provocado uma verdadeira revolução no processo de ensino-aprendizagem. De fato, hoje, é fundamental compreender os fundamentos teórico metodológicos da mediação tecnológica no processo de ensino-aprendizagem. É necessário discutir o papel da mediação tecnológica como mediação pedagógica.
Nesse sentido, apresento neste artigo uma visão geral das principais tendências tecnológicas na educação, segundo a UNESCO, New Media Consortium (NMC) e a EDUCAUSE Learning Initiative (ELI):
1. Massive Online Open Courses (ou MOOCs): são cursos online, no formato de vídeos, oferecidos gratuitamente por instituições renomadas (MIT, Harvard, Stanford, etc.). Geralmente, os vídeos são aulas e palestras sobre temas específicose oferecem a oportunidade para os estudantes debaterem entre si sobre o que foi aprendido. De fato, desde de 2012 os MOOCs vêm recebendo uma significativa publicidade e a tendência é que cresçam em número e em importância nos próximos anos. Grandes nomes de fornecedores incluindo Coursera, KHAN Academy, edX, Udacity e a star-up brasileira Veduca contam com centenas de milhares de alunos matriculados, totais que, quando somados, ilustram sua popularidade. Uma das promessas mais atraentes dos MOOCs é que eles oferecem a possibilidade de aprendizagem avançada continuada a custo zero, permitindo que os alunos, aprendizes ao longo da vida e profissionais adquiram novas habilidades e melhorem seus conhecimentos e empregabilidade.
2. Blended learning (B-learning): este conceito diz que a melhor maneira de dar aulas é utilizando os recursos tecnológicos dentro de uma sala de aula presencialmente. Os adeptos desta tendênciaacham que é necessário um contato próximo para que o aprendizado seja eficaz. De fato, os estudantes já passam muito do seu tempo livre na Internet, aprendendo e trocando novas informações – frequentemente através de redes sociais. As instituições que adotam modelos de aprendizagem híbrida online/presencial (blended learning) têm o potencial para alavancar as habilidades online que os alunos já desenvolveram, independentemente da academia.
3. Salas virtuais: são espaços em que alunos de cursos online podem discutir e fazer exercícios juntos. Assim, como em um espaço físico de convivência, nas salas virtuais é possível fazer debates, tirar dúvidas e até mesmo criar amizades. Para participar de uma sala virtual, os alunos geralmente usam seu próprio espaço físico de trabalho e seu próprio computador. As aulas podem ser ministradas para grupos restritos como, por exemplo, para apenas três ou quatro participantes, ou para grandes grupos, desde que se disponibilize uma mensagem consistente a qualquer número de participantes. Outro aspecto relevante desta tendência é que os módulos de aprendizagem são reutilizáveis. Esta possibilidade permite que se utilizem partes de um determinado curso em um outro programa de capacitação.
4. Flipped classroom (Sala de aula invertida): o conceito de sala de aula invertida parte do pressuposto que o ambiente ideal para o aprendizado é a distância. Entretanto, mesmo com aulas em salas virtuais, os exercícios e provas devem ser realizados presencialmente. Universidade renomadas, como MIT e Harvard, têm adotado a estratégia da “Flipped classroom” em algumas disciplinas. Essas universidades têm inovado seus métodos de ensino, procurando adequá-los para que se possa explorar os avanços das tecnologias educacionais, bem como minimizar a evasão e o nível de reprovação. Por exemplo, a universidade de Harvard introduziu o método Peer Instruction (PI), desenvolvido pelo Prof. Eric Mazur. Este método consiste em prover material de apoio de modo que o aluno possa estudar o conteúdo antes de frequentar a sala de aula. Com base no material estudado, o aluno responde um conjunto de questões, via um Learning Management System (LMS). O professor antes de ministrar a aula, verifica as questões mais problemáticas e que devem ser trabalhadas em sala de aula. Durante a aula, as discussões são intercaladas com testes de conceitos, destinados a expor as dificuldades que os alunos encontram. Estes testes são respondidos via sistema de resposta interativo, tipo clicker, de modo que a classe e o professor possam acompanhar o nível de compreensão sobre os conceitos em discussão
5.  Self-direct learning: é um processo no qual o próprio aluno descobre as suas limitações e dificuldades no processo de aprendizagem. Além disso, por meio desse processo o estudante consegue criar estratégias que atendem às suas necessidades e expectativas. De fato, várias técnicas de aprendizagem são conhecidas como Self-direct learning: (a) alunos individualmente podem adquirir competências para assumir, cada vez mais, responsabilidades para realizar várias tarefas e tomar decisões, associadas ao esforço de aprendizagem; (b) Self-direct learning é melhor entendida como um continuum ou característica que existe, em algum grau, em todas as pessoas e situações de aprendizagem; (c) Self-direct learning não significa necessariamente que toda a aprendizagem ocorre isolada dos outros; (d) os alunos no self-direct learning parecem ser capazes de transferir a aprendizagem, tanto em termos de conhecimentos e habilidades, de uma determinada situação para uma outra situação; (e) Self-direct learning pode envolver várias atividades e recursos, tais como a leitura de auto-guiada, a participação em grupos de estudo, estágios, diálogos virtuais e atividades de escrita reflexivas; (f) os papéis que os professores podem desenvolver na aprendizagem Self-direct learning são, basicamente, diálogos com os alunos, disponibilização de conteúdos pedagógicos, avaliação de resultados e promoção do pensamento crítico; (g) algumas instituições de ensino estão encontrando maneiras de apoiar o self-direct learning por meio de programas de ensino aberto (Open Educational Resources), opções de estudo individualizado, as ofertas não-tradicionais do curso e outros programas inovadores.
6. Mobile learning: o Mobile learning é uma das táticas do ensino virtual. Utilizando dispositivos móveis comotabletse smartphones, os alunos podem levar o conteúdo da sala de aula para qualquer lugar e estudar em diferentes locais. De fato, o mobile learning é uma tendência que está definindo o seu próprio nicho na educação como uma família portátil e sempre conectada de dispositivos que podem ser usados em praticamente qualquer configuração. Equipados com Wi-Fi e conectividade de rede celular, telas de alta resolução e com uma grande variedade de aplicativos móveis disponíveis, os tabletse smartphonesestão provando ser poderosas ferramentas para o aprendizado dentro e fora da sala de aula. Muitas universidades já projetaram softwares para esses dispositivos juntamente com as melhores instruções práticas para educadores e estudantes. Com uma produção de tabletse smartphonescada vez mais crescente e constante por grandes fabricantes, a competição no mercado da computação desses dispositivos é um controlador significativo de inovação. À medida que o mercado amadurece, os alunos e as instituições podem esperar uma rica e crescente variedade de recursos à partir desses pequenos dispositivos.
7. Course Management System (CMS): sistema de gerenciamento de cursos é uma estratégia para orientar e organizar os alunos durante os cursos online. Por meio do CMS é possível mediar debates, planejar aulas, propor exercícios e analisar o desempenho do estudante. De fato, um CMS é um conjunto de ferramentas de software integradas que fornecem um ambiente online para as interações do curso.
8. E-learning: E-learning é o próprio conceito de aprender por meio de dispositivos eletrônicos conectados ou não à Internet. De fato, e-learning é uma indústria em rápido crescimento, cuja história remonta à década de 1980 e, mesmo antes disso, na forma de ensino à distância e cursos televisionados. Atualmente, existem soluções que são acessíveis, via computador e internet, que permitem ter uma boa ferramenta de e-learning para a educação, praticamente, em qualquer lugar. A tecnologia avançou tanto que as diferenças geográfica e temporal podem ser superadas com o uso de ferramentas que fazem os alunos se sentirem como se estivessem dentro da sala de aula. E-learning oferece uma alternativa que é mais rápida, mais barata e potencialmente melhor.
9. Tecnologia 1:1: o aprendizado individualizado, em que cada aluno utiliza um computador ou tablet, é chamado de tecnologia 1:1. Alguns especialistas acreditam que essa é a única maneira de se obter efeitos tão positivos com a tecnologia na educação, assim como se obtém com os livros. De fato, nas últimas décadas, as tecnologias digitais tiveram um aumento significativo em nossas práticas sociais como, por exemplo, a utilização de dispositivos móveis, possibilitando a comunicação, a interação e, consequentemente, novas abordagens de ensino e aprendizagem para a educação. Baseado nesta lógica, em janeiro de 2005, o professor e pesquisador do MIT, Nicholas Negroponte, apresentou ao governo brasileiro, o Projeto One Laptop per Child (OLPC) que tem como objetivo promover a inclusão digital de crianças por meio do uso de laptops nas escolas, tendência que passou a ser designada Tecnologia 1:1 (Brasil 2008)[1].
10.  Gamification: misturar lazer com o aprendizado é uma das maiores tendências na educação. É o chamado gamification ou ludificação. Por isso, muitos professores têm buscado uma solução para transformar as suas aulas tão interessantes quanto um jogo. De fato, são os dois lados da mesma abordagem, jogos educacionais mergulham o aluno no jogo, onde o conteúdo e o currículo estão disponibilizados ou justapostos. A gameficação visa incorporar elementos de jogos, tais como níveis e emblemas (mas também através de missões e outras estratégias) em outras atividades que não são as dos jogos. Nos currículos gameficados, os alunos podem acumular pontos e outras recompensas ao aceitar diferentes desafios e, muitas vezes, têm mais liberdade na escolha dos tipos de tarefas que devem realizar para ganhá-los. Emblemas ou sistemas de classificação servem para reconhecer as realizações dos alunos, e a transparência do progresso do aluno inspira competição que pode gerar mais interesse no material entre os alunos.
11. Open Educational Resources – OER: em sua forma mais simples, o conceito de Recursos Educacionais Abertos (OER) descreve quaisquer recursos educacionais (incluindo currículos, materiais de curso, livros, vídeos, aplicações multimídia, podcasts e quaisquer outros materiais que foram projetados para uso no processo de ensino- aprendizagem) que são disponíveis abertamente para uso por educadores e estudantes, sem a necessidade de pagar royalties ou taxas de licença de uso. O termo OER emergiu como um conceito com grande potencial para apoiar uma transformação educacional. Embora seu valor educativo reside na ideia de usar recursos, como um método integral de comunicação do currículo nos cursos (ou seja, aprendizagem baseada em recursos), o seu poder de transformação está na facilidade com que tais recursos, quando digitalizados, podem ser compartilhados através da Internet.
12. Digital Citizen ship: esse conceito se refere à ética e atitudes apropriadas no meio digital. Ensinar a ser um cidadão, também, no mundo virtual é importante para todos os professores. De fato, na medida que mais e mais estudantes interagem digitalmente – com conteúdos, um com outro e em várias comunidades – o conceito de cidadania digital torna-se, cada vez, mais importante. Nesse sentido, cidadania digital pode ser formalmente definida como “a qualidade da resposta de um indivíduo como membro de uma comunidade virtual”. Isso faz com que a cidadania seja muito mais complexa do que uma simples questão jurídica, mas que consiste em autoconhecimento, interação e conhecimento profundo do lugar, das pessoas e de sua história cultural. Assim, a cidadania digital pode ser entendida inicialmente como “a qualidade de uma resposta de um membro em uma comunidade virtual”. De uma forma mais detalhada, pode-se  articular mais claramente as diferenças entre comunidades físicas e comunidades virtuais e, de forma mais precisa, definir “cidadania digital” como sendo “a participação auto-monitorada que reflete a interdependência consciente em todos os membros (visíveis e menos visíveis) de uma comunidade virtual.”

Leia este artigo completo aqui.


[1] Brasil (2008). Um Computador por Aluno: a experiência brasileira”. Brasília: Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações, Série Avaliação de Políticas Públicas, nº 1. http://bd.camara.gov.br. Acessado em 26 de julho 2014.

fonte: http://knowtec.com/artigos/as-12-tendencias-tecnologicas-na-educacao/

domingo, 27 de julho de 2014

Uma Carta de Amor - Nicholas Sparks

Há três anos, a colunista Theresa Osborne se divorciou do marido após ter sido traída por ele. Desde então, não acredita no amor e não se envolveu seriamente com ninguém. Convencida pela chefe de que precisa de um tempo para si, resolve passar férias em Cape Cod. Durante a semana de folga, depois de terminar sua corrida matinal na praia, Theresa encontra uma garrafa arrolhada com uma folha de papel enrolada dentro.
Ao abri-la, descobre uma mensagem que começa assim: “Minha adorada Catherine, sinto a sua falta, querida, como sempre, mas hoje está sendo especialmente difícil porque o oceano tem cantado para mim, e a canção é a da nossa vida juntos.”
Comovida pelo texto apaixonado, Theresa decide encontrar seu misterioso autor, que assina apenas “Garrett”. Após uma incansável busca, durante a qual descobre novas cartas que mexem cada vez mais com seus sentimentos, Theresa vai procurá-lo em uma cidade litorânea da Carolina do Norte. Quando o conhece, ela descobre que há três anos Garrett chora por seu amor perdido, mas também percebe que ele pode estar pronto para se entregar a uma nova história. E, para sua própria surpresa, ela também.
Unidos pelo acaso, Theresa e Garrett estão prestes a viver uma história comovente que reflete nossa profunda esperança de encontrar alguém e sermos felizes para sempre.

" [...] As cartas tinhas sido escritas por um homem que amava profundamente uma mulher, um homem que agora estava só. Quando criança, ela acreditava no companheiro ideal - o príncipe ou o cavalheiro dos contos infantis. No mundo real, contudo, eles não existiam. As pessoas reais tinham rotinas reais, exigências reais, expectativas reais sobre como os outros deveriam se comportar. Sim, existiam homens bons, que amavam de verdade e permaneciam firmes diante de grandes obstáculos, o tipo que Theresa vinha querendo encontrar desde que ela e David se divorciaram. Mas como encontrá-lo?
Ali naquele momento, ela tinha certeza de que esse homem existia -  e estava sozinho. [...]
Onde está você?"

"Ironicamente, encontro-me na mesma posição em que você estava quando nos conhecemos. Enquanto escrevo, luto com o fantasma de alguém que amei e perdi. Agora compreendo melhor as dificuldades por que você passou e percebo como deve ter sido doloroso retomar o curso de sua vida. Às vezes meu sofrimento é esmagador, e mesmo compreendendo que nunca mais vamos nos ver, parte de mim quer ficar presa a você para sempre. Para mim seria fácil fazer isso, porque o amor por outra pessoa poderia diminuir minhas lembranças de você. Porém, é este o paradoxo: mesmo sentindo minhas lembranças demais a sua falta, é por sua causa que não tenho medo do futuro. Por ter sido capaz de se apaixonar por mim, você me deu esperança, meu amor. Você me ensinou que é possível seguir em frente, por mais terrível que seja a dor. A seu modo, você me fez acreditar que o amor verdadeiro não pode ser negado.
No momento, acho que não estou pronta, mas esta é a minha escolha. Não se culpe. Graças a você, tenho esperança de que algum dia minha tristeza será substituída por alguma coisa bela. Graças a você, tenho forças para continuar.
Não sei se os mortos podem voltar a esta terra e moverem-se, invisíveis, entre aqueles que os amavam, mas se puderem, então sei que você estará comigo em todos os momentos.[...]"

domingo, 13 de julho de 2014

Mar de rosas - Nora Roberts


Sinopse - Mar de Rosas - Quarteto de Noivas - Livro 02 - Nora Roberts

Emma Grant é a decoradora da Votos, empresa de organização de casamentos que fundou com suas três melhores amigas de infância – Mac, Parker e Laurel. Ela passa os dias cercada de flores, imersa em seu aroma, criando e montando arranjos e buquês. Criada em uma família tradicional e muito unida, Emma cresceu ouvindo a história de amor dos pais. Não é de espantar que tenha se tornado uma romântica inveterada, cultivando um sonho desde menina: dançar no jardim, sob a luz do luar, com seu verdadeiro amor. Os pais de Jack se separaram quando ele era garoto, e isso lhe causou um trauma muito profundo. Ele se tornou um homem bonito e popular entre as mulheres, porém incapaz de assumir um compromisso. Quando Emma e suas três amigas fundaram a Votos, foi Jack, o melhor amigo do irmão de Parker, quem cuidou de toda a reforma para transformar a propriedade no melhor espaço para casamentos do estado. 

"Sabia exatamente que tipo de amor queria, um amor que se infiltra nos ossos, se enraíza no coração e floresce no corpo.Queria um amor que durasse para sempre.
Queria alguém com que pudesse viver dia após dia, noite após noite, ano após ano, queria casa, família, brigas, conforto, sexo, tudo.
[...]
Mas, por que tinha que se apaixonar por Jack?
[...] ele era alguém que queria ter seu próprio espaço, seguir seu próprio caminho e que considerava o casamento uma aposta de longo prazo.
Sabia de todas essas coisas a respeito dele e ainda assim tinha se apaixonado.
Se ele soubesse, ficaria... atordoado?[...]"

"No quarto, ele tirou o blazer e a gravata e ficou pensando nela. Nas surpresas que reservava, suas facetas e camadas ocultas.
Era muito curioso pensar que era possível conhecer uma pessoa por dentro e por fora e descobrir que havia muito mais para se conhecer. E quanto mais se conhece aquela pessoa, mais se tem vontade de saber sobre ela."

quarta-feira, 9 de julho de 2014

De repente acontece - Susane Colasanti


Título: De Repente Acontece
Título Original: When It Happens
Autora: Susane Colasanti
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581633183
Número de páginas: 288

Sinopse: De repente acontece fala daquelas paixões que começam do jeito errado e têm tudo para terminar errado – mas, depois de ler a última página, a gente acredita que o amor existe.
 Se você é uma menina, este livro vai ajudá-la a entender o que se passa na cabeça dos garotos.
 Se é um menino... Bem, se você é um menino, também vai gostar de De repente acontece.
 Uma história simpática, com cara de vida real. E que poderia acontecer com você ou com a sua
melhor amiga!
 
 
"Não quero me interessar por um babaca qualquer só porque ele está mais próximo. Quero um namorado com tudo que tem direto. O pacote completo."
 
"- Não importa o assunto. Importa o que a gente faz com ele. (...) Procuro não pensar que aquilo não me interessa. Fico pensando na minha vida e no que eu preciso fazer para que ela seja como eu quero. Aí tudo fica bem mais simples."
 
"Não dá para acreditar que ele seja tão alienado. Este é apenas um dos muitos exemplos que comprovam que Dave e eu não somos almas gêmeas. Nas últimas três semanas, ele não entendeu o seguinte: por que eu tenho que estudar diariamente, por que gosto de abajur e não de iluminação direta, por que assistir a jogos não é um bom programa para mim, por que fico tão chateada quando tiro B em alguma matéria e por que alguém que nem pretende almoçar prefere se sentar numa mesa isolada em vez de sentar-se no refeitório. Eu sei que são pequenas coisas,. Mas todas elas, somadas, formam o grande quadro da minha vida. E, se alguém não entende isso, também não me entende.
E, se ele precisa me entender, não deveria me entender desde já? [...]"

"- A vida é muito mais do que apenas estar vivo, Tobey."

"Quando acontece, de verdade, você sabe. (...) Acomodar-se é o caminho mais curto para a infelicidade."

"- Eu também tenho meus sonhos. (...) Só porque eles são diferentes dos seus não são menos importantes."


sábado, 5 de julho de 2014

Entrevista com Conn Iggulden (Legendada)

You fill my heart


Saga Brotherband



O pequeno e franzino Hal nunca conheceu o pai, um dos maiores guerreiros que defenderam o reino de Escândia. Bem diferente dele, Hal em nada se parecia com um forte e bravo lutador, características valorizadas por seus conterrâneos, tradicionalmente valentes homens do mar. Isso e mais o fato de ele ser filho de uma escrava vinda de Araluen o tornava um estrangeiro em seu país. Mesmo sentindo-se exilado entre seu povo, havia algo que aproximava Hal dos outros garotos: o Brotherband, ou "irmãos em armas" - um conjunto de treinamentos que simulava as atividades da tripulação de um barco, com equipes que competiam entre si em testes de resistência e força e aprendiam as habilidades necessárias para se tornarem guerreiros invencíveis. Rejeitado pelos líderes dos demais grupos, Hal junta-se a seu grande amigo Stig e a outros renegados e forma o próprio time. Mas um fato inesperado vai mudar o destino dessa equipe incomum e levá-la a navegar por mares perigosos, rumo a aventuras incríveis e batalhas ferozes. Uma nova geração desafia a antiga, renegados se tornam lendas e mais uma aventura começa!
Do mesmo autor de Rangers - Ordem dos arqueiros, mais uma fantástica e imperdível saga. Hal e os Herons seguem em sua incansável perseguição ao pirata Zavac. A busca leva o Garça-Real às águas traiçoeiras do Rio Dan. Seu destino é Raguza, uma cidadela sem lei, comandada por piratas e ladrões; onde Zavac teria buscado refúgio. Como Hal previra, o caminho até Raguza é perigoso e conturbado. Os Herons terão de lidar com companheiros feridos, fugas, falsas acusações e outras desventuras. Testes cada vez mais difíceis para os limites dos jovens homens do mar. Mas é em Raguza que a situação se torna realmente complicada. Lá, Hal não poderá contar com seus companheiros e vai precisar superar os próprios limites para enfrentar Zavac. Uma luta. Um contra um. Até a morte. Uma nova geração desafia a antiga, renegados se tornam lendas e a aventura continua!

A bordo de seu navio, o Garça-Real, Hal e seus companheiros seguem na perseguição do Corvo, a infame nau pirata. Todos carregam na alma o fardo terrível da desonra por terem permitido que a Andomal fosse roubada por Zavac e sabem muito bem que, se não recuperarem o sagrado artefato, jamais poderão retornar à sua terra natal. Durante uma violenta tempestade, Hal é obrigado a buscar refúgio na Baía do Abrigo. E, enquanto os tripulantes esperam mares mais calmos para navegar, dedicam-se a fazer os reparos necessários na castigada embarcação. É nesse momento que as deficiências do grupo vêm à tona. O velho Thorn percebe claramente que os jovens são valorosos, mas ainda têm muito o que aprender para se tornarem lobos do mar. Só que não há tempo para praticar novas habilidades, pois Hal e seus jovens amigos descobrem que a cidade costeira de Limmat foi invadida por Zavac e seus piratas. Finalmente, chega a hora de enfrentar as forças inimigas, homens perigosos com décadas de experiência em navegação e combate. Será que o treinamento Brotherband é suficiente para encarar essa batalha? E Hal conseguirá exercer a liderança necessária para guiar seus comandados em sua primeira grande batalha? Afinal, para conseguir o impossível, eles precisarão trabalhar com uma equipe de verdade. Só assim, a primeira batalha não se tornará a última. Uma nova geração desafia a antiga, renegados se tornam lendas e mais uma aventura começa!

Hal e os Herons seguem em sua incansável perseguição ao pirata Zavac. A busca leva o Garça-Real às águas traiçoeiras do Rio Dan. Seu destino é Raguza, uma cidadela sem lei, comandada por piratas e ladrões; onde Zavac teria buscado refúgio. Como Hal previra, o caminho até Raguza é perigoso e conturbado. Os Herons terão de lidar com companheiros feridos, fugas, falsas acusações e outras desventuras. Testes cada vez mais difíceis para os limites dos jovens homens do mar. Mas é em Raguza que a situação se torna realmente complicada. Lá, Hal não poderá contar com seus companheiros e vai precisar superar os próprios limites para enfrentar Zavac. Uma luta. Um contra um. Até a morte. Uma nova geração desafia a antiga, renegados se tornam lendas e a aventura continua!

 "__Seu pai estaria orgulhoso de você hoje -declarou o velho guerreiro.
Hal sentiu lágrimas se formando em seus olhos.
__ Perdemos a corrida - ele apontou.
Thorn balançava a cabeça.
__ Pode ser, mas ganharam muitos amigos - ele deu tapa no ombro do garoto, felizmente usando a mão esquerda, e não o gancho. - Ganhar pontos não é tão difícil - disse -, conquistar respeito é muito mais importante.[...]"

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